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Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar : Manual Técnico

Agência Nacional de Saúde Suplementar.
Ministério da Saúde 2. ed. rev. e atual. – Rio de Janeiro : ANS, 2007
Número: 2040 / Publicado em 28/03/2012 - 09:28

A publicação da segunda edição deste Manual constitui-se em uma das estratégias de indução para a reorganização do Modelo de Atenção à Saúde. Nessa perspectiva, o presente Manual Técnico visa qualificar as ações de atenção à saúde, propondo a integralidade da atenção, fornecendo suporte teórico e técnico para o planejamento e organização dos programas. Esperamos que esse trabalho sirva de inspiração e orientação para a implantação das ações de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças no Setor Suplementar, através da disseminação de informações, a fim de qualificar a atenção e contribuir para a melhoria das condições de saúde da população brasileira.

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Venda de Medicamentos, Produtos e Serviços de Saúde via Internet

Organização Mundial de Saúde (OMS)
http://www.cvs.saude.sp.gov.br
Número: 2039 / Publicado em 28/03/2012 - 08:59

A popularização do acesso à Internet e a grande quantidade de informações sobre temas relacionados à saúde presentes na rede vem modificando notavelmente o conhecimento dos usuários sobre doenças e seus tratamentos. Paralelamente ao crescimento do número de informações confiáveis, baseadas em critérios científicos, notamos um aumento de informações dúbias, inconsistentes, tendo como único propósito o interesse comercial promocional.

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Medicamento - Um Direito Essencial

Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP), Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC)
http://www.dhnet.org.br/dados/cartilhas/a_pdf/114_cartilha_direito_medicamentos.pdf
Número: 2038 / Publicado em 28/03/2012 - 08:52

No Brasil, não são todos os cidadãos que, diante de um problema de saúde, conseguem obter os medicamentos necessários ao seu tratamento. Muitas pessoas, com a receita nas mãos, voltam para casa sem o remédio. Mais tarde, com o estado de saúde agravado, recorrem a prontos-socorros e hospitais, o que pode trazer riscos para a saúde e gerar gastos ainda maiores. Mesmo aqueles que conseguem comprar os medicamentos sacrificam quantia importante da renda da família. Além de pagar impostos que financiam o sistema de saúde, o brasileiro gasta muito dinheiro do próprio bolso com saúde. O que muita gente não sabe é que todos deveriam ter acesso aos medicamentos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). É um direito previsto na Constituição e em outras leis. Por isso, não deveria depender do poder aquisitivo ou da “boa vontade” dos governos.

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Medicamento Falsificado

Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA
Boletim Informativo Edição nº 63 • outubro de 2006
Número: 2037 / Publicado em 28/03/2012 - 08:48

Nesta edição, há outras matérias de relevante interesse de sanitaristas e da população. Destaque para o Projeto de Educação para Consumo Responsável de Medicamentos e de outros Produtos sujeitos à Vigilância Sanitária, o Educanvisa, e para a Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (Renaciat), que a Anvisa criou para unir os 36 centros que auxiliam, por telefone ou presencialmente, na resolução de casos de pessoas intoxicadas. Com esses projetos, a Agência presta mais um serviço para toda a sociedade.

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Prática Profissional: Descarte de Medicamentos

Maria Isabel Fischer, Gabriel Rodrigues Martins de Freitas, Tatiane da Silva Dal Pizzol, Louise Jeanty Seixas
Boletim Informativo do CIM-RS Nº2 - Maio 2011
Número: 2036 / Publicado em 28/03/2012 - 08:35

Uma das preocupações recentes tem sido a contaminação do meio ambiente por medicamentos. No mundo todo tem sido identificada a presença de fármacos, tanto nas águas, como no solo e ar. Essa contaminação resulta do descarte indevido, do uso veterinário, e da excreção de metabólitos que não são eliminados no processo de tratamento de esgotos. Alguns fármacos permanecem na água potável mesmo após tratamento e purificação.

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Resíduos de Medicamentos Experiência de Ações

Louise Jeanty de Seixas
Faculdade de Farmácia UFRGS
Número: 2035 / Publicado em 28/03/2012 - 08:29

O que diz a legislação sobre o destino dos medicamentos vencidos? Porque um usuário tem sobras e medicamentos vencidos em sua residência? Como este usuário descarta seus medicamentos? Há impactos ambientais causados pelo descarte? Que ações podem ser tomadas?

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Cartilha de Orientação para Descarte de Resíduos

Grupo de Gerenciamento de Resíduos da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
http://medicina.fm.usp.br/gdc/docs/grss_2_cartilha.pdf
Número: 2034 / Publicado em 28/03/2012 - 08:15

A Diretoria Executiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), dos Laboratórios de Investigação Médica (LIMs) e a Diretoria do Serviço de Verificação de Óbitos da Capital (SVOC), comprometidas com as questões ambientais, com a segurança de sua força de trabalho e com o atendimento da legislação vigente, elaborou, juntamente com o Grupo de Gerenciamento de Resíduos, a Cartilha de Orientação de Descarte de Resíduos no Sistema FMUSP-HC. Esta tem por objetivo conscientizar as pessoas envolvidas quanto ao impacto e riscos do manejo inadequado dos resíduos produzidos pelos seus processos de trabalho, bem como orientar e padronizar o seu correto descarte.

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Manual de Coleta de Sangue Venoso

Adagmar Andriolo, Alvaro Rodrigues Martins, Carlos Alberto Franco Ballarati, Ismar Venâncio Barbosa, Maria Elizabete Mendes, Murilo Rezende Melo, Nairo Massakazu Sumita, Patricia Romano, Priscila de Arruda Trindade.
Biblioteca Digital da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial - SBPC/ML
Número: 2033 / Publicado em 27/03/2012 - 09:47

Uma das principais finalidades dos resultados dos exames laboratoriais é reduzir as dúvidas que a história clínica e o exame físico fazem surgir no raciocínio médico. Para que o laboratório clínico possa atender, adequadamente, a este propósito, é indispensável que todas as fases do atendimento ao paciente sejam desenvolvidas seguindo os mais elevados princípios de correção técnica, considerando a existência e a importância de diversas variáveis biológicas que influenciam, significativamente, a qualidade final do trabalho.

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Proteção à Camada de Ozônio e Impactos na Saúde: O que Devemos Saber.

Ministério da Saúde e Ministério do Meio Ambiente - MS-MMA
http://solamigo.com.br/index.php?option=com_remository&Itemid=0&func=startdown&id=52
Número: 2032 / Publicado em 26/03/2012 - 09:59

A camada de ozônio (ozônio estratosférico) absorve parte da radiação ultravioleta do sol nociva à vida. Por causa dessa função, o ozônio estratosférico é considerado “ozônio bom”. Por outro lado, o ozônio na superfície, que é formado pelos poluentes, é considerado “mau ozônio” porque é nocivo à vida do homem, plantas e animais. Algum ozônio ocorre naturalmente na baixa atmosfera onde é benéfico porque remove alguns poluentes da atmosfera.

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Qual Seu Tipo de Pele?

Programa Sol Amigo
http://solamigo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=90&Itemid=130
Número: 2031 / Publicado em 26/03/2012 - 09:46

Existem 6 fototipos de pele. Eles não são baseados na cor da pele, mas sim na maneira como ela reage à Radiação ultravioleta (UV). O tipo de pele é um dos principais fatores envolvidos no risco individual para desenvolvimento do câncer de pele. As pessoas com maior risco devem tomar precauções extras quando estão ao ar livre, exposta ao sol.

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04/02/2016
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