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Reanimação Cárdio-Respiratória no Adulto

Keyla Cristiane do Nascimento e Mario Coutinho
Núcleo de Educação em Urgências de Santa Catarina – Brasil - 2008
Número: 1807 / Publicado em 16/11/2011 - 10:13

A Parada Cárdio-Respiratória (PCR) é uma urgência vital – CÓDIGO 01. Deverá ser acionado sempre a unidade que estiver mais próxima para dar o início às manobras de suporte básico de vida em RCP e sempre acionar uma Unidade de Suporte Avançado (USA) caso não seja a primeira unidade acionada. A presença da USA é imprescindível, pois serão realizados procedimentos específicos do Suporte Avançado de Vida, tais como: Intubação Oro-traqueal, Desfibrilação e administração de fármacos IV (adrenalina, amiodarona).

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III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica

Guilherme P. P. Schettino et al
http://neu.saude.sc.gov.br/arquivos/iii_consenso_brasileiro_de_ventilacao_mecanica_2006.pdf
Número: 1806 / Publicado em 16/11/2011 - 09:53

O uso da ventilação não invasiva com pressão positiva (VNI) para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada foi, certamente, um dos maiores avanços da ventilação mecânica nas últimas duas décadas. Apesar do seu uso ser relativamente recente, o grande número de séries de casos, ensaios clínicos randomizados, meta-análises ou revisões sistemáticas, assim como conferências de consenso e diretrizes publicadas até o presente momento, tornaram a aplicação dessa técnica mais “baseada em evidências” do que provavelmente qualquer outra medida de suporte ventilatório.

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I Diretriz Latino-Americana para Avaliação e Conduta na Insuficiência Cardíaca Descompensada

Grupo de Estudos de Insuficiência Cardíaca (GEIC)
Arquivos Brasileiros de Cardiologia - Volume 85, Suplemento III, Setembro 2005
Número: 1805 / Publicado em 16/11/2011 - 09:48

A insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome endêmica em todo o mundo, que pode se manifestar como doença crônica estável ou descompensada. De acordo com a I Diretriz Latino-Americana de Insuficiência Cardíaca Descompensada, a ICD pode ser aguda (de recente começo), descompensada propriamende dita (com instabilização de um quadro crônico), ou refratária, persistente. É justamente a ICD a principal causa de internação nos países desenvolvidos. No Brasil, trata-se da terceira causa geral de internação e a primeira cardiovascular, apresentando alta mortalidade.

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Campanha Sobrevivendo à Sepse: Tratamento – Diretrizes Revisadas.

Surviving Sepsis Campaign - SSC.
Latin American Sepsis Institute.
Número: 1796 / Publicado em 20/06/2012 - 10:31

Série de 59 diapositivos com as recomendações da Surviving Sepsis Campaign (em português).

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Diretrizes para o Tratamento de Pacientes com Sepse Grave e Choque Séptico.

Latin American Sepsis Institute.
Intensive Care Medicine 2008;34:17-60.
Número: 1795 / Publicado em 20/06/2012 - 10:33

Campanha Sobrevivendo à Sepse. Este é o resumo das diretrizes para o tratamento de pacientes com sepse grave e choque séptico publicado na íntegra em Intensive Care Medicine.

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Avaliação do Cuidado Prestado a Pacientes Diabéticos em Nível Primário.

Rejane B. Araújo, Iná dos Santos, Marcelo A. Cavaleti, Juvenal S. D. da Costa e Jorge U. Béria
Revista de Saúde Pública vol 33 (1): 24-32, 1999
Número: 1793 / Publicado em 20/06/2012 - 10:35

A incidência e a prevalência do diabetes mellitus vêm aumentando em várias populações, tendo se tornado uma das doenças crônicas mais prevalentes em todo o mundo.

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Obesidade: Hábitos Nutricionais, Sedentarismo e Resistência à Insulina.

Pereira, Francischi & Lancha-Junior
Arq Bras Endocrinol Metab vol 47 nº 2 Abril 2003
Número: 1792 / Publicado em 20/06/2012 - 10:36

A obesidade já é considerada uma epidemia mundial independente de condições econômicas e sociais. O risco aumentado de mortalidade e morbidade associado à obesidade tem sido alvo de muitos estudos que tentam elucidar os aspectos da síndrome X como conseqüência da obesidade. Esta síndrome é caracterizada por algumas doenças metabólicas, como resistência à insulina, hipertensão, dislipidemia.

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Diagnóstico e Tratamento da Hipertensão Pulmonar: uma Atualização.

Susana Hoette; Carlos Jardim; Rogério de Souza.
J Bras Pneumol. 2010;36(6):795-811
Número: 1791 / Publicado em 20/06/2012 - 10:38

Ao longo dos últimos cinco anos, o conhecimento na área de hipertensão pulmonar evoluiu de forma consistente e significativa. Novos algoritmos diagnósticos e de tratamento foram desenvolvidos com base no resultado de diversos estudos clínicos que evidenciaram a utilidade de novas ferramentas, assim como a eficácia de novos medicamentos e de combinações. Da mesma forma, a classificação da hipertensão pulmonar evoluiu, na tentativa de agrupar as diferentes formas de hipertensão pulmonar que apresentam abordagens diagnósticas e terapêuticas semelhantes a fim de facilitar a condução clínica dos pacientes. Esta revisão visa discutir cada uma dessas modificações, tendo por base as diretrizes brasileiras para manejo da hipertensão pulmonar de 2005, ressaltando aquilo que foi acrescentado às diretrizes internacionais.

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IV Diretriz Brasileira sobre Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose

Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia
Arq. Bras. Cardiol. [online]. 2007, vol.88, suppl.1, pp. 2-19.
Número: 1790 / Publicado em 20/06/2012 - 10:58

O conhecimento da abordagem diagnóstica e terapêutica das dislipidemias é de fundamental importância não apenas para o cardiologista, visto que as dislipidemias são achados frequentes em sua forma isolada ou associada a outros distúrbios metabólicos (tireoideanos, hepáticos, renais ou associados ao diabetes mellitus), em consequência do emprego de medicamentos como diuréticos, beta-bloqueadores, imunossupressores, antirretrovirais, corticosteroides e, ainda, nas formas genéticas.

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Perfil Epidemiológico dos Pacientes com Vitiligo e sua Associação com Doenças da Tireóide.

Nunes DH, Esser LMH.
An Bras Dermatol. 2011;86(2):241-8.
Número: 1789 / Publicado em 20/06/2012 - 11:01

O vitiligo é considerado a hipomelanose adquirida mais frequente. Apesar de sua etiopatogenia ser incerta, acredita-se que a etiologia autoimune seja a mais plausível, teoria que se fundamenta na concomitância de vitiligo com doenças autoimunes. Os resultados deste estudo são similares aos de outros autores, mostrando que as doenças autoimunes da tireoide são mais frequentes nos pacientes com vitiligo.

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