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Assistência Farmacêutica como Estratégia para o Uso Racional de Medicamentos em Idosos.

Marcieni Ataide de Andrade; Marcos Valério Santos da Silva; Osvaldo de Freitas
Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade São Paulo
Número: 222 / Publicado em 16/06/2012 - 21:32

O aumento da população idosa no Brasil, que segue uma tendência já ocorrida em países desenvolvidos, traz desafios cada vez maiores aos serviços e aos profissionais de saúde. Com efeito, verifica-se um grande número de patologias encontradas com sintomatologias diversas e, ademais, a prevalência de doenças crônicas degenerativas, as quais freqüentemente dependem de terapêuticas medicamentosas prolongadas ou contínuas. Por isso, esses indivíduos tornam-se grandes consumidores de medicamentos sendo, possivelmente, o grupo etário mais medicalizado na sociedade.

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Antiinflamatórios Hormonais: Glicocorticóides

Sônia Maria Alvarenga Anti, Rina Dalva Neubarth Giorgi, Wiliam Habib Chahade
einstein. 2008; 6 (Supl 1):S159-S65
Número: 221 / Publicado em 16/06/2012 - 21:33

Os glicocorticóides são drogas amplamente usadas em função de seus efeitos imunossupressivos e antiinfamatórios no tratamento de muitas doenças reumáticas, além de outras doenças inflamatórias. Contudo, seu uso é muitas vezes limitado por numerosas reações adversas que provoca. No presente capítulo, são abordados aspectos fisiológicos e farmacológicos, mecanismo de ação dos glicocorticóides, bem como suas formas de administração e, em especial, as indicações para o uso de glicocorticosteróides em doenças reumáticas do idoso. As interações medicamentosas e os efeitos adversos são discutidos.

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Antineoplásicos - Alcalóides da Vinca: Um Estudo das Interações Medicamentosas dos Produtos Padronizados no Hospital Napoleão Laureano

Érika Ponchet Alves, Hariad Ribeiro Moraes da Silva, Míria Rafaela Medeiros de Azevedo Andrade, Roseane Wanderley.
Centro de Ciências da Saúde/ Departamento de Ciências Farmacêuticas/ Extensão e Pesquisa
Número: 220 / Publicado em 16/06/2012 - 21:34

A quimioterapia consiste na administração de drogas químicas, quer seja via oral, venosa, intrarterial, cavitária, intramuscular que atuam interferindo diretamente no ciclo celular, bloqueando uma sequência metabólica e com isto impedindo a divisão ou amadurecimento celular levando a célula consequentemente a morte. A classe da antineoplásicos abordada neste projeto é a dos alcalóides da vinca (VIMBLASTINA, VINCRISTINA, VINORELBINA). Abordando suas interações medicamentosas, mecanismo de ação, farmacocinética.

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Surto Psicótico pela Possível Interação Medicamentosa de Sibutramina com Finasterida

Douglas Dogol Sucar, Everton Botelho Sougey e José Brandão Neto
Rev Bras Psiquiatr 2002;24(1):30-3
Número: 218 / Publicado em 16/06/2012 - 21:38

É descrito um caso de interação medicamentosa em um paciente de 30 anos, que fazia com sucesso um tratamento antiobesidade com sibutramina. Esse medicamento é um saciogênico que inibe a recaptação da serotonina e da noradrenalina. Logo após a introdução da finasterida para tratamento da alopécia androgênica, o paciente passou a apresentar surto psicótico.

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Utilização de Medicamentos e Risco de Interações Medicamentosas em Idosos Atendidos pelo Programa de Atenção ao Idoso da Unijuí

Bueno, C.S.; Oliveira, K.R.; Berlezi, E.M.; Eickhoff, H.M.; Dallepiane, L.B.; Girardon-Perlini, N.M.O.; Mafalda, A.
Rev Ciênc Farm Básica Apl., 2009;30(3):331-338
Número: 217 / Publicado em 16/06/2012 - 21:39

Idosos utilizam elevado número de medicamentos, apresentando alto potencial para desenvolver interações medicamentosas. Objetivou-se verificar o perfil de utilização de medicamentos e conhecer possíveis interações medicamentosas em idosos acompanhados pelo Programa de Atenção ao Idoso (PAI) da Unijuí. Os dados foram coletados em julho de 2009.

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Interações Medicamentosas: Analgésicos, Antiinflamatórios e Antibióticos (Parte II)

Bergamaschi et al.
Rev. Cir. Traumatol. Buco-Maxilo-fac., Camaragibe v.7, n.2, p. 9 - 18, abr./jun. 2007
Número: 215 / Publicado em 16/06/2012 - 21:12

Os autores discutem se essas associações comprometem a eficácia dos medicamentos e em que situações essas interações devem ser evitadas. Recomendações e precauções são também fornecidas com o objetivo de prevenir estas complicações.

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Avaliação de Interações Medicamentosas de Antidepressivos e Antipsicóticos em Pacientes submetidos à Farmacoterapia Antirretroviral.

Aline Alves Morera Sisca; Ângela Rodrigues Porto; Jaqueline Rocha B. dos Santos
ConScientiae Saúde, 2009;8(2):345-351.
Número: 214 / Publicado em 16/06/2012 - 21:13

A depressão, assim como a psicose decorrente dessa condição, é um fenômeno observado em pacientes HIV positivos que pode interferir na adesão ao tratamento antirretroviral. Uma vez identificado este problema, surge nova preocupação na administração de outro fármaco, quer antidepressivo, quer antipsicótico, ao esquema terapêutico desses pacientes.

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Implementação de um Programa para evitar possíveis Interações Fármaco-Alimento em Pacientes Adultos Internados em Unidades Clínicas e Cirúrgicas de um Hospital Universitário

Magedanz, Lucas; Jacoby, Thalita; Silva, Daiandy da; Santos, Luciana dos; Martinbiancho, Jacqueline; Zuckermann, Joice
Rev. HCPA & Fac. Med. Univ. Fed. Rio Gd. do Sul;29(1): 29-32, maio 2009. ilus
Número: 213 / Publicado em 16/06/2012 - 21:14

A alta incidência de prescrições contendo medicamentos possíveis de interagir com os alimentos demonstra a necessidade de um sistema que disponibilize, sistematicamente, as orientações relacionadas à correta administração dos medicamentos.

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Polifarmácia: Interações e Reações Adversas no Uso de Medicamentos por Idosos (RAM).

Silvia Regina Secoli.
Rev Bras Enferm, Brasília 2010 jan-fev; 63(1): 136-40.
Número: 212 / Publicado em 16/06/2012 - 21:16

O artigo tem por objetivo refletir sobre a polifarmácia em idosos com ênfase nas reações adversas e nas interações medicamentosas. A vulnerabilidade dos idosos aos problemas decorrentes do uso de medicamentos é bastante alta, o que se deve a complexidade dos problemas clínicos, à necessidade de múltiplos agentes terapêuticos e às alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas inerentes ao envelhecimento. Deste modo, racionalizar o uso de medicamentos e evitar os agravos advindos da polifarmácia serão, sem dúvida, um dos grandes desafios da saúde pública desse século.

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Medicamentos Anti-Retrovirais e Drogas Recreativas: Interações Medicamentosas.

Marcia Rachid e Mauro Schechter
Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro
Número: 211 / Publicado em 16/06/2012 - 21:20

Com o advento da terapia anti-retroviral potente, houve redução da mortalidade e da morbidade associadas à infecção pelo HIV. Devido ao maior tempo de vida também se tornou maior a probabilidade do uso concomitante de outras drogas, incluindo as chamadas “recreativas”, que nunca foram abandonadas ou que voltaram a fazer parte das atividades daqueles que deixaram de se sentir sob risco iminente de morte.

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