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Protocolo para Tratamento de Raiva Humana no Brasil.

Departamento de Vigilância Epidemiológica - Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, Brasília-DF, Brasil
Epidemiol. Serv. Saúde v.18 n.4 Brasília dez. 2009
Número: 630 / Publicado em 18/06/2012 - 19:50

A raiva é uma encefalite viral aguda, transmitida por mamíferos com letalidade de aproximadamente 100%, considerada um problema de saúde pública, principalmente em países em desenvolvimento. Em 2004, nos Estados Unidos, foi feito o primeiro relato, na literatura internacional, de cura da raiva em paciente que não recebeu vacina. Nesse caso, foi realizado um tratamento baseado na utilização de antivirais e sedação profunda, denominado de Protocolo de Milwaukee. Em 2008, no Brasil, na Unidade de Terapia Intensiva do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Universitário Oswaldo Cruz da Universidade de Pernambuco, em Recife-PE, um tratamento semelhante ao utilizado na paciente norteamericana foi aplicado em um jovem de 15 anos de idade, mordido por um morcego hematófago, tendo como resultados a eliminação viral (clearance viral) e a recuperação clínica.

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Abordagem das Lesões de Tendões Flexores na Zona II.

Fukushima, Walter Yoshinori; Fujiki, Edison Noboru; Ruggiero, Gustavo Mantovani; Cho, Álvaro Baik; Aita, Márcio Aurélio; Abdouni, Yussef Ali
Arq. bras. ciênc. saúde;35(1)jan.-abr. 2010.
Número: 629 / Publicado em 18/06/2012 - 19:51

A restauração de lesões nos tendões flexores da zona II é um procedimento difícil devido à sua complexidade anatômica, facilidade de formar aderências e dificuldade de estabelecer protocolos de reabilitação que reduzam o número de rupturas. O objetivo deste trabalho foi atualizar o tratamento cirúrgico das lesões nos tendões flexores da zona II.

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Métodos Farmacológicos de Indução do Trabalho de Parto: Qual o melhor?

Souza, Alex Sandro Rolland; Amorim, Melania Maria Ramos; Noronha Neto, Carlos.
Femina;38(5)maio 2010.
Número: 628 / Publicado em 18/06/2012 - 19:13

A indução do parto consiste em estimular artificialmente as contrações uterinas coordenadas e efetivas antes de seu início espontâneo, levando ao desencadeamento do trabalho de parto em mulheres que ultrapassaram a 22ª semana de gravidez. A antecipação do parto pode ser necessária em diversas situações obstétricas, como gestação prolongada, diabetes, ruptura prematura das membranas e pré-eclâmpsia. Estima-se que mais de 15% de todas as gestantes apresentem alguma indicação de indução do parto.

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Como o Anestesiologista pode Contribuir para a Prevenção de Infecção no Paciente Cirúrgico.

Ferreira, Fabiana Aparecida Penachi Bosco; Marin, Maria Ligia Gomes; Strabelli, Tânia Mara V; Carmona, Maria José Carvalho.
Rev Bras Anestesiol;59(6): 756-766, nov.-dez. 2009.
Número: 627 / Publicado em 18/06/2012 - 19:14

O paciente cirúrgico com infecção hospitalar, além de aumentar os custos hospitalares, pode não recuperar sua condição prévia e até morrer. Além dos riscos individuais bem estabelecidos, o desenvolvimento de infecção pósoperatória depende do procedimento a que será submetido, das condições hospitalares e do cirurgião. Apesar de haver muitos protocolos visando o controle da infecção, falta padronização de intervenções intraoperatórias visando a otimização desse paciente.

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Evolução das Alterações e Atualizações do Protocolo 2007 da American Heart Association para Prevenção da Endocardite Infecciosa.

Siviero, Marcelo; Kanegane, Kazue; Bispo, Carina Gisele Costa; Tortamano, Isabel Peixoto; Armonia, Paschoal Laércio.
Rev. Inst. Ciênc. Saúde;27(2)abr.-jun. 2009.
Número: 626 / Publicado em 18/06/2012 - 19:15

Determinados procedimentos odontológicos podem causar bacteremia transitória. Pacientes com condições cardíacas de risco podem desenvolver endocardite infecciosa. Há décadas a American Heart Association (AHA) estabelece recomendações sobre procedimentos odontológicos e condições cardíacas de risco para endocardite, as quais devem receber profilaxia antibiótica. O propósito desta revisão foi descrever a evolução das alterações e divulgar as novas recomendações da AHA para a prevenção da endocardite infecciosa, publicadas em 2007.

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Antibioticoterapia em Otorrinolaringologia.

Divisão de Clínica Otorrinolaringológica. Disciplina de Otorrinolaringologia.
Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas.
Número: 625 / Publicado em 18/06/2012 - 19:16

Apresenta texto sobre antibióticos, estado clínico, farmacologia, efeitos adversos, espectro de atividade, falha terapêutica, profilaxia, principais germes envolvidos em infecções, agentes antimicrobianos (beta lactâmicos, sulfonamidas, macrolídios, clindamicina - lincomicina, aminoglicosídeos, tetraciclina, cloranfenicol / tianfenicol, vancomicina, quinolonas, metronidazol, rifanpicina e teicoplamina), drogas de escolha de acordo com o diagnóstico clínico, seleção de drogas por agentes microbianos, antibióticos e gestação, antifúngicos, antivirais, indivíduos imunocomprometidos, profilaxia antimicrobiana, e antibióticos em crianças. Traz tabelas com dosagens e intervalos e referências bibliográficas.

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Política de Antimicrobianos do Hospital de Clínicas de Porto Alegre: 2010 Comissão de Controle de Infecção Hospitalar.

Dos Santos RP et al.
Rev. HCPA & Fac. Med. Univ. Fed. Rio Gd. do Sul;30(1): 13-21, 2010.
Número: 622 / Publicado em 18/06/2012 - 19:19

Programas de controle de antimicrobianos (PCAs) têm o objetivo de promover o uso racional de antibióticos. O uso racional de antimicrobianos melhora a eficácia do tratamento, reduz os custos relacionados aos medicamentos, minimiza eventos adversos, e reduz o potencial surgimento de resistência bacteriana. A estrutura destes PCAs foi publicada pela Sociedade Americana de Doenças Infecciosas. Uma combinação de educação, formulários de restrição de prescrição, auditoria prospectiva em antimicrobianos, feedback ao corpo clínico, são formas de estabelecer um programa de sucesso. A adesão por parte dos médicos da instituição é fundamental para o bom andamento do programa. Os PCAs devem atingir a todos os médicos na instituição independentemente da função ou experiência do profissional. Para tanto, uma diretriz de uso de antimicrobianos deve ser criada para servir de embasamento para as condutas estabelecidas e os médicos devem ter acesso a estas diretrizes.

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Fatores Associados a Taxas de Cesárea em Hospital Universitário.

Sakae, Thiago Mamôru; Freitas, Paulo Fontoura; d'Orsi, Eleonora.
Rev Saude Publica;43(3): 472-480, maio-jun. 2009.
Número: 621 / Publicado em 18/06/2012 - 19:21

O Brasil apresenta uma das taxas de cesárea mais elevadas do mundo e tem sido citado como um dos exemplos mais claros do abuso deste procedimento no parto. Este fato se deve ao aprimoramento das técnicas cirúrgicas e do suporte médico pré- e pós-parto, que contribuiu para o entendimento da cesárea como procedimento inócuo, supervalorizado. Assim, houve uma ampliação das indicações médicas para esse tipo de parto. Em 1985, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indicou que a taxa de cesárea maior que 15% é medicamente injustificável. Entretanto, vem ocorrendo um aumento global das taxas que passaram, no Brasil, de 32% em 1994 para 40,2% em 1996. A redução para 36,9% no período de 1996-1999 foi seguida por um recrudescimento nas taxas para 39,9% em 2002.

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Prescrição de Dieta na Insuficiência Cardíaca Crônica: Por Que Não Fazemos?

Adriana Lopes Latado.
Arq. Bras. Cardiol. vol.93 no.5 São Paulo Nov. 2009
Número: 620 / Publicado em 18/06/2012 - 19:23

Programas de tratamento para pacientes portadores de insuficiência cardíaca crônica são eficazes em reduzir desfechos clínicos, especialmente reinternações. Equipes multidisciplinares participam desses programas, incluindo médicos clínicos e cardiologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, entre outros. Em anos recentes, tem sido reconhecida a importância da nutrição no prognóstico e no tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca.

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Avaliação da Farmacoterapia Anti-Hipertensiva em Pacientes Diabéticos Atendidos no Sistema Único de Saúde (SUS) na Rede Municipal de Saúde de Salto Grande, SP.

Obreli Neto, P. R; Franco, W. P. G; Cuman, R. K. N.
Rev. ciênc. farm. básica apl;30(3)dez. 2009.
Número: 619 / Publicado em 18/06/2012 - 19:25

Este trabalho objetivou avaliar o padrão de prescrição de medicamentos anti-hipertensivos e os níveis pressóricos de pacientes diabéticos hipertensos atendidos na Unidade Básica de Saúde. O padrão de prescrição de anti-hipertensivos para estes pacientes segue parcialmente as recomendações baseadas em evidências existentes, ocorrendo algumas escolhas de monoterapia, posologia de medicamentos e terapias medicamentosas em associação irracionais, sendo extremamente importante a adoção de estratégias educativas junto aos clínicos gerais para melhorar o tratamento medicamentoso dos diabéticos hipertensos atendidos na UBS "Cidinha Leite".

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