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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Hepatite A (Capítulo 78).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 838 / Publicado em 12/03/2012 - 10:39

É o tipo mais comum de hepatite viral. Causada por um RNA vírus. Transmissão pela via FECAL ORAL, a transmissão sexual e parenteral é possível durante o período de viremia. Podem ocorrer epidemias em situações de contaminação do suprimento de água (por exemplo: enchentes). A transmissão ocorre nas duas semanas que antecedem os sintomas e perdura durante mais duas a três semanas. A maioria dos casos resolve-se em quatro a seis semanas. A insuficiência hepática pode ocorrer em até 1% dos casos. Não existe hepatite A crônica. A doença pode ser prevenida com a vacinação (2 doses).

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Abscessos Cutâneos (Capítulo 77).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 837 / Publicado em 12/03/2012 - 10:39

É uma doença infecciosa causada por um arbovírus (existem quatro tipos diferentes de vírus do dengue DEN1, DEN 2, DEN 3 e DEN 4), que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. Pode ser transmitido por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que picam durante o dia, ao contrário do mosquito comum (Culex), que tem atividade durante a noite.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Leptospirose (Capítulo 76).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 836 / Publicado em 12/03/2012 - 10:39

Incubação de 2 a 20 dias. Infecção causada pela Leptospira interrogans, cujos grupos sorológicos mais associados a infecção é a Leptospira icterohaemorrhagiae (transmitida por ratos), existem outros tipos de Leptospira cujo reservatório é em outros animais. A infecção afeta o fígado e outros orgãos. A transmissão é feita para o homem através de: ingestão de alimentos ou água contaminados pela urina do animal ou penetração de pequenas lesões na pele ou pelas conjuntivas. Complicações são: miocardite, insuficiência renal, meningite asséptica e pneumonite com hemorragia. A doença aparece em casos esporádicos ou em surtos após inundações.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Tuberculose Pulmonar (Capítulo 75).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 835 / Publicado em 12/03/2012 - 10:39

Infecção causada pelo Mycobacterium tuberculosis. O tratamento é iniciado com mínimo três drogas, geralmente incluindo isoniazida, rifampicina e pirazinamida. A tuberculose por germe multirresistente está se tornando um problema especialmente em pacientes com HIV. Aproximadamente 15% dos casos de tuberculose, apresentam envolvimento extrapulmonar. Os locais mais afetados são: linfonodos, pleura, pericárdio e meninges.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Abscessos Cutâneos (Capítulo 74).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 834 / Publicado em 12/03/2012 - 10:40

Resultam de uma quebra na barreira cutânea com contaminação da flora bacteriana residente.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Osteomielite (Capítulo 73).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 833 / Publicado em 12/03/2012 - 10:40

Infecção piogênica do osso. O osso pode ser infectado por via hematogênica ou foco de infecção contíguo. A forma hematogênica é mais comum em crianças, nos adultos atinge principalmente os corpos vertebrais. Em 90% dos casos é causada pelo Staphylococcus aureus. A disseminação da infecção de um foco contíguo é a forma mais comum em adultos. Os diabéticos e pacientes com insuficiência vascular periférica são propensos a osteomielite. Os ossos longos são os mais afetados especialmente das extremidades inferiores.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Erisipela (Capítulo 72).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 832 / Publicado em 12/03/2012 - 10:40

É uma celulite superficial com envolvimento linfático. Causada quase sempre pelo Estreptococos do Grupo A. Está associada a uma porta de entrada pela pele.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Endocardite Infecciosa (Capítulo 71).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 831 / Publicado em 12/03/2012 - 10:41

Divide-se em endocardite de válvula nativa e de válvula protética. A endocardite de válvula nativa representa 70% dos casos e os pacientes geralmente tem doenças predisponentes como: febre reumática, patologias congênitas, uso de drogas IV ou doença periodôntica. Usuários de drogas venosas apresentam risco de doença na válvula tricúspide e 50% dos casos são causados por Staphylococcus aureus.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Meningite (Capítulo 70).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 830 / Publicado em 12/03/2012 - 10:42

QUADRO CLÍNICO: Febre. Rigidez de nuca ou abaulamento de fontanela em lactentes jovens. Cefaléia. Alterações do sensório. Vômitos. Líquor alterado (a punção lombar deverá ser efetuada em ambiente hospitalar sendo a única forma de confirmação diagnóstica e sua etiologia).

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Doença Inflamatória Pélvica (Capítulo 69).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 829 / Publicado em 12/03/2012 - 10:42

Infecção do trato genital superior feminino, que é precedida geralmente por cervicite. É polimicrobiana e associa-se com os organismos transmitidos sexualmente Neisseria gonorheae e Chlamydia trachomatis e outros organismos endógenos como anaeróbios, estreptococos e gram negativos. É mais frequente na mulher jovem, nulípara e com múltiplos parceiros sexuais. Pode complicar-se com peritonite, abscesso tubo-ovariano e infertilidade.

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