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Bexiga Urinária: Cateterismo Intermitente.

Sociedade Brasileira de Urologia
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Número: 301 / Publicado em 09/03/2012 - 18:10

O cateterismo intermitente é um método que permite o esvaziamento periódico da bexiga, ou de um reservatório urinário criado cirurgicamente, pela introdução de um cateter através da uretra ou de um estoma continente.

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Bexiga Neurogênica na Infância.

Sociedade Brasileira de Urologia
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 300 / Publicado em 09/03/2012 - 18:10

Fibras musculares lisas e estriadas promovem contração e relaxamento, com a finalidade de manter um gradiente de pressão que assegure o armazenamento de urina na bexiga e sua liberação no momento conveniente. Apesar de existirem terminações simpáticas e parassimpáticas distribuídas ao longo de toda a bexiga e região esfincteriana, sabe-se que o músculo vesical (detrusor) é rico em receptores colinérgicos, sendo a região esfincteriana controlada principalmente por receptores adrenérgicos do tipo alfa. A falha desse mecanismo, que foi denominado de esfíncter, produz os mais variados graus deincontinência urinária.

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Bexiga Hiperativa: Tratamento Loco-Regional

Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 299 / Publicado em 09/03/2012 - 18:11

O uso de substâncias intravesicais no tratamento da bexiga hiperativa (BH) é baseado na suposição de que pequenas fibras aferentes não-mielinizadas (fibras–C) seriam responsáveis por um aumento da excitabilidade do detrusor.

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Bócio Atóxico: Diagnóstico e Tratamento.

Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Número: 298 / Publicado em 09/03/2012 - 18:12

Bócio é o termo que designa aumento de volume da glândula tireóide. Os bócios são considerados atóxicos ou simples, quando não há hiperfunção da glândula. Podem ser endêmicos, se houver carência de iodo na alimentação, ou esporádicos, na ausência deste fator.

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Câncer Diferenciado da Tireóide: Tratamento.

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Número: 297 / Publicado em 09/03/2012 - 18:13

Devido à baixa incidência do CDT e ao seu prognóstico geralmente muito bom, estudos prospectivos comparando diferentes modalidades terapêuticas não têm sido realizados, de forma que a conduta no CDT é baseada em estudos retrospectivos e continua controversa.

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Câncer Diferenciado da Tireóide: Fatores Prognósticos.

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Número: 296 / Publicado em 09/03/2012 - 18:14

Vários autores têm buscado identificar fatores de prognóstico que possam auxiliar a, essencialmente, dividir os pacientes com carcinomas diferenciados da tireóide em indivíduos de baixo-risco e de alto-risco, na tentativa de otimizar a abordagem cirúrgica e o seguimento destes pacientes.

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Câncer Diferenciado da Tireóide: Fatores de Risco e Diagnóstico.

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Número: 295 / Publicado em 09/03/2012 - 18:14

O câncer diferenciado da tireóide (CDT) é a forma mais comum de neoplasia endócrina e, geralmente, é curável. Sua freqüência tem aumentado progressivamente cerca de 3% ao ano por fatores etiopatogênicos desconhecidos e devido à melhora nos métodos de diagnóstico.

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Carcinoma de Células Germinativas do Testículo: Tratamento.

Sociedade Brasileira de Urologia
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Número: 294 / Publicado em 09/03/2012 - 18:15

A lesão primária deve ser tratada por orquiectomia radical por via inguinal, com ligadura prévia do cordão espermático, no nível do anel inguinal interno. Na cirurgia, são removidos o testículo, o epidídimo e todo o funículo espermático.

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Carcinoma de Células Germinativas do Testículo: Fatores Prognósticos.

Sociedade Brasileira de Urologia
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Número: 293 / Publicado em 09/03/2012 - 18:16

Os fatores prognósticos dos tumores do testículo não são dependentes somente do estadio clínico.

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Carcinoma de Células Germinativas do Testículo: Diagnóstico e Estadiamento.

Sociedade Brasileira de Urologia
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Número: 292 / Publicado em 09/03/2012 - 18:17

O câncer de testículo é o tumor mais prevalente em homens jovens na idade de 15 a 35 anos, apresentando alta probabilidade de cura (98%) nos pacientes com estadio T1. A incidência dos tumores de células germinativas é de 6 a 11/100.000, havendo aumento gradativo após a puberdade. No Brasil, estima-se uma incidência anual de 2,2/100.000 habitantes.

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