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Calendário de Vacinação (de 11 aos 19 anos de idade)

Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Número: 2715 / Publicado em 04/06/2013 - 08:03

A partir de 2004, o PNI ampliou sua área de atuação junto à população brasileira e o Ministério da Saúde estabeleceu três calendários obrigatórios de vacinação: o Calendário Básico de Vacinação da Criança, o Calendário de Vacinação do Adolescente e o Calendário de Vacinação do Adulto e Idoso. Estes calendários determinam as vacinas, o número de doses, a idade e o período em que devem ser tomadas para garantir uma proteção efetiva.

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Calendário Básico de Vacinação Infantil (Recém-Nascidos aos 10 anos de Idade)

Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos)
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Número: 2714 / Publicado em 04/06/2013 - 07:59

Com o objetivo de promover a vacinação da população brasileira e assim diminuir, ou até mesmo erradicar, várias doenças no território nacional, o Ministério da Saúde criou, em 1973, o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Inserido na Secretaria de Vigilância em Saúde, o Programa estabelece normas e estratégias de utilização dos imunobiológicos.

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Prontuário Médico do Paciente - Guia para Uso Prático

Simônides da Silva Bacelar e colaboradores
Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal - 2006
Número: 2713 / Publicado em 03/06/2013 - 11:57

“O prontuário do paciente representa segurança para os médicos cultos e conscienciosos, ameaça constante para audazes sem escrúpulos, ignorantes incorrigíveis e uma barreira intransponível contra reclamações e caprichos de clientes descontentes.” (Lacassagne)

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Mapa da Violência 2013 - Mortes Matadas por Armas de Fogo

Julio Jacobo Waiselfisz
Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos - CEBELA
Número: 2712 / Publicado em 28/05/2013 - 12:30

O tema da violência em geral, e o da criminalidade em particular, tem merecido crescente atenção nos últimos anos, com um incremento significativo no número de estudos. Em menor escala, também o problema das armas de fogo, seu uso, sua posse e sua distribuição no Brasil, vem recebendo crescente atenção. Contamos já com estudos que tentam quantificar ou qualificar esse fenômeno, com merecido destaque em diversos foros nacionais e internacionais. Ainda assim, temos fortes carências nessa área, devido, principalmente, à inexistência de fontes com uma dose mínima de fidedignidade que possibilitem quantificar, abordar ou aprofundar o tema.

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Classificação Internacional de Doenças em Odontologia e Estomatologia (CID-OE)

Conselho Federal de Odontologia
WHO
Número: 2711 / Publicado em 28/05/2013 - 12:25

Classificação CID

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O Cuidado das Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde - Parte 3

Eugênio Vilaça Mendes
Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde - Brasilia 2012
Número: 2710 / Publicado em 27/05/2013 - 12:00

A análise de todas essas evidências permitem supor que um bom sistema de atenção à saúde deve buscar uma otimização das relações entre os médicos especialistas e os médicos generalistas, tanto do ponto de vista quantitativo quanto qualitativo.

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O Cuidado das Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde - Parte 2

Eugênio Vilaça Mendes
Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde - Brasilia 2012
Número: 2709 / Publicado em 27/05/2013 - 11:58

O âmbito macro é o das macropolíticas que regulam o sistema de atenção à saúde; o âmbito meso é o das organizações de saúde e da comunidade; e o âmbito micro é o das relações entre as equipes de saúde e as pessoas usuárias e suas famílias. Esses níveis interagem e influenciam de forma dinâmica uns aos outros. Assim, esses níveis estão unidos por um circuito interativo de retroalimentação em que os eventos de um âmbito influenciam as ações de outro, e assim sucessivamente.

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O Cuidado das Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde - Parte 1

Eugênio Vilaça Mendes
Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde - Brasilia 2012
Número: 2708 / Publicado em 27/05/2013 - 11:44

As condições crônicas, especialmente as doenças crônicas, se iniciam e evoluem lentamente. Usualmente, apresentam múltiplas causas que variam no tempo, incluindo hereditariedade, estilos de vida, exposição a fatores ambientais e a fatores fisiológicos. Normalmente, faltam padrões regulares ou previsíveis para as condições crônicas. Ao contrário das condições agudas nas quais, em geral, pode-se esperar uma recuperação adequada, as condições crônicas levam a mais sintomas e à perda de capacidade funcional. Cada sintoma pode levar a outros, num ciclo vicioso dos sintomas: condição crônica leva a tensão muscular que leva a dor que leva a estresse e ansiedade que leva a problemas emocionais que leva a depressão que leva a fadiga que realimenta a condição crônica.

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Anti-Inflamatórios Não-Esteróides para o Resfriado Comum

Kim Soo young, Cho Hye Min, Hwang Ye-won, Moon Yoo Sun, Chang Yoon-Jung.
SBE360 - Resumo de Revisões Cochrane Traduzidas
Número: 2707 / Publicado em 24/05/2013 - 10:52

O resfriado comum é a doença conhecida para os seres humano mais frequente e difundida. Antiinflamatórios não esteroides (AINE) são drogas com ação analgésicas (redução da dor) e antitérmicas e, em doses mais elevadas, efeitos anti-inflamatórios. Têm sido amplamente utilizados por mais de um século para o tratamento de dor e febre associado com o resfriado comum. Esta revisão encontrou nove estudos (incluindo 1.069 participantes) que compararam vários AINEs quer uns com os outros ou com uma substância inativa que não tem valor de tratamento (placebo). Nossos achados sugerem que os AINEs podem melhorar a maioria dos sintomas causadas pelo resfriado comum relacionados a dor, mas não há evidência clara que os AINEs são eficazes para melhorar a tosse e coriza causadas pelo resfriado comum.

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Omega 3 é Efetivo na Prevenção do Declínio Cognitivo e da Demência?

Sydenham E, Dangour AD, Lim WS.
SBE360 - Resumo de Revisões Cochrane Traduzidas
Número: 2706 / Publicado em 24/05/2013 - 10:44

Não há evidência direta sobre o efeito do ômega-3 sobre a incidência de demência. Os estudos disponíveis não mostraram nenhum benefício da suplementação de ômega-3 sobre a função cognitiva em idosos saudáveis cognitivamente. O ômega-3 é geralmente bem tolerado e os efeitos colaterais mais frequentemente relatados foram problemas gastrointestinais leves. Estudos adicionais com longa duração são necessários e poderiam identificar maiores mudanças na função cognitiva nos participantes, aumentando a capacidade de detectar os possíveis efeitos da suplementação com ômega-3 na prevenção da diminuição cognitiva em pessoas mais velhas.

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