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Parte IV – Protocolos de Trauma: Amputações Traumáticas (Capítulo 98).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 858 / Publicado em 19/06/2012 - 09:05

São vistas em acidentes industriais e automobilísticos, com maior incidência em homens jovens. O tratamento inicial deve ser rápido pela gravidade da lesão e pela possibilidade de implante do membro amputado. São lesões incapacitantes e mutilantes e algumas vezes podem ameaçar a vida da vítima.

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Parte IV – Protocolos de Trauma: Esmagamentos (Capítulo 97).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 857 / Publicado em 12/03/2012 - 11:08

Existe o risco da “Síndrome pós-liberação”, compreendida por: choque por perda para 3º espaço pelo edema muscular, acidose e hipercalemia de reperfusão e insuficiência renal aguda por mioglobinúria. Estes pacientes podem apresentar morte súbita pela hipercalemia. Caso o eletrocardiograma mostre alterações típicas de hipercalemia, iniciar tratamento com sais de cálcio e bicarbonato de sódio.

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Parte IV – Protocolos de Trauma: Lesões Músculo-Esqueléticas (Capítulo 96).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 856 / Publicado em 12/03/2012 - 11:08

A maioria das lesões de extremidades não causa risco imediato de vida, sendo avaliadas durante o exame detalhado do traumatizado. Frequentemente são as lesões mais evidentes no politraumatizado, possuindo o potencial de desviar a atenção do socorrista de lesões mais graves. O exame e tratamento da vítima devem priorizar as condições que causem instabilidade: obstrução de vias aéreas, respiração ineficaz e instabilidade circulatória.

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Parte IV – Protocolos de Trauma: Traumatismo da Cabeça (Capítulo 95).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 855 / Publicado em 12/03/2012 - 11:09

Os traumatismos da cabeça são causas importantes de óbito pós-trauma, aproximadamente 40% dos politraumatizados apresentam lesões do SNC. Os traumatismos da cabeça são a segunda causa de morte por lesão do sistema nervoso central após os acidentes vasculares cerebrais. Aproximadamente 25% dos óbitos em vítimas de trauma são causados diretamente por estes traumatismos. Cerca de 75% das mortes causadas por acidentes automobilísticos apresentam lesão intracraniana. A maioria dos casos graves (75%) é secundária a acidentes automobilísticos, associados em até 40% dos casos a ingestão alcoólica. A segunda causa mais frequente de traumatismo de cabeça é a agressão. Em 5 a 10% dos casos existe associação do traumatismo da cabeça com o traumatismo da coluna cervical.

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Parte IV – Protocolos de Trauma: Traumatismo de Coluna Vertebral (Capítulo 94).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 854 / Publicado em 12/03/2012 - 11:09

Lesões de coluna vertebral podem ocasionar a morte ou incapacidade permanente. Aproximadamente 10% das lesões medulares ocorrem por manipulação incorreta das vítimas de trauma por socorristas ou pessoal hospitalar. A proteção da coluna cervical é uma das prioridades do tratamento pré-hospitalar, a não ser que outra situação esteja produzindo risco de vida iminente. Causas: acidentes automobilísticos, quedas, acidentes esportivos, acidentes de trabalho e ferimentos por armas de fogo. As lesões medulares podem ser classificadas do ponto de vista clínico em completas e incompletas. As completas resultam em perda total de função, ao exame o paciente não tem movimentação ou sensações abaixo do nível de lesão, nas incompletas há preservação de algumas funções. Mesmo algumas lesões que parecem completas podem melhorar, deste modo todos os pacientes devem ser tratados com o máximo de cuidado para evitar o “Segundo Trauma” e danos secundários a medula espinhal.

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Parte IV – Protocolos de Trauma: Atendimento ao Politraumatizado (Capítulo 93).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 853 / Publicado em 12/03/2012 - 11:09

As vítimas de trauma não recebem tratamento definitivo no ambiente pré-hospitalar. A maioria das mortes evitáveis decorre do retardo no início do tratamento cirúrgico. O tratamento dos politraumatizados requer economia de tempo no pré-hospitalar e no transporte do paciente. A “Hora de Ouro” começa no momento em que a vítima se fere e não quando inicia o seu atendimento. Os minutos perdidos antes da chegada do socorro são tão importantes quanto os perdidos por ações desorganizadas durante o atendimento.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Acidentes Ofídicos (Capítulo 92).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 852 / Publicado em 12/03/2012 - 11:10

Ofidismo é o acidente causado por picada de cobra venenosa. Em nosso país cerca de 90% dos acidentes são causados pela jararaca, serpente do gênero Bothrops. A jararaca apresenta a cor parda, possuindo fosseta loreal e escamas da cauda lisas. É geralmente encontrada em locais úmidos, sendo a jararaca bastante agressiva. Seu veneno é coagulante e proteolítico, causando dor e necrose no local da picada e coagulação intravascular disseminada (CID) com sangramentos difusos.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Pediculose (Capítulo 91).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 851 / Publicado em 12/03/2012 - 10:35

Infestação parasítica por piolhos. As seguintes áreas do corpo podem ser afetadas: Pele pelo Pediculus humanus var corporis. Escalpo pelo Pediculus humanus var capitis. Região pubiana (chato) pelo Pthirus pubis. Os piolhos são semelhantes, medindo entre 3 a 4 mm de comprimento. Aqueles que causam a pediculose na pele são geralmente encontrados nas roupas dos pacientes, sendo raramente vistos sobre o corpo. A infestação corporal ocorre em pessoas que vivem em baixíssimas condições de higiene, a pubiana tem transmissão sexual, no couro cabeludo ocorre pelo uso compartilhado de pentes, bonés e pode ser epidêmica entre crianças na escola elementar de todas as faixas sócio-econômicas. Adultos que tem contato com crianças infestadas podem adquirir a pediculose de couro cabeludo.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Miíase (Capítulo 90).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 850 / Publicado em 12/03/2012 - 10:35

Zoodermatose caracterizada pela invasão por larvas de moscas de várias espécies na pele, mucosas e/ou de orifícios naturais. As larvas de mosca podem alimentar-se de tecido humano vivo ou necrosado (dependendo do tipo de mosca). São classificadas em primárias e secundárias. Miíase primária ou furunculóide (berne) a larva da mosca Dermatobia hominis, alimenta-se de tecido vivo. Miíase secundária (bicheira) a larva da mosca varejeira invade tecidos necrosados da pele ou da mucosa para alimentar-se.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Escabiose (Capítulo 89).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 849 / Publicado em 12/03/2012 - 10:36

Dermatite causada pela infestação pelo Sarcoptes scabiei.Causa frequente de epidemias em escolas, quartéis, asilos, casa de detenção e outras comunidades fechadas. O tratamento deve ser estendido a toda a família e em contatos diretos do paciente. As medidas preventivas são muito importantes. Instituir precaução de contato (luvas e capotes). O período de incubação é de 5 a 15 dias. A forma crostosa é altamente infectante e ocorre em imunodeprimidos. A forma nodular é altamente pruriginosa podendo ocorrer na região inguinal, genitália masculina e axilas. A infecção secundária é a principal complicação.

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Atualizado em
04/02/2016
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