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Protocolo de Tratamento da Hepatite C Crônica com Interferon e Ribavirina.

Departamento de Clínica Médica - Disciplina de Gastroenterologia.
Universidade Estadual de Campinas – Faculdade de Ciências Médicas – Hospital de Clínicas.
Número: 932 / Publicado em 19/06/2012 - 16:19

A hepatite C vem sendo reconhecida mundialmente como um dos mais importantes problemas de saúde pública nos últimos anos. A prevalência global desta infecção é estimada em 3%, ou seja, aproximadamente 150 milhões de pessoas são infectadas pelo vírus da hepatite C (VHC). Estudos realizados em centros europeus e norte-americanos revelam que o VHC está associado a grande parte dos casos de hepatite crônica (~70%), cirrose avançada (~40%) e de carcinoma hepatocelular (~60%), fazendo com que tal infecção seja responsável por, no mínimo, um terço dos transplantes hepáticos realizados mundialmente.

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Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): Características, Classificação, Sintomas e Tratamento.

Silva, D.R.S da, et al.
ConScientiae Saúde, São Paulo, v.6, n.2, p. 351-359, 2007.
Número: 931 / Publicado em 19/06/2012 - 16:21

Quando as manias dificultam a vida das pessoas, podemos dizer que a probabilidade de elas apresentarem transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é considerável.

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Transtornos de Ansiedade: Diagnóstico e Tratamento.

Associação Brasileira de Psiquiatria.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 930 / Publicado em 19/06/2012 - 16:24

Fornecer orientações sobre o diagnóstico e o tratamento dos transtornos de ansiedade.

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Consenso Sobre o Tratamento da Dependência de Nicotina.

Marques ACPR et al.
Rev Bras Psiquiatr 2001;23(4):200-14
Número: 929 / Publicado em 19/06/2012 - 16:26

Têm sido atribuídas à dependência de nicotina 20% das mortes nos EUA. Estudos têm mostrado que 30% a 50% das pessoas que começam a fumar escalam para um uso problemático. Nos últimos 20 anos, a educação e a persuasão não foram suficientes para promover uma mudança política, cultural e social relacionada ao comportamento de fumar. As intervenções para interromper o uso de tabaco ainda não estão integradas às rotinas dos serviços de saúde no mundo.

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Manual de Orientações Básicas para Prescrição Médica.

Célia Maria Dias Madruga, Eurípedes Sebastião Mendonça de Souza.
Conselho Federal de Medicina - Conselho Regional de Medicina da Paraíba - João Pessoa - PB 2009.
Número: 928 / Publicado em 19/06/2012 - 16:27

O Manual dirige-se aos profissionais médicos, esperando que esta coleta de atuais informações proporcione uma boa prática de Prescrição Médica. Pretende esclarecer as dúvidas mais frequentes e evitar os erros prescritivos que ocorrem no exercício da profissão médica.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Transplante Renal - Medicamentos Imunossupressores.

Portaria SAS/MS nº 221, de 01 de abril de 2002.
Ministério da Saúde
Número: 927 / Publicado em 19/06/2012 - 16:28

Transplante é a transferência de células, tecidos ou órgãos vivos de um doador a um receptor com a intenção de manter a integridade funcional do material transplantado no receptor. Seu grande limitador é a rejeição, a qual pode ser mediada por reação celular e/ou humoral. O uso de drogas imunossupressoras tem por objetivo o controle deste fator.

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Protocolo Clínico: Dor Neuropática e Uso da Gabapentina.

Comissão Permanente de Protocolos de Atenção à Saúde.
Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.
Número: 925 / Publicado em 19/06/2012 - 16:34

A gabapentina é um análogo estrutural do ácido gamaminobutírico (GABA) um neurotransmissor inibitório. Embora sua estrutura seja semelhante à do GABA, ela não se fixa aos receptores deste ácido e seu mecanismo de ação exato ainda não é totalmente conhecido. É um sólido cristalino esbranquiçado, solúvel em água e em soluções aquosas básicas ou ácidas. Por atravessar a barreira hemotoencefálica foi logo descoberto seu efeito nos transtornos neurológicos e especialmente sua atividade antiepilética.

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Protocolo Clínico: Manejo Prático da Ascite.

Leonardo Soares da Silva
COOPERCLIM – AM
Número: 924 / Publicado em 19/06/2012 - 16:37

Ascite é definida como acúmulo de líquido livre na cavidade peritoneal. Manifestação comum na hipertensão portal da cirrose hepática. A paracentese deve ser realizada em todos pacientes com ascite, independentemente da sua etiologia. A complicação comum na ascite de origem hepática é peritonite bacteriana espontânea, que deve ser tratada com antibioticoterapia, devido sua alta mortalidade. Este artigo é uma visão prática no diagnóstico e na conduta do paciente com ascite.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Fibrose Cística.

Portaria SAS/MS nº 263, de 18 de julho de 2001.
Ministério da Saúde.
Número: 922 / Publicado em 19/06/2012 - 09:44

Fibrose cística é uma desordem genética (autossômica recessiva) caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina e disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária1. A incidência estimada é de 1:3.000 nascidos vivos entre caucasianos, caindo para 1:17.000 entre afro-americanos e para 1:90.000 entre asiáticos. Apresenta morbimortalidade muito elevada, com apenas 34% dos pacientes chegando à idade adulta e menos de 10% ultrapassando os 30 anos de idade – a sobrevida média é de 28 anos.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Fenilcetonúria.

Portaria SAS/MS nº 847, de 31 de outubro 2002.
Ministério da Saúde.
Número: 921 / Publicado em 17/03/2012 - 15:27

Fenilcetonúria (FNC) é um erro inato do metabolismo, de herança autossômica recessiva, cujo defeito metabólico (geralmente na fenilalanina hidroxilase) leva a acúmulo de fenilalanina (FAL) no sangue e a aumento da excreção urinária de ácido fenilpirúvico e fenilalanina. Foi a primeira doença genética a ter um tratamento realizado a partir de terapêutica dietética específica. Sem a instituição de diagnóstico e tratamento precoces (anterior aos 3 meses de vida através de programas de triagem neonatal), a criança portadora de fenilcetonúria apresenta um quadro clínico clássico caracterizado por atraso global do desenvolvimento neuropsicomotor, deficiência mental, comportamento agitado ou padrão autista, convulsões, alterações eletroencefalográficas e odor característico na urina. Pacientes que fazem o diagnóstico no período neonatal e recebem a terapia dietética adequada precocemente não apresentam o quadro clínico descrito.

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