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Avaliação da Adesão de Médicos ao Protocolo de Hipertensão Arterial da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba.

Ivan Maluf Jr; Mariana Ribas Zahdi; Natasha Unterstell; Eliane Mara Cesário Pereira Maluf; André Bonamigo de Sousa; Felipe Dominici Loures.
Arq. Bras. Cardiol. vol.94 no.1 São Paulo Jan. 2010.
Número: 671 / Publicado em 18/06/2012 - 20:14

A não conformidade entre a prática clínica e a adesão ao protocolo da SMS de Curitiba mostrou-se evidente na classificação de grau, risco cardiovascular e tratamento do paciente hipertenso. O não seguimento do protocolo pode representar uma baixa resolutividade do serviço de saúde, o qual perde a oportunidade de reduzir a morbidade e mortalidade por doenças cardiovasculares na população.

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Tratamento da Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Normal.

Evandro Tinoco Mesquita e Antonio José Lagoeiro Jorge.
Arq. Bras. Cardiol. 2010, vol.94, n.3, pp. 414-426.
Número: 670 / Publicado em 18/06/2012 - 20:15

Diferente da insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER), que grandes estudos têm comprovado a eficácia de medicamentos em melhorar a morbidade e mortalidade, nenhum estudo de tratamento mostrou resultados definitivos em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção normal (ICFEN). A ICFEN é mais prevalente em mulheres e idosos, estando associada a múltiplas comorbidades. Apesar do ótimo tratamento não ter sido ainda definido, o controle da hipertensão arterial e a redução da sobrecarga liquida são medidas importantes no controle da síndrome.

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Proposta de Diretrizes Brasileiras do Exame e Tratamento de Retinopatia da Prematuridade (ROP).

Zin, Andrea et al.
Arq. Bras. Oftalmol. 2007, vol.70, n.5, pp. 875-883
Número: 669 / Publicado em 18/06/2012 - 20:16

A retinopatia da prematuridade é uma das principais causas de cegueira na infância, havendo cerca de 50.000 crianças cegas pela doença em todo o mundo. A deficiência visual causada pela retinopatia dá-se em função de descolamento de retina tracional. O exame de rotina de prematuros possibilita a identificação de formas graves da doença, cujo tratamento por fotocoagulação ou crioterapia pode reduzir significativamente a cegueira por retinopatia da prematuridade (ROP). A seguir serão apresentadas as diretrizes brasileiras para exame de prematuros e tratamento daqueles com a forma grave da retinopatia da prematuridade (ROP), recomendadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, Conselho Brasileiro de Oftalmologia e Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica. Essas diretrizes foram baseadas nos resultados do I Workshop de Retinopatia da Prematuridade e apresentam os atributos para a implementação de um programa eficiente de diagnóstico e tratamento.

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Cervicalgia: Tratamento na Atenção Primária à Saúde.

Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação, Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 668 / Publicado em 18/06/2012 - 19:59

A abordagem terapêutica da cervicalgia é baseada na avaliação clínica, na presença ou não de comprometimento neurológico, nos fatores desencadeantes e no tempo de duração do quadro clínico. Extensa revisão na literatura, tanto em bases primárias como secundárias, demonstra que as evidências de efetividade de terapêutica para a cervicalgia são de baixa qualidade científica, e com isto a experiência do clínico e os desejos do paciente devem fazer parte do processo de decisão das escolhas a serem seguidas.

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Transplante Renal: Manuseio do Doador e Receptor.

Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 667 / Publicado em 08/03/2012 - 08:15

Apresentar recomendações para a prática de transplante renal, baseadas em evidências publicadas na literatura e na experiência clínica.

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Transplante Renal: Indicações e Contra-Indicações.

Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 666 / Publicado em 08/03/2012 - 08:11

O transplante renal está indicado quando houver insuficiência renal crônica em fase terminal, estando o paciente em diálise ou mesmo em fase pré-dialítica (pré-emptivo).

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Transplante Renal: Doador e Receptor.

Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 665 / Publicado em 08/03/2012 - 08:16

Apresentar recomendações para a prática de transplante renal, baseadas em evidências publicadas na literatura e na experiência clínica.

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Transplante Renal: Complicações Não Cirúrgicas.

Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 664 / Publicado em 08/03/2012 - 08:19

Apresentar recomendações para a prática de transplante renal, baseadas em evidências publicadas na literatura e na experiência clínica.

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Transplante Renal: Complicações Cirúrgicas.

Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 663 / Publicado em 08/03/2012 - 08:21

Apresentar recomendações para a prática de transplante renal, baseadas em evidências publicadas na literatura e na experiência clínica.

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Fraturas do Tornozelo no Adulto: Diagnóstico e Tratamento.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 662 / Publicado em 08/03/2012 - 08:28

Fraturas maleolares são lesões extremamente freqüentes, causadas por traumas rotacionais na região do tornozelo. Apesar do mecanismo de trauma ser comum, caracteriza-se por enorme variação de lesões,fundamentalmente à custa da intrincada anatomia ósteo-cápsuloligamentar. Lauge-Hansen descreveu quatro padrões distintos de lesão, considerando a posição do pé e a direção da força exercida no momento do trauma.

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