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Fraturas do Terço Distal do Antebraço na Criança.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 661 / Publicado em 08/03/2012 - 08:27

As fraturas do antebraço são as mais freqüentes na criança e representam cerca de 45% de todas as fraturas pediátricas. Destas, aproximadamente 75% acometem seu terço distal, sendo cerca de 10% isoladas do rádio, 80% acometendo rádio e ulna e 10% deslocamentos epifisários distais. Grande parte das fraturas ocorre com deslocamento dorsal da epífise e deformidade com ápice volar.

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Diagnóstico e Tratamento das Fraturas de Escafóide.

Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 660 / Publicado em 08/03/2012 - 08:30

Muitas fraturas não são visíveis nas radiografias iniciais e podem ser confundidas com torções da articulação do punho. Muitos pacientes, devido a característica clínica, não procuram socorro médico por considerarem que houve uma simples torção. A falta de tratamento adequado leva inevitavelmente à pseudartrose. Junto com estes pacientes, encontramos aqueles que procuraram socorro médico, mas não tiveram suspeita diagnóstica de fratura e foram tratados com goteiras gessadas, por alguns dias até cederem os sintomas dolorosos. As fraturas do escafóide quando não tratadas, fatalmente desenvolverão pseudartroses.

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Fratura Transtrocanteriana.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 659 / Publicado em 08/03/2012 - 08:32

As fraturas transtrocanterianas são extracapsulares e ocorrem entre o grande e o pequeno trocânter. Perfazem um quarto das fraturas do quadril e incidem mais comumente no idoso mais velho. A sua incidência está aumentando de forma preocupante, juntamente com os custos socioeconômicos.

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Fratura Supracondiliana do Úmero na Criança.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 658 / Publicado em 08/03/2012 - 08:34

As fraturas supracondilianas do úmero correspondem a 17% das fraturas na infância, sendo as mais freqüentes do membro superior nas crianças, perfazendo 60% das ocorrências, com pico de incidência entre os quatro e sete anos de idade. A conduta não-cirúrgica tem sido mostrada associada à alta freqüência de complicações, incluindo falha de obtenção e manutenção da redução, lesão nervosa, comprometimento vascular e síndrome de compartimento.

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Fratura Supracondiliana do Fêmur em Adultos.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 657 / Publicado em 08/03/2012 - 08:35

O tratamento conservador em pacientes portadores de fraturas supracondilianas do fêmur tem mostrado piores resultados quando comparado ao tratamento cirúrgico. Pode-se afirmar que os pacientes submetidos a procedimento conservador apresentam problemas de longa permanência no leito, maiores cuidados de enfermagem, menor independência, aumento dos índices de infecções respiratória e urinária e maior incidência de trombose venosa profunda (TVP). Ao contrário, o tratamento cirúrgico propicia maior independência, melhor restauração articular, mobilização precoce, menor índice de TVP e de infecções respiratória e urinária, além de reintegração social mais precoce.

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Fratura Osteoporótica da Coluna Vertebral: Tratamento por Métodos de Preenchimento Ósseo.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 656 / Publicado em 08/03/2012 - 08:36

A fratura por osteoporose da coluna vertebral é caracterizada pela perda da altura do corpo vertebral (parte anterior, média ou posterior) em 20% de sua altura original. As regiões mais comumente acometidas por fraturas por osteoporose são a médio-torácica e a transição tóraco-lombar. A gravidade da fratura pode ser graduada em leve (perda de até 25% da altura do corpo), moderada (perda de 25% a 40%), grave (perda de mais de 40% da altura do corpo).

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Fratura-Luxação Tarsometatarsiana (Lisfranc).

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 655 / Publicado em 08/03/2012 - 08:38

A fratura-luxação da articulação tarsometatarsiana (Lisfranc) (FLTM) é uma lesão rara, provocada por trauma de alta energia, representa 0,2% de todas as fraturas e freqüentemente não é diagnosticada, principalmente em pacientes politraumatizados, nos quais é dada maior atenção ao quadro geral e a lesão do pé é deixada de lado. Esta lesão ao ser provocada por trauma de alta energia é freqüentemente acompanhada da síndrome do compartimento nas primeiras horas e esta complicação também pode não ser diagnosticada, podendo evoluir com deformidade dos dedos do pé.

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Fratura Intra-Articular do Calcâneo.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 654 / Publicado em 09/03/2012 - 18:58

A fratura do calcâneo é a mais comum no tarso e acomete principalmente pacientes adultos jovens em vida economicamente ativa. Essa lesão apresenta um alto grau de complexidade e a sua recuperação é demorada, devido à alta morbidade da fratura.

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Fratura Fechada Traumática Subtrocanteriana do Fêmur no Adulto.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 653 / Publicado em 09/03/2012 - 18:57

De todas as fraturas da extremidade proximal do fêmur, as fraturas subtrocanterianas são as mais difíceis de tratar. Desde 1949, com a descrição realizada por Boyd e Griffin, o trauma ortopédico passou a observar este tipo de fratura da extremidade proximal do fêmur com muita cautela. Os estudos constantemente mostram um elevado índice de complicações na evolução destas fraturas. Epidemiologicamente, estas fraturas têm curvas bimodais. Um pico observa-se entre os adultos jovens e são, predominantemente, fraturas de alta energia cinética. A segunda incidência ocorre nos idosos com fraturas de baixa energia.

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Fratura Fechada da Diáfise do Fêmur no Adulto.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 652 / Publicado em 09/03/2012 - 18:57

A fratura fechada da diáfise do fêmur no adulto é mais freqüente ao redor dos 27 anos de idade, decorrente de acidentes de alta energia, como acidente de carro, acidente de moto, atropelamento e queda de altura. O segundo pico da incidência ocorre ao redor dos 75 anos de idade, sendo mais comum em mulheres e decorre de traumas de baixa energia, especialmente a queda ao solo.

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04/02/2016
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