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Protocolo sobre Infecção do Trato Urinário em Crianças.

Emília Leite Ribeiro Sobrinha, Luiz Figueiredo Mello, Mário R. Hirschheimer, Vanda Benini .
Hospital Municipal Infantil Menino Jesus - Prefeitura do Município de São Paulo.
Número: 693 / Publicado em 18/06/2012 - 21:07

Infecção do trato urinário (ITU) caracteriza-se pela invasão e multiplicação bacteriana em qualquer seguimento do aparelho urinário. É considerada a infecção bacteriana mais comum em lactentes, principalmente nos primeiros meses de vida. Atinge preferencialmente o sexo feminino (proporção de cerca de 3 fem :1 masc), exceto durante o primeiro mês de vida quando predomina no sexo masculino. A infeção urinária prevalece nos primeiros anos de vida, atingindo seu pico máximo, por volta dos 3 a 4 anos de idade.

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Protocolo para Diagnóstico e Tratamento de DST

Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis,
Manual de bolso – Ministério da Saúde – Brasil, Brasília –DF, 2006
Número: 691 / Publicado em 18/06/2012 - 21:08

Pela sua magnitude, transcendência, vulnerabilidade e factibilidade de controle, as Doenças Sexualmente Transmissíveis devem ser priorizadas enquanto agravos em saúde pública. Como em qualquer epidemia, os princípios básicos para atenção às DST, visam interromper a cadeia de transmissão e prevenir novas ocorrências.

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Hanseníase: Protocolo de Atendimento.

Subsecretaria de Vigilância à Saúde, Brasília-DF, 2007.
Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, Governo do Distrito Federal.
Número: 690 / Publicado em 18/06/2012 - 21:09

A hanseníase é uma doença infecto-contagiosa crônica, considerada um problema de saúde pública especial devido ao fato de causar incapacidades físicas principalmente nos indivíduos que estão em sua fase laborativa. É uma doença que acomete pele e nervos, de fácil diagnóstico, porém o estigma e a falta de conhecimento sobre a mesma, tanto pela população como pelos profissionais de saúde, fazem com que na maioria das vezes o diagnóstico seja tardio, já estando o individuo com incapacidades físicas.

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Trombose Venosa Profunda

Hussein Amin Orra
Colégio Brasileiro de Cirurgiões- Abril 2002
Número: 688 / Publicado em 18/06/2012 - 20:18

A trombose venosa profunda (TVP) é doença de alta incidência e grave problema de saúde visto a grande morbidade se não reconhecida e tratada de forma eficaz e precoce. Nos Estados Unidos, calcula-se que cerca de 2 milhões de pacientes por ano apresentem a afecção, seja como complicação de uma enfermidade ou em decorrência de procedimentos cirúrgicos, seja como manifestação primária. Destes, estima-se que aproximadamente 600 mil apresentem trombo-embolismo pulmonar (TEP) e que 60 mil morrem deste evento.

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Prevenção da Trombose Venosa Profunda em Pacientes Cirúrgicos.

Grupo de Elaboração de Normas de Orientação Clínica em Trombose Venosa Profunda.
Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular
Número: 687 / Publicado em 18/06/2012 - 20:27

Algoritmo para avaliação de riscos de TVP.

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Diagnóstico da Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP). Tratamento Clínico da Claudicação Intermitente. Tratamento Cirúrgico da Claudicação Intermitente.

Diretrizes sobre Diagnóstico, Prevenção e Tratamento da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV)
J Vasc Br. 2005;4 (supl.4): S222-S228
Número: 686 / Publicado em 18/06/2012 - 20:29

Normas de orientação clínica para prevenção, diagnóstico e tratamento da doença arterial obstrutiva periférica (DAOP). Tratamento Clínico da Claudicação Intermitente. Tratamento Cirúrgico da Claudicação Intermitente.

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Normas de Orientação Clínica para a Prevenção, o Diagnóstico e o Tratamento da Trombose Venosa Profunda (TVP).

Diretrizes sobre Diagnóstico, Prevenção e Tratamento da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV)
J Vasc Br 2005;4(Supl.3):S205-S220
Número: 685 / Publicado em 18/06/2012 - 20:30

Propor uma orientação de como devem ser realizados a prevenção, o diagnóstico e o tratamento da trombose venosa profunda.

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Úlcera de Insuficiência Venosa Crônica (IVC).

Diretrizes sobre Diagnóstico, Prevenção e Tratamento da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV)
J Vasc Br 2005;4(Supl.2):S195-200.
Número: 684 / Publicado em 18/06/2012 - 20:31

Estabelecer recomendações para orientação do diagnóstico, da terapêutica e da prevenção da úlcera de insuficiência venosa crônica (IVC) de etiologia primária e secundária.

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Diagnóstico e Tratamento da Doença Venosa Crônica (DVC).

Normas de Orientação Clínica da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV)
Vasc Br 2005, Vol. 4, Nº 3, Supl.2
Número: 683 / Publicado em 18/06/2012 - 20:32

A DVC compreende um conjunto de sinais e sintomas que abrange desde as telangiectasias às úlceras abertas, em conseqüência da hipertensão venosa crônica em todos os seus graus, causada por refluxo e/ou obstrução. A DVC constitui grave problema de saúde pública, não só por sua alta prevalência, mas por seu impacto socioeconômico. Atingindo cerca de 20% da população adulta em países ocidentais54, com 3,6% de casos de úlcera ativa ou cicatrizada na população adulta é, segundo dados oficiais no Brasil, a 14ª causa de afastamento temporário do trabalho.

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Diagnóstico, Prevenção e Tratamento do Linfedema.

Diretrizes sobre Diagnóstico, Prevenção e Tratamento da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV)
J Vasc Br 2005, Vol. 4, Nº 3, Supl.2
Número: 682 / Publicado em 18/06/2012 - 20:32

Estas diretrizes foram elaboradas com o intuito de conscientização da existência das doenças do sistema linfático, caracterizadas por edema (linfedema) e que devem ser prevenidas precocemente, diagnosticadas e tratadas para minimizar as complicações derivadas da cronicidade, como infecções de repetição, incapacidade funcional e restrição social do paciente.

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04/02/2016
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