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Suporte da Fase Lútea.

Martins WP
FEMINA Maio 2010 vol 38 nº 5
Número: 756 / Publicado em 19/06/2012 - 08:38

Em mulheres que desejam engravidar, uma função adequada do corpo lúteo é importante tanto para melhorar a receptividade endometrial quanto para garantir a manutenção da gestação inicial. Uma produção de progesterona insuficiente pelo corpo lúteo poderia, então, levar tanto à infertilidade quanto a repetidas perdas gestacionais precoces. A maneira mais utilizada atualmente para se realizar o diagnóstico é por meio da biópsia do endométrio, método mostrado por estudos atuais como inadequado para o diagnóstico da síndrome. Esta revisão de literatura buscou juntar informações baseadas nas melhores evidências atuais sobre o diagnóstico de insuficiência do corpo lúteo e, principalmente, sobre tratamentos propostos como suporte na fase lútea para mulheres que desejam engravidar.

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Revisão da Literatura sobre Recomendações de Utilização de Edulcorantes em Gestantes Portadoras de Diabetes mellitus.

Saunders C, Padilha PC, Lima HT, Oliveira LM, Queiroz JA, Theme MLM
Femina Abril 2010 vol 38 nº 4
Número: 755 / Publicado em 19/06/2012 - 08:39

Atualmente, o aspartame é alvo de várias críticas, porém a American Diabetes Association (ADA), revisando as evidências científicas acerca da inocuidade do aspartame, declara que o edulcorante não é carcinogênico e não está associado a desordens neurológicas. Quanto à sacarina, alguns autores recomendam restrição do consumo desta por gestantes, devido à falta de informações conclusivas sobre possíveis efeitos no desenvolvimento fetal, além das poucas evidências sobre seu efeito transplacentário e transmamário. A ADA não recomenda o uso do esteviosidio como edulcorante. Os edulcorantes não-calóricos atualmente aprovados para uso pela população em geral, incluindo as gestantes são: aspartame, acesulfame-K, sacarina, sucralose e neotame.

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Indução do Trabalho de Parto: Conceitos e Particularidades.

Souza ASR, Costa AAR, Coutinho I, Noronha Neto C , Amorim MMR
Femina Abril 2010 vol 38 nº 4
Número: 754 / Publicado em 19/06/2012 - 08:39

O manejo das pacientes em indução do parto deve ser cuidadoso, observando-se as principais contraindicações, os riscos e as precauções. São contraindicações absolutas para indução do parto: a presença de causas obstrutivas do parto, o risco de morbidade perinatal grave e o risco materno. As contraindicações relativas são: frequência cardíaca fetal não-tranquilizadora, macrossomia fetal, gestação gemelar, apresentação pélvica, doença cardíaca materna, polidrâmnio, grande multiparidade, oligo-hidrâmnio e cesariana segmentar anterior.

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Análise Crítica dos Métodos Não-Farmacológicos de Indução do Trabalho de Parto.

Souza ASR, Costa AAR, Coutinho I, Noronha Neto C , Amorim MMR
Femina Abril 2010 vol 38 nº 4
Número: 753 / Publicado em 19/06/2012 - 08:40

A indução do trabalho de parto tem se tornado prática corrente na Obstetrícia moderna. Vários métodos têm sido propostos, e dentre eles os não-farmacológicos merecem destaque. Estes métodos podem ser classificados como naturais e artificiais. Os estudos realizados para avaliar os diversos métodos naturais, como homeopatia, acupuntura, óleo de rícino, enema, banho quente de imersão, relações sexuais e estimulação mamária para indução do trabalho de parto, são heterogêneos e ainda não existe evidência suficiente de que possam ser utilizados na prática clínica.

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Doenças Malignas Ovarianas: Importância Atual da Ultrassonografia no Rastreamento e Manejo Terapêutico.

Lima JC, Mauad Filho F , Martins WP, Nicolau LGC, Gallarreta FMP, Barra DA, Mauad FM
FEMINA Maio 2010 vol 38 nº 5
Número: 752 / Publicado em 19/06/2012 - 08:20

A ultrassonografia transvaginal é um método largamente utilizado na prática ginecológica, associada à história clínica, exame físico e marcadores tumorais, em especial a dosagem de CA-125, na propedêutica ovariana. As neoplasias malignas ovarianas possuem caráter mundial, distribuindo-se em todas as faixas etárias, em especial na pós-menopausa. Têm grande impacto na morbi-mortalidade dessas pacientes, por ser considerada uma patologia “silenciosa”, de difícil detecção precoce. Há um crescente interesse, nos últimos anos, na tentativa de melhorar o diagnóstico e prognóstico nessa doença. Nesta atualizada revisão de literatura, apresentam-se graus de evidências científicos quanto à importância da ultrassonografia como método de rastreamento, na programação cirúrgica adequada e, o estudo Doppler e tridimensional das massas anexiais.

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Tratamento da Endometriose Associada à Infertilidade - Revisão da Literatura.

Crosera AMLV, Vieira CHF, Samama M, Martinhago CD, Ueno J
FEMINA Maio 2010 vol 38 nº 5
Número: 751 / Publicado em 19/06/2012 - 08:21

A endometriose é uma desordem estrogênio-dependente definida pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina, e é uma das principais causas de infertilidade feminina. A melhor escolha para seu tratamento, associado à infertilidade, ainda permanece obscura. As evidências científicas disponíveis indicam que a supressão da função ovariana, apenas com o tratamento hormonal, não melhora as taxas de gravidez. O tratamento cirúrgico é, entretanto, provavelmente eficaz em todos os estágios da doença. Nos casos de endometriose mínima e leve, corrigida cirurgicamente e com anatomia pélvica normal, a inseminação intrauterina (IIU), acompanhada de hiperestímulo ovariano controlado, é recomendada. Em casos de endometriose avançada, especialmente se estiver associada a alterações tubárias, fatores masculinos ou falha de tratamento prévio, após laparoscopia, a melhor opção é a Fertilização in vitro (FIV). O sucesso pode ser maior com o tratamento de análogos de gonadotropina (GnRH) de três a seis meses antes da FIV. Finalmente, é importante ressaltar que as recomendações acima deverão ser revistas à medida que estudos clínicos randomizados e controlados mostrarem evidências mais concretas e confiáveis dessa enigmática doença.

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Obesidade e Reprodução.

Flávia Ribeiro de Oliveira, Cláudia Navarro Carvalho Duarte Lemos.
FEMINA Maio 2010 vol 38 nº 5
Número: 750 / Publicado em 19/06/2012 - 08:22

A prevalência da obesidade continua aumentando em todo o mundo, afetando mulheres em idade reprodutiva. Numerosas comorbidades resultam do sobrepeso e da obesidade, inclusive infertilidade e complicações relacionadas à gestação. Esta revisão avalia a relação entre o excesso de peso (IMC>25 kg/m2), fertilidade feminina e gravidez, assim como a influência das intervenções para redução do peso corporal na melhora da fertilidade e do resultado obstétrico materno-fetal. Estudos recentes demonstram que a fertilidade é negativamente influenciada pela obesidade e sobrepeso em ambos os sexos. A obesidade em mulheres está relacionada à maior frequência de irregularidade menstrual, ciclos oligoanovulatórios e infertilidade. O excesso de peso na mulher também está associado a piores resultados no tratamento da infertilidade, maior taxa de abortamento e maior risco obstétrico. Vários fatores estão possivelmente envolvidos na interação entre obesidade e infertilidade: a modificação nos esteroides sexuais e nos metabólitos ovarianos, hiperandrogenismo, expressão gênica alterada, pior qualidade de oócitos e embriões e alterações no ambiente uterino. As estratégias para redução do peso, principalmente as baseadas em modificações do estilo de vida, favorecem a restabelecimento da fertilidade, assim como a melhora dos resultados dos tratamentos e a redução das complicações obstétricas.

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Tratamento das Ondas de Calor em Mulheres com Câncer de Mama.

Félix LMC, Aoki T, Lima SMRR
FEMINA Maio 2010 vol 38 nº 5
Número: 749 / Publicado em 19/06/2012 - 08:23

Os sintomas vasomotores constituem grande problema para as mulheres com antecedente de câncer de mama, principalmente as usuárias de tamoxifeno e as tratadas com quimioterapia. A terapia estrogênica, combinada com progesterona ou isolada, ainda é considerada o padrão-ouro no tratamento dos fogachos; porém, geralmente é contraindicada nesse grupo de pacientes devido aos seus efeitos adversos. Desse modo, as mulheres têm procurado, cada vez mais, tratamentos não-hormonais. Destacam-se, entre essas alternativas, as terapias comportamentais, os agentes farmacêuticos não-hormonais ou os fitoterápicos. Existe forte evidência a favor da terapia comportamental cognitiva e da atividade física, porém mais pesquisas são necessárias. Os agentes farmacológicos têm mostrado bons resultados, com destaque para os antidepressivos, a gabapentina e a clonidina. As isoflavonas possuem resultados conflitantes na literatura, assim como a Cimicifuga racemosa.

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Conduta frente às Malformações Genitais Uterinas: Revisão Baseada em Evidências.

Bagnoli, Vicente Renato; Fonseca, Angela Maggio da; Fassolas, George; Arie, Maria Hermínia Alegre; Arie, Wilson Maça Yuki; Baracat, Edmund Chada
Femina;38(4)abr. 2010.
Número: 748 / Publicado em 19/06/2012 - 08:24

Este trabalho de revisão foi idealizado para analisar as malformações dos ductos de Müller, que, devido à sua frequência de 3 a 7,3% na população em geral, justificam uma análise mais profunda do tema. O objetivo foi avaliar, de acordo com a literatura, por meio de metodologia adequada, os aspectos mais relevantes dessas anomalias, com destaque para a etiopatogenia, classificação, diagnóstico e tratamento. Os resultados obtidos nesta revisão apontaram as melhores evidências, até o momento, de como conduzir as mulheres portadoras dessas malformações.

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Depressão Pós-Parto: Tratamento Baseado em Evidências.

Ibiapina, Flávio Lúcio Pontes; Alves, Julio Augusto Gurgel; Busgaib, Rosana Pereira Sá; Costa, Fabricio Silva
Femina;38(3)mar. 2010.
Número: 747 / Publicado em 19/06/2012 - 08:25

A depressão pós-parto é uma condição clínica séria no puerpério, atingindo aproximadamente 10 a 20% das mulheres nos seis primeiros meses após o parto, sendo muitas vezes não-investigada nem diagnosticada, com impacto negativo para a mãe e a criança. Fatores de risco biológicos e psicossociais têm sido descritos na literatura, relacionados com a depressão pós-parto, porém, seu mecanismo fisiopatológico ainda não é totalmente esclarecido. Objetivou-se com este trabalho avaliar criticamente a literatura científica quanto ao tratamento da depressão pós-parto, com base na literatura disponível. Há evidência de eficácia de algumas intervenções terapêuticas como psicoterapia, antidepressivos e exercício físico no tratamento entre 1 e 12 semanas de duração. Dificuldades para a adesão e continuidade da terapia envolvem o temor de efeitos indesejáveis das medicações sobre os lactentes no início do uso destas e sobre as crianças no longo prazo, além da dificuldade de acesso ao acompanhamento psicológico.

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