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Tabela de Conteúdo de Vitamina D nos Alimentos.

Sílvia Cozzolino.
Biodisponibilidade de Nutrientes - Editora Manole.
Número: 1423 / Publicado em 22/06/2012 - 08:51

Vitamina D é o nome geral dado a um grupo de compostos lipossolúveis que são essenciais para manter o equilíbrio mineral no corpo. É também conhecida como calciferol e vitamina antiraquítica. As formas principais são conhecidas como vitamina D2 (ergocalciferol: de origem vegetal) e vitamina D3 (colecalciferol: de origem animal). Dado que o colecalciferol é sintetizado na pele através da acção da luz ultra-violeta no 7-dehidrocolesterol, um derivado do colesterol que está distribuído de forma generalizada na gordura animal, a vitamina D não está de acordo com a definição clássica de vitamina.

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Tabela de Conteúdo de Biotina nos Alimentos.

Sílvia Cozzolino.
Biodisponibilidade de Nutrientes - Editora Manole.
Número: 1422 / Publicado em 22/06/2012 - 08:51

A biotina, também conhecida como vitamina H, vitamina B7 ou vitamina B8, é uma molécula da classe das vitaminas que funciona como cofactor enzimático. Funciona no metabolismo das proteínas e dos carboidratos. Ela age diretamente na formação da pele e indiretamente na utilização dos hidratos de carbono (açúcares e amido) e das proteínas. Tem como principal função neutralizar o colesterol (diretamente ligado à obesidade). É uma vitamina hidrossolúvel.

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Tabela de Conteúdo de Vitamina B9 (Ácido Fólico) nos Alimentos.

Sílvia Cozzolino.
Biodisponibilidade de Nutrientes - Editora Manole.
Número: 1421 / Publicado em 22/06/2012 - 08:52

O ácido fólico (nome químico: ácido peteroilglutâmico), pertence ao grupo das vitaminas do complexo B. É também conhecida como folacina, vitamina BC, vitamina B9 e factor do Lactobacillus casei, embora estes nomes sejam actualmente considerados obsoletos. O termo “folatos” é utilizado para designar todos os membros da mesma familia de compostos nos quais o ácido pteróico se liga a uma ou mais moedas de L-glutamato.

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Tabela de Conteúdo de Vitamina B5 (Ácido Pantotênico) nos Alimentos.

Sílvia Cozzolino.
Biodisponibilidade de Nutrientes - Editora Manole.
Número: 1420 / Publicado em 22/06/2012 - 08:52

O ácido pantoténico pertence ao grupo das vitaminas do complexo B. O nome vem do grego e significa “de toda a parte”. Os nomes anteriores foram vitamina B5, vitamina antidermatose, factor de antidermatite dos frangos e factor antipelagra dos frangos. A forma que ocorre naturalmente é o ácido D-pantoténico.

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Tabela de Conteúdo de Vitamina B2 (Riboflavina) nos Alimentos.

Sílvia Cozzolino.
Biodisponibilidade de Nutrientes - Editora Manole.
Número: 1419 / Publicado em 22/06/2012 - 08:53

O nome oficialmente reconhecido para a vitamina B2 é riboflavina. Os nomes anteriores eram vitamina G, lactoflavina, ovoflavina, hepatoflavina, verdoflavina e uroflavina. A maioria destes termos indica a fonte a partir do qual a vitamina foi inicialmente isolada, i.e. leite, ovos, fígado, plantas e urina.

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Tabela de Conteúdo de Vitamina C nos Alimentos.

Sílvia Cozzolino.
Biodisponibilidade de Nutrientes - Editora Manole.
Número: 1418 / Publicado em 22/06/2012 - 08:54

Ácido ascórbico, vitamina anti-escorbútica. A vitamina C é necessária para a produção de colagénio, a substância do tipo “cimento” intercelular que dá estrutura aos músculos, tecidos vasculares, ossos e cartilagens. A vitamina C também contribui para a saúde dos dentes e gengivas e auxilia na absorção do ferro a partir da dieta. É também necessária para a síntese dos ácidos biliares.

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Tabela de Conteúdo de Vitamina E nos Alimentos.

Sílvia Cozzolino.
Biodisponibilidade de Nutrientes - Editora Manole.
Número: 1417 / Publicado em 22/06/2012 - 08:55

O termo vitamina E cobre oito compostos encontrados na natureza. Quatro deles são chamados tocoferóis e quatro são tocotrienóis, sendo identificados pelos prefixos a-, b-, g- e d. O alfa-tocoferol é o mais comum e o mais activo biologicamente destas formas de ocorrência natural de vitamina E. O nome tocoferol deriva da palavra grega tocos, que significa nascimento, e pherein, que significa transportar. O nome foi dado para ressaltar o seu papel essencial na reprodução das várias espécies animais. O –ol final identifica a substância como sendo um álcool.

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Tabela de Conteúdo de Vitamina A nos Alimentos.

Sílvia Cozzolino.
Biodisponibilidade de Nutrientes - Editora Manole.
Número: 1416 / Publicado em 22/06/2012 - 08:55

A vitamina A, uma vitamina lipossolúvel, ocorre sob duas formas principais na natureza – o retinol, o qual se encontra apenas em fontes animais e certos carotenóides (provitaminas), as quais se encontram apenas em fontes vegetais. Os carotenóides são os compostos que dão a vários frutos e vegetais a sua cor amarela ou laranja. O carotenóide mais abundante e mais conhecido é o beta-caroteno. O beta-caroteno é um precursor da vitamina A ou “provitamina A”, porque a sua actividade como vitamina A ocorre apenas após a sua conversão para retinol no interior do corpo. Uma molécula de beta-caroteno pode ser clivada por uma enzima intestinal específica em duas moléculas de vitamina A.

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Consenso Brasileiro sobre Alergia Alimentar: 2007.

Sociedade Brasileira de Pediatria e Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia.
Rev. bras. alerg. imunopatol. – Vol. 31, Nº 2, 2008
Número: 1414 / Publicado em 22/06/2012 - 09:02

As reações adversas aos alimentos são representadas por qualquer reação anormal à ingestão de alimentos ou aditivos alimentares. Elas podem ser classificadas em tóxicas e não tóxicas. As reações tóxicas dependem mais da substância ingerida (p.ex: toxinas bacterianas presentes em alimentos contaminados) ou das propriedades farmacológicas de determinadas substâncias presentes em alimentos (p.ex: cafeína no café, tiramina em queijos maturados).

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Efeitos da Utilização de Prebióticos (Oligossacarídeos) na Saúde da Criança.

Elisabete Millani, Tulio Konstantyner, José Augusto de A. C. Taddei.
Rev Paul Pediatr 2009;27(4):436-46.
Número: 1413 / Publicado em 22/06/2012 - 09:03

Os oligossacarídeos prebióticos em produtos alimentares demonstraram efeitos benéficos quanto ao aumento do número total de bifidobactérias, redução do número de microorganismos patogênicos no intestino e melhora da consistência das fezes e frequência das evacuações. Tais efeitos sugerem a recomendação de seu uso em crianças constipadas. Foram verificados resultados benéficos em diversos estudos quanto ao menor desenvolvimento de alergias, infecções respiratórias, febre, irritabilidade, flatulência, diarreia, regurgitação, vômito, cólica e choro, menor uso de antibióticos e melhora nas características de fermentação de ácidos graxos e pH fecal. Apesar dos prebióticos parecerem promissores e oferecerem efeitos benéficos em determinadas situações, alguns aspectos duvidosos devem ser investigados de forma a avaliar o real efeito e segurança de sua utilização em curto e longo prazo, a fim de comprovar a ausência de consequências prejudiciais à saúde da criança.

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