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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Tromboflebite Superficial (Capítulo 31).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 807 / Publicado em 12/03/2012 - 10:14

Em extremidade superior geralmente é causada por cateterismo venoso e administração de medicamentos ou drogas (ex.: Amiodarona). Nas extremidades inferiores é geralmente causada por trauma, varizes e celulite.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Oclusão Arterial Aguda de Extremidade (Capítulo 30).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 806 / Publicado em 12/03/2012 - 10:14

Pode ser causada por êmbolo, trombose ou trauma arterial. Caso não tratada pode evoluir para necrose da extremidade em poucas horas.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Hipocalcemia (Capítulo 29).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 805 / Publicado em 12/03/2012 - 10:14

Causada por diminuição na ingestão ou na absorção de cálcio (deficiência de vitamina D e síndromes de má-absorção), perdas renais aumentadas (uso de diuréticos e insuficiência renal), doença endócrina (hipoparatireoidismo), hipomagnesemia ou hiperfosfatemia. Raramente ameaça a vida. Pode acompanhar choque e pancreatite necro hemorrágica.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Hiponatremia Grave (Capítulo 28).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 804 / Publicado em 12/03/2012 - 10:15

Causada por distúrbio na excreção de água.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Hipercalemia (Capítulo 27).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 803 / Publicado em 12/03/2012 - 10:15

Causas: Sangue colhido de extremidade onde está sendo infundido potássio (pseudo hipercalemia). Insuficiência renal. Medicamentos que interferem com a excreção de potássio: inibidores da ECA, anti-inflamatórios, espironolactona, digital, succinilcolina e betabloqueadores. Acidose metabólica. Rabdomiólise, queimaduras, hemólise e exercício vigoroso.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Acidose Metabólica (Capítulo 26).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 802 / Publicado em 12/03/2012 - 10:16

Adotar medidas gerais. Calcular ânion gap.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Hipernatremia Grave (Capítulo 25).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 801 / Publicado em 12/03/2012 - 10:16

Causada por perda corporal de água livre, administração de fluidos hipertônicos e ganho de sódio (ingestão de sal, afogamento em água do mar ou causas iatrogênicas). Resulta da incapacidade de beber água (coma, deficientes mentais, crianças pequenas ou demência) ou de concentrar a urina (diabetes insipidus, hipercalcemia, diurese osmótica, insuficiência renal ou uso de lítio).

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Coma Hiperosmolar Não Cetótico (Capítulo 24).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 800 / Publicado em 12/03/2012 - 10:16

É caracterizado por hiperglicemia grave, hiperosmolaridade, desidratação e ausência de cetoacidose. É bem menos comum que a cetoacidose diabética. Ocorre geralmente como a primeira manifestação de Diabetes tipo II.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Hipoglicemia (Capítulo 23).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 799 / Publicado em 12/03/2012 - 10:17

Causadas geralmente por dose elevada de agentes hipoglicemiantes, pode ser acidental ou intencional. As sulfoniluréias e as insulinas de ação prolongada podem causar hipoglicemia recorrente. GERALMENTE É UMA COMPLICAÇÃO DO TRATAMENTO DE DIABÉTICOS COM INSULINA, CAUSANDO ATÉ 7% DOS ÓBITOS NESTA POPULAÇÃO. A hipoglicemia pode ser confundida com manifestação psiquiátrica ou neurológica.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Cetoacidose Diabética (Capítulo 22).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 798 / Publicado em 12/03/2012 - 10:17

A cetoacidose é causada por uma deficiência relativa de insulina em relação aos hormônios contra-regulatórios, causando hiperglicemia e hipercetonemia.

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