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Manual de Vigilância Epidemiológica: Caxumba e Varicela - Orientações para Surtos e Epidemias

Secretaria de Estado da Saúde. Coordenadoria de Controle de Doenças . Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac”.
Governo do Estado de São Paulo - 2001
Número: 2367 / Publicado em 22/04/2012 - 20:05

Tanto a caxumba como a varicela não são doenças de notificação mas, como se sabe, é preciso notificar e investigar todo surto ou epidemia, independente da doença ou agravo, para a adoção das medidas de controle.

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Manual de Vigilância de Epizootias em Primatas Não-Humanos

Secretaria de Vigilância em Saúde
Ministério da Saúde – Brasília, 2005.
Número: 2366 / Publicado em 22/04/2012 - 19:59

Sua leitura atualizará os profissionais de saúde nos conhecimentos acerca dos aspectos epidemiológicos, características e distribuição geográfica dos primatas não-humanos, realização de necropsia em campo, colheita de material biológico, análise e divulgação dos dados, medidas de controle da febre amarela e diretrizes para o estabelecimento da vigilância entomológica e de epizootias.

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Botulismo - Orientações para Pacientes e Familiares

Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar. Centro de Vigilância Epidemiológica "Prof. Alexandre Vranjac"
Governo do Estado de São Paulo - São Paulo - 2002
Número: 2365 / Publicado em 22/04/2012 - 19:49

O botulismo é uma doença paralítica, bastante grave, causada por uma toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum (C. botulinum). O nome botulismo vem da palavra latina "botulus" que significa salsicha. Essa doença foi descrita pela primeira vez na Alemanha, no século XVIII, quando ocorriam grandes surtos provocados pela ingestão de salsichas feitas em casa.

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Norma Técnica do Programa de Imunização

Secretaria de Estado da Saúde. Coordenadoria de Controle de Doenças. Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac”.
Governo do Estado de São Paulo - São Paulo - 2008
Número: 2364 / Publicado em 22/04/2012 - 19:45

Esta nova versão da Norma Técnica do Programa de Imunização paulista, além de ser uma atualização da publicação anterior, está ampliada já que acrescenta as orientações sobre as vacinas incorporadas nos últimos dez anos, bem como as novas indicações para o seu uso. São destaques: a imunização de idosos contra gripe, que foi incorporada à rotina; a vacina Tetravalente, com proteção contra hemófilo b, que passou a substituir a DTP; a vacina contra rotavírus para recém-nascidos, incluída no calendário básico dos recém-nascidos; e a introdução de um reforço da Tríplice Viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) para crianças entre 4 e 6 anos.

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Guia de Orientações Técnicas - Hepatites B e C

Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Governo do Estado de São Paulo - 2002
Número: 2363 / Publicado em 22/04/2012 - 19:41

As hepatites virais são doenças infecciosas, de transmissão inter-humana, distribuídas universalmente, que podem apresentar evolução aguda e/ou crônica, constituindo-se em importante problema de saúde pública. Estas infecções compreendem um conjunto de vírus hepatotrópicos, que são identificados por letras do alfabeto. Já são bem conhecidas as hepatites causadas pelos vírus A, B, C, D e E. Ainda há um conjunto de infecções causadas por outros vírus hepatotrópicos, que estão sendo identificados, tais como hepatites pelo vírus G1, e mais recentemente vírus TTV e vírus SEN-V2. Apesar de semelhanças na apresentação clínica, elas diferem, além da etiologia, em aspectos epidemiológicos e evolução clínica.

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Guia de Vigilância para Erradicação do Sarampo, Controle da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita

Fundação Nacional de Saúde.
Ministério da saúde - 1 ed. Brasília: 2000
Número: 2362 / Publicado em 22/04/2012 - 19:35

O conteúdo deste Guia está dividido em três partes. Na primeira trata de forma aprofundada e detalhada sobre todos os aspectos técnicos e operacionais relacionados à vigilância epidemiológica do sarampo. Na parte dois o enfoque é para a rubéola e na parte três para a SRC. Algumas orientações, por serem válidas para o sarampo e a rubéola, estão referidas em uma outra parte, daí a importância de fazer a leitura e a consulta do documento como um todo.

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Cólera - Normas e Instruções

Divisão de Vigilância Epidemiológica das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar - CVE/SES - SP
Governo do Estado de São Paulo - 2002
Número: 2361 / Publicado em 22/04/2012 - 19:25

Doença infecciosa aguda, transmissível, caracterizada, em sua forma mais evidente, por diarréia aquosa súbita, cujo agente etiológico é o Vibrio cholerae (bactéria Gram-negativa, em forma de bastonete encurvado, móvel), transmitida principalmente pela contaminação fecal da água, alimentos e outros produtos que vão à boca. A cólera é um modelo clássico de enterotoxigenicidade.

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Botulismo

Divisão de Vigilância Epidemiológica das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar - CVE/SES - SP
Governo do Estado de São Paulo - 2002
Número: 2360 / Publicado em 22/04/2012 - 19:26

O botulismo é uma doença resultante da ação de uma potente toxina produzida por uma bactéria denominada Clostridium botulinum (C. botulinum). De ocorrência súbita, caracteriza-se por manifestações neurológicas seletivas, de evolução dramática e elevada letalidade. É adquirida mais comumente, em nosso meio, pela ingestão de alimentos contaminados, tais como embutidos e conservas caseiras em latas ou vidros.

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Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos - Parte II

Fundação Nacional de Saúde
Ministério da Saúde - 2ª Edição revisada - 2001
Número: 2359 / Publicado em 22/04/2012 - 19:00

Os dados apresentados referem-se às notificações encaminhadas pelas secretarias estaduais de saúde à Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) do Ministério da Saúde. Ainda que, em determinadas regiões, ocorra subnotificação, é possível hoje dimensionar e construir um perfil epidemiológico dos acidentes no país.

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Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos - Parte I

Fundação Nacional de Saúde
Ministério da Saúde - 2ª Edição revisada - 2001
Número: 2358 / Publicado em 22/04/2012 - 18:59

O presente manual resulta da revisão e fusão do Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes Ofídicos (1987) com o Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos (1992). Destina-se, principalmente, aos profissionais da área da saúde, contendo informações atualizadas que visam fornecer subsídios técnicos para identificação, diagnóstico e conduta deste tipo de agravo à saúde.

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04/02/2016
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