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Abuso e Dependência - Anfetamina.

Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina,
Associação Brasileira de Psiquiatria,
Número: 123 / Publicado em 22/09/2010 - 17:01

As anfetaminas foram sintetizadas na década de 30. O propósito era o tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, então denominado hiperatividade ou disfunção cerebral mínima. Atualmente, existem indicações para o tratamento da transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, da narcolepsia e da obesidade com restrições. Nos últimos 20 anos, anfetaminas modificadas têm sido sintetizadas em laboratórios clandestinos para serem utilizadas com fins não-médicos. A mais conhecida e utilizada no Brasil é a 3,4-metilenedioxi-metanfetamina (MDMA), o ecstasy, uma metanfetamina inicialmente identificada com os clubbers e suas festas, conhecidas por raves.

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Abuso e Dependência do Álcool

Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Associação Brasileira de Psiquiatria
Número: 122 / Publicado em 22/09/2010 - 16:58

Os problemas relacionados ao consumo do álcool só podem ser comparados àqueles causados pelo consumo do tabaco e pela prática de sexo sem proteção. As complicações relacionadas ao consumo de álcool não estão necessariamente relacionadas ao uso crônico. Intoxicações agudas, além de trazer riscos diretos à saúde, deixam os indivíduos mais propensos a acidentes.

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Abordagem Geral do Usuário de Substâncias com Potencial de Abuso.

Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Associação Brasileira de Psiquiatria
Número: 121 / Publicado em 22/09/2010 - 16:54

As condições mais encontradas na população referentes ao abuso e dependência de substâncias químicas foram distribuídas entre os especialistas para elaboração do texto inicial. A elaboração destes textos foi fundamentada na experiência pessoal do especialista, nas recomendações de entidades internacionais, com reconhecido saber na área, e na literatura científica disponível. Nove textos relacionados à abordagem geral, álcool, nicotina, benzodiazepínico, anfetamina, maconha, cocaína, opiáceo e solventes foram apresentados para avaliação do grupo assessor. A diretriz foi finalizada após a discussão em grupo, com acréscimo e subtração de conteúdo e referências científicas da literatura.

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Abordagem das Parasitoses Intestinais mais Prevalentes na Infância.

Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade
Número: 119 / Publicado em 22/09/2010 - 11:58

As parasitoses intestinais são muito frequentes na infância, principalmente em pré-escolares e escolares. São consideradas problema de saúde pública, principalmente em países chamados periféricos, onde são mais frequentes, com prevalências totais, quando considerado o bloco de países mais pobres do mundo, estimadas de 26%, 17% e 15% para ascaridíase, tricuríase e ancilostomíase,respectivamente.

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Urticárias

Roberta F. J. Criado, Juliano C. Philippi, Roberta S. Franco , João F. de Mello.
Rev. bras. alerg. imunopatol. – Vol. 28, Nº 6, 2005
Número: 118 / Publicado em 11/11/2014 - 09:10

Apesar da existência de vários estudos envolvendo a urticária a doença permanece como um desafio ao médico.

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IV Diretriz Brasileira sobre Dislipidemias e Prevenção de Aterosclerose.

Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Sociedade Brasileira de Cardiologia - 2007
Número: 117 / Publicado em 28/06/2011 - 14:48

Aterosclerose é um termo geral que designa várias doenças nas quais se verifica espessamento e perda de elasticidade da parede arterial.

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IV Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Tratamento do Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) com Supradesnível do Segmento ST.

Piegas LS, Feitosa G, Mattos LA, Nicolau JC, Rossi Neto JM, e cols.
Arq. Bras Cardiol 2009.
Número: 116 / Publicado em 28/06/2011 - 14:49

O infarto agudo do miocárdio (IAM), conhecido popularmente como infarto do coração, enfarte ou ataque cardíaco, é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Muitas delas morrem ou têm problemas cardiológicos permanentes por não buscarem socorro médico de forma rápida. Atualmente existem excelentes tratamentos para o infarto agudo do miocárdio, que podem salvar vidas e prevenir incapacidades físicas. No entanto, o tratamento é mais efetivo quando iniciado dentro da primeira hora de início dos sintomas. Por isto, é tão importante reconhecer um episódio de infarto.

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Diretrizes Brasileiras de Fibrilação Atrial (FA).

Zimerman LI, Fenelon G, Martinelli Filho M, Grupi C, Atié J, Lorga Filho A, e cols.
Arq Bras Cardiol 2009;92(6 supl.1):1-39
Número: 115 / Publicado em 28/06/2011 - 14:50

A Fibrilação Atrial (FA) é uma arritmia supraventricular em que ocorre uma completa desorganização na atividade elétrica atrial, fazendo com que os átrios percam sua capacidade de contração, não gerando sístole atrial.

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Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Angina Instável e Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) sem Supradesnível do Segmento ST.

Grupo de Estudos em Coronariopatias, Emergências e Terapia Intensiva
Sociedade Brasileira de Cardiologia - II Edição, 2007
Número: 114 / Publicado em 28/06/2011 - 14:49

O infarto agudo do miocárdio (IAM), conhecido popularmente como infarto do coração, enfarte ou ataque cardíaco, é uma doença que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Muitas delas morrem ou têm problemas cardiológicos permanentes por não buscarem socorro médico de forma rápida. Atualmente existem excelentes tratamentos para o infarto agudo do miocárdio, que podem salvar vidas e prevenir incapacidades físicas. No entanto, o tratamento é mais efetivo quando iniciado dentro da primeira hora de início dos sintomas. Por isto, é tão importante reconhecer um episódio de infarto.

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V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (HAS).

Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Hipertensão, Sociedade Brasileira de Nefrologia.
Sociedade Brasileira de Cardiologia - 2006
Número: 113 / Publicado em 28/06/2011 - 14:44

Os componentes da síndrome hipertensiva são muitas vezes fatores de risco cardiovascular independentes. Ao tratar a hipertensão devemos ter em mente os fatores de risco associados e o impacto do tratamento nestes fatores. Assim, apesar de um controle satisfatório da pressão arterial, outros fatores de risco potencialmente maiores podem se sobrepor, não melhorando a situação clínica do paciente, fazendo com que o tratamento atual da hipertensão arterial sistêmica não possa se resumir simplesmente à redução dos níveis pressóricos, mas do risco cardiovascular global.

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