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Estatuto do Idoso

Secretaria-Executiva - Série E. Legislação de Saúde
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2003
Número: 2173 / Publicado em 03/04/2012 - 09:58

O aumento da longevidade e a redução das taxas de mortalidade, nas últimas décadas do século passado, mudaram o perfil demográfico do Brasil. Rapidamente, deixamos de ser um “país de jovens” e o envelhecimento tornou-se questão fundamental para as políticas públicas. Os brasileiros com mais de 60 anos representam 8,6% da população. Esta proporção chegará a 14% em 2025 (32 milhões de idosos).

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Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

ABrELA
http://www.abrela.org.br/PDF/livreto_2010.pdf
Número: 2172 / Publicado em 03/04/2012 - 08:15

Objetivando-se um melhor entendimento da esclerose lateral amiotrófica no Brasil, propiciar maiores informações e facilitação para orientações terapêuticas, médicos brasileiros com o apoio do Laboratório Sanofi-Aventis fundaram a ABrELA em 1998, sendo que suas atividades iniciaram-se em 1999. A primeira iniciativa foi catalogar os pacientes no território nacional. Em 1998, por meio de pesquisa com médicos brasileiros, foram identificados 540 pacientes com ELA, sendo 58,5% do sexo masculino. Cerca de 5,9% dos pacientes tinham uma história familiar de outros casos de ELA. A média de idade de aparecimento dos primeiros sintomas foi de 52 anos, mais baixa que na Europa e nos Estados Unidos. Estima-se, em nosso meio uma incidência de 1,5 casos/100.000 pessoas, ou seja, 2500 pacientes/ano.

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Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa : Manual de Preenchimento

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série A. Normas e Manuais Técnicos
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2008
Número: 2171 / Publicado em 02/04/2012 - 09:40

Segundo as projeções estatísticas da Organização Mundial da Saúde (OMS), o período de 1975 a 2025 será a era do envelhecimento – a população de idosos no País crescerá 16 vezes –, colocando o Brasil em termos absolutos como a sexta população de idosos do mundo, ou seja, mais de 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. Paralela a essa transição demográfica, ocorreu uma importante transformação do perfil das doenças na população, cujas doenças próprias do envelhecimento, que costumam ser crônicas e múltiplas, ganharam maior expressão no conjunto da sociedade.

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Controle dos Cânceres do Colo do Útero e da Mama

Secretaria de Vigilância em Saúde - Cadernos de Atenção Básica nº13
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2006
Número: 2170 / Publicado em 02/04/2012 - 09:35

Dentre alguns desafios para se alcançar integralidade na assistência à saúde da mulher na Atenção Básica, estão as ações de controle dos cânceres do colo do útero e da mama. O câncer está entre as principais causas de morte na população feminina e, a mudança de hábitos, aliada ao estresse gerado pelo estilo de vida do mundo moderno, contribuiem diretamente na incidência dessa doença. Alguns fatores como o tipo de alimentação, o sedentarismo, o tabagismo, a sobrecarga de responsabilidades – aumento considerável do número de mulheres chefes de família –, a competitividade, o assédio moral e sexual no mundo do trabalho, têm relevância destacada na mudança do perfil epidemiológico da situação e doença das mulheres.

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Dermatoses Ocupacionais

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série A. Normas e Manuais Técnicos
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2006
Número: 2169 / Publicado em 02/04/2012 - 09:26

Com o intuito de atender os trabalhadores com suspeita de agravos à saúde relacionados ao trabalho, incluindo os procedimentos compreendidos entre o primeiro atendimento até a notificação, esta publicação trata-se de dotar o profissional de mais um instrumento para o cumprimento de seu dever enquanto agente de Estado, contribuindo para melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e, por conseguinte, para a garantia de seus direito à saúde, e visa também oferecer recomendações e parâmetros para seu diagnóstico, tratamento e prevenção.

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Diretrizes para o Controle da Sífilis Congênita

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série Manuais nº 62
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2005
Número: 2168 / Publicado em 02/04/2012 - 09:20

Quando a mulher adquire sífilis durante a gravidez,poderá haver infecção assintomática ou sintomática nos recém-nascidos. Mais de 50% das crianças infectadas são assintomáticas ao nascimento, com surgimento dos primeiros sintomas, geralmente, nos primeiros 3 meses de vida. Por isso, é muito importante a triagem sorológica da mãe na maternidade.

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Doenças Infecciosas e Parasitárias: Guia de bolso

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série B. Textos Básicos de Saúde
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2010
Número: 2167 / Publicado em 02/04/2012 - 09:16

Como é especialmente dirigido aos médicos, em particular para aqueles que desempenham as suas funções nos serviços de saúde pública de nosso país, esta obra deve oferecer informações atualizadas sobre aspectos clínicos, epidemiológicos, laboratoriais, tratamento e medidas de prevenção e controle daquelas doenças que em função de sua magnitude ou gravidade com que acomete a população brasileira apresentam potencial para, além de danos à saúde dos indivíduos, tornarem-se um importante problema de saúde pública.

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Guia de Apoio para Grupos de Autocuidado em Hanseníase

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série A. Normas e Manuais Técnicos
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2010
Número: 2166 / Publicado em 02/04/2012 - 09:10

Este guia contém orientações e sugestões práticas de como organizar, implementar e desenvolver grupos de autocuidado. Visa auxiliar e apoiar profi ssionais de saúde e pacientes com hanseníase que buscam desenvolver ações de saúde no campo do autocuidado e da inclusão social. Com esse guia esperamos estar contribuindo para aprimorar a atenção integral à saúde das pessoas com hanseníase, desenvolvendo trabalhos e ações que possibilitem uma maior autonomia dos pacientes no cuidado de sua saúde e na busca de soluções para a melhoria da qualidade de suas vidas.

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Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série A. Normas e Manuais Técnicos
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2003
Número: 2165 / Publicado em 02/04/2012 - 09:02

Neste manual, os profissionais de saúde podem contar com as normas e recomendações aqui reunidas nas áreas de diagnóstico clínico, laboratorial, tratamento, vigilância epidemiológica, vigilância entomológica, medidas preventivas e de controle da leishmaniose visceral. Dessa forma, espera-se que seu uso possa contribuir significativamente na estruturação e implementação das ações, visando assim à redução da morbimortalidade da leishmaniose visceral em nosso País.

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Leishmaniose Visceral Grave: Normas e Condutas

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série A. Normas e Manuais Técnicos
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2006
Número: 2164 / Publicado em 02/04/2012 - 08:59

Este manual tem por objetivo identificar os pacientes com maior probabilidade de evoluir para a gravidade, ou que já apresentam sinais de gravidade, e orientar medidas terapêuticas mais eficazes. As recomendações aqui estabelecidas foram baseadas em evidências científicas, sempre que possível. Contudo, quando firmes recomendações não podiam ser feitas por falta de dados na literatura, as sugestões foram baseadas no consenso dos membros do grupo assessor, todos com experiência no tratamento de formas graves de LV. Esse protocolo foi debatido e aprovado por profissionais representantes das áreas de pesquisa e serviço, na VIII Reunião de Pesquisa Aplicada em Leishmanioses, em Uberaba – Minas Gerais, em 2004, e no Congresso Mundial das Leishmanioses, na Sicília – Itália, em 2005.

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