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Urologia Fundamental: Capítulo 46 - Laparoscopia Urológica.

Tiago Moura Rodrigues, Lísias Nogueira Castilho.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1586 / Publicado em 10/03/2012 - 18:21

Não são todos os pacientes que podem ou devem ser submetidos à videolaparoscopia. As únicas contraindicações absolutas são incapacidade técnica da equipe para realizar o procedimento e falta de equipamentos. A seleção de pacientes também depende, necessariamente, da experiência do serviço de anestesia, disponibilidade de recursos hospitalares para eventuais complicações e de instrumental, da aceitação formal e dos aspectos psicológicos e econômicos do paciente.

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Urologia Fundamental: Capítulo 45 - Tumores Geniturinários da Criança.

Beatriz de Camargo, Maria Lúcia de Pinho Apezzato.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1585 / Publicado em 10/03/2012 - 18:20

Tumores geniturinários que ocorrem na criança e no adolescente podem ser originários do rim, do testículo, da próstata, da bexiga, da vagina e da suprarrenal. Tumor de Wilms ou nefroblastoma é o tumor renal mais frequente.

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Urologia Fundamental: Capítulo 44 - Distopias Testiculares e Malformações Genitais.

Gilmar Garrone, Riberto Liguori.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1584 / Publicado em 10/03/2012 - 18:20

Distopia testicular é o posicionamento congênito do testículo fora do escroto, por falha de sua migração a partir de seu local de origem embrionária abdominal até a bolsa testicular. Como sinonímias existem os termos criptorquidia ou criptorquidismo e os testículos são denominados distópicos, criptórquidos ou criptorquídicos.

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Urologia Fundamental: Capítulo 43 - Hipospádia.

Antônio Macedo Júnior, Sérgio Leite Ottoni.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1583 / Publicado em 10/03/2012 - 18:19

Hipospádia é um defeito congênito do pênis que resulta em desenvolvimento incompleto da uretra anterior, do corpo cavernoso e do prepúcio.

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Urologia Fundamental: Capítulo 42 - Complexo Extrofia e Epispádia.

Amilcar Martins Giron.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1582 / Publicado em 10/03/2012 - 18:19

Extrofia vesical e epispádia são malformações raras e complexas e constituem um defeito de linha média que envolve a parede abdominal infraumbilical, incluindo pelve, trato urinário e genitália externa. Frequentemente, comprometem a parede abdominal inferior e podem afetar o aparelho gastrintestinal terminal.

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Urologia Fundamental: Capítulo 41 - Refluxo Vesicureteral (RVU).

Miguel Zerati Filho, Adriano Almeida Calado.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1581 / Publicado em 10/03/2012 - 18:19

Refluxo vesicureteral (RVU) é o fluxo retrógrado de urina da bexiga ao trato urinário superior, geralmente congênito e relacionado ao desenvolvimento embriológico, podendo ser também uma condição adquirida ou secundária.

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Urologia Fundamental: Capítulo 40 - Válvula de Uretra Posterior (VUP).

Samuel Saiovici, Luiz Figueiredo Mello.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1580 / Publicado em 10/03/2012 - 18:18

Válvula de uretra posterior (VUP) é a causa mais comum de obstrução uretral congênita em crianças, com incidência de 1:3000 a 1:8000 nascidos vivos, e de 2 a 8 novos casos em unidades de referência em urologia pediátrica por ano.

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Urologia Fundamental: Capítulo 39 - Megaureter.

Ricardo Jordão Duarte, Francisco Tibor Dénes.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1579 / Publicado em 10/03/2012 - 18:18

Refere-se a um ureter anormal por apresentar dilatação e eventual tortuosidade. Associa-se a essa condição algum fator obstrutivo funcional ou mecânico ao fluxo de urina. Conceitualmente, pode se dizer que ureteres com calibre de 7 mm ou mais são considerados dilatados.

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Urologia Fundamental: Capítulo 38 - Obstrução da Junção Ureteropiélica (JUP).

Fábio José Nascimento, Alexandre Den Julio.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1578 / Publicado em 10/03/2012 - 18:17

Obstrução congênita da junção ureteropiélica (JUP) pode ser definida como restrição ao fluxo urinário da pelve em direção ao ureter que, se não for tratada, pode provocar deterioração progressiva da função renal.

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Urologia Fundamental: Capítulo 37 - Organogênese Normal e Patológica do Trato Urogenital.

Wagner José Fávaro, Leonardo Oliveira Reis.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1577 / Publicado em 10/03/2012 - 18:17

O trato urogenital pode ser dividido funcionalmente em dois sistemas distintos: urinário (excretor) e genital (reprodutor). Contudo, do ponto de vista embriológico e anatômico esses dois sistemas estão intimamente relacionados.

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