Profissionais: 5632
Prontuários: 218668

Esqueceu a senha? Cadastro da senha

Portal Saude Direta - Busca Palavra

BUSCA POR PALAVRA

POSTAGENS ANTERIORES

TAGS CLOUD

Protocolos - Algoritmos - Diretrizes - Fluxogramas

Baixar o Adobe Acrobat Reader
Para visualizar os conteúdos abaixo é necessário ter o Adobe Acrobat Reader instalado.

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Protocolo de Sinais e Sintomas em Pediatria.

Roberto Dias Duarte Jr.
Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes
Número: 725 / Publicado em 19/06/2012 - 07:54

Esse Protocolo tem a finalidade de auxiliar a CONSULTA de ENFERMAGEM da EMERGÊNCIA.

Abrir arquivo em PDF

Mapeamento Consciente da Dor Pélvica Crônica.

Waldir Pereira Modotte, Rogério Dias, Daniel Spadoto Dias, Mauro Fernando Kürten Ihlenfeld, Ricardo Lasmar.
Rev bras videocir 2005;3(4): 220-225
Número: 724 / Publicado em 19/06/2012 - 07:56

Dor pélvica crônica (DPC) é definida como dor na região pélvica, fora do período menstrual, de duração superior a 6 meses, severa o suficiente para ocasionar limitações funcionais e requerendo tratamento medicamentoso e/ou cirúrgico. A DPC é de elevada freqüência nos consultórios ginecológicos. Afeta cerca de 12-33% das mulheres no período reprodutivo, porém é ainda um enigma para os clínicos, pelo desconhecimento da sua etiologia. A DPC é responsável por 15-40% das indicações para laparoscopias diagnósticas e 12% das indicações para histerectomias, nos Estados Unidos.

Abrir arquivo em PDF

Endocrinologia da Reprodução: Insuficiência Lútea, Amenorréias, Síndrome dos Ovários Policísticos, Hirsutismo e Hiperandrogenismo, Hiperprolactinemia, Sangramento Uterino Disfuncional.

Sebastião Freitas de Medeiros, Mauri José Piazza, Ricardo Melo Marinho, Alessandro Gomes Schuffener.
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.
Número: 723 / Publicado em 19/06/2012 - 07:57

Estas diretrizes têm como objetivo auxiliar o ginecologista a prover aconselhamento prático e compreensivo à mulher com alterações endócrino – reprodutivas, afetando tanto a qualidade de vida como a capacidade reprodutora. Inclui-se nestas diretrizes os temas mais prevalentes ou complexos. Para facilitar a leitura, cada tópico é apresentado de modo compreensível e prático, otimizando o atendimento à paciente. Dá-se destaque aos instrumentos diagnósticos e propostas para tratamento e / ou seguimento. Informações teóricas mais complexas acerca da etiologia e fisiopatologia dos assuntos abordados não são detalhados, limitando-as ao necessário para compreensão do texto. Estas diretrizes estão baseadas nas evidências atualmente existentes, mas recomenda-se atualização contínua devido à dinâmica dos avanços nessa área. Mantendo o interesse nas alterações dos eixos hipotálamo–hipófise–ovariano e hipotálamo– hipófise–adrenal com repercussões diretas na capacidade reprodutora, propõe–se diretrizes para mulheres com hiperprolactinemia, insuficiências folicular e lútea ou ciclos anovulatórios, resultando em menstruações irregulares, amenorréia, hirsutismo e esterilidade.

Abrir arquivo em PDF

Alternativas de Prevenção da Síndrome de Hiperestimulação Ovariana.

Martins WP, Nastri CO, Rocha A, Navarro PAAS, Ferriani RA
FEMINA - Fevereiro 2010 vol 38 nº 2
Número: 722 / Publicado em 19/06/2012 - 07:57

A Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHEO) é uma complicação iatrogênica e potencialmente fatal, resultante da estimulação ovariana excessiva em resposta às gonadotrofinas exógenas. As principais características desta síndrome são: aumento da permeabilidade capilar que leva a uma grande troca de fluído do espaço intravascular para o terceiro espaço; e crescimento excessivo do volume ovariano. Várias estratégias para a prevenção desta síndrome foram propostas: infusão de albumina, coasting, anti-inflamatórios, bloqueio do sistema renina-angiotensina, agonistas dopaminérgicos, redução da dose de gonadotrofina coriônica humana (hCG), substituição da hCG e maturação in vitro de oócitos. Nesta revisão, as evidências atuais que suportam tais estratégias, de maneira a permitir que o médico escolha a melhor alternativa, foram avaliadas.

Abrir arquivo em PDF

Aspectos Neuroendócrinos na Síndrome dos Ovários Policísticos.

Andrea Nacul, Fabio Comim, Poli Mara Spritzer
Arq Bras Endocrinol Metab vol 47 nº 4 Agosto 2003
Número: 721 / Publicado em 18/06/2012 - 21:34

A síndrome dos ovários policísticos (PCOS) é a endocrinopatia mais freqüente na mulher em idade reprodutiva. O quadro clínico é variável, mas em geral apresenta-se com hirsutismo, acne e/ou alopecia androgênica, anovulação crônica associada a distúrbio menstrual e infertilidade.

Abrir arquivo em PDF

Protocolo de Diagnóstico e Tratamento de Insuficiência Supra-Renal Aguda.

Alves M, Souto SB, Neves C, Carvalho Braga D, Medina JL
Revista Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo - 2008:01
Número: 720 / Publicado em 19/06/2012 - 07:31

A insuficiência da glândula supra-renal é um distúrbio raro, associado mais frequentemente a doença primária da supra-renal, com particular destaque para a patologia auto-imune. O desenvolvimento agudo desta insuficiência glandular ocorre com o surgimento de sinais e sintomas inespecíficos, o que contribui para o atraso do seu diagnóstico, intervenção tardia e agravamento do prognóstico. Com esta publicação pretende-se divulgar um protocolo actualizado que constitui uma proposta de actuação em caso de suspeita de crise addisoniana em doentes sem diagnóstico previamente conhecido, mas também naqueles com insuficiência supra-renal crónica.

Abrir arquivo em PDF

Dermatoses Ocupacionais.

Departamento de Ações Programáticas - 2006
Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde.
Número: 719 / Publicado em 19/06/2012 - 07:33

As dermatoses ocupacionais representam parcela ponderável das doenças profissionais. Sua prevalência é de avaliação difícil e complexa. Grande número destas dermatoses não chega às estatísticas e sequer ao conhecimento dos especialistas. Muitas são auto-tratadas, outras são atendidas no próprio ambulatório da empresa. Algumas chegam até o clínico e ao especialista nos consórcios médicos que prestam assistência em regime de convênio com o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Apenas uma pequena parcela dessas dermatoses chega até os serviços especializados.

Abrir arquivo em PDF

Psoríase: Infância e Adolescência (Capítulo 15).

Bernardo Gontijo e Ricardo Romiti.
Consenso Brasileiro de Psoríase 2009 - Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Número: 718 / Publicado em 19/06/2012 - 07:34

A psoríase corresponde a cerca de 4% de todas as dermatoses observadas em doentes menores de 16 anos. Aproximadamente, um terço dos adultos acometidos refere o início da doença antes dos 16 anos de idade. Quanto mais precoce, mais grave tende a ser a evolução do quadro. Em crianças e adolescentes, as lesões podem ser fisicamente desfigurantes, causando prejuízos psicológicos e evidente comprometimento da qualidade de vida. As medicações sistêmicas, utilizadas na psoríase, bem como a fototerapia, possuem indicação limitada na infância, decorrente dos efeitos acumulativos das drogas, baixa aceitação e risco de teratogenicidade.

Abrir arquivo em PDF

Psoríase: Gravidez (Capítulo 14).

Ida Duarte
Consenso Brasileiro de Psoríase 2009 - Sociedade Brasileira de Dermatologia
Número: 717 / Publicado em 19/06/2012 - 07:35

Como o início da psoríase é comum antes dos 40 anos de idade, é costumeira a observação da psoríase durante a gravidez. A maioria das pacientes refere melhora da dermatose durante o período gestacional, principalmente, a partir do final do primeiro trimestre. Em vários trabalhos publicados, observou-se uma maior porcentagem de pacientes referindo melhora da psoríase quando comparadas àquelas com quadro inalterado ou exacerbado na gestação.

Abrir arquivo em PDF

Psoríase: Infecção (Capítulo 13).

Marcelo Arnone e Maria Denise Takahashi.
Consenso Brasileiro de Psoríase 2009 - Sociedade Brasileira de Dermatologia
Número: 716 / Publicado em 19/06/2012 - 07:35

A associação da psoríase gotada com infecção estreptocócica prévia é conhecida desde a década de 60. Nas últimas décadas, vários agentes infecciosos vêm sendo relacionados como possíveis desencadeantes e/ou agravantes da psoríase. No final dos anos 80, foi demonstrada a importância de algumas proteínas microbianas na fisiopatogenia de doenças inflamatórias cutâneas, como a psoríase e a dermatite atópica, denominadas de superantígenos. Os superantígenos têm papel importante no desencadeamento e na manutenção da resposta inflamatória, pela sua grande capacidade de estimular as células T.

Abrir arquivo em PDF

Footer - v1.3
Atualizado em
04/02/2016
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter