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Prevenção e Tratamento de Náuseas e Vômitos no Período Pós-Operatório.

Carlos Roberto Naegeli Gondim; André Miguel Japiassú; Pedro Eder Portari Filho; Gustavo Ferreira de Almeida; Marcelo Kalichsztein; Gustavo Freitas Nobre
Rev. Bras. Ter. Intensiva vol.21 no.1 São Paulo Jan./Mar. 2009
Número: 1143 / Publicado em 23/06/2012 - 08:27

Náuseas e vômitos pós-operatórios são comuns e podem ser evitados. Complicações provenientes deste problema acarretam aumento de morbi-mortalidade. Foi realizada revisão de literatura no MEDLINE, com foco em estudos clínicos controlados. A fisiopatologia é complexa, com várias vias centrais aferentes e eferentes, e seu entendimento ajuda na escolha das medicações. Fatores de risco são apresentados, com escala de estratificação de chance para desenvolvimento de náuseas e vômitos pósoperatórios. Algoritmo para abordagem de pacientes com maior risco foi elaborado e estratifica nível de prevenção/tratamento a ser recebido, de modo a evitar uso excessivo de drogas e seus paraefeitos. Náuseas e vômitos pós-operatórios devem ser prevenidos, pois acarretam complicações e desconforto nos pacientes. Abordagem sistemática com análise de fatores de risco per-operatórios e prescrição de medicações podem ser eficazes para sua prevenção.

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Anestesia no Paciente Cardiopata.

Adriano Bechara de Souza Hobaika, Wendell Valadares Campos Pereira, Giovanni Menezes Santos
Rev Med Minas Gerais 2010; 20(4): 528-533
Número: 1142 / Publicado em 23/06/2012 - 08:28

O avanço da tecnologia permitiu que a propedêutica pré-operatória, a monitorização e a terapêutica se tornassem mais adequadas para os cardiopatas, que são, cada vez mais, submetidos aos mais complexos procedimentos cirúrgicos. A avaliação pré-anestésica é fundamental em todos os pacientes, no intuito de oferecer o melhor cuidado possível. A integração entre o anestesista, o cardiologista e o cirurgião é essencial para o sucesso no tratamento. Com o objetivo de se predizer o risco cardíaco e, mais importante que isto, formular estratégias para melhorar o estado clínico no pré-operatório, vários índices foram elaborados e reavaliados, apresentando boa correlação. O clínico envolvido no tratamento de pacientes cardiopatas deve conhecer as interações medicamentosas, exames pré-operatórios necessários e a conduta perioperatória adequada para cada situação específica.

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O Papel da Fisioterapia na Melhora dos Sintomas da Fibromialgia.

Amélia Pasqual Marques
Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da FMUSP
Número: 1141 / Publicado em 23/06/2012 - 08:30

Uma condição dolorosa, não articular, envolvendo predominantemente músculos. É causa mais comum de dor musculoesquelética crônica difusa.

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Procedimentos Terapêuticos Associados no Tratamento da Fibromialgia.

Felipe Azevedo Moretti
Programa de gerenciamento interdisciplinar da dor na Fibromialgia
Número: 1140 / Publicado em 23/06/2012 - 08:31

Síndrome dolorosa crônica, de etiologia desconhecida e não inflamatória. Caracteriza-se pela presença de sensibilidade exacerbada à palpação de pontos pré-definidos (tender- points), diminuição da qualidade de vida e sintomas como: alteração do sono, depressão, fadiga, rigidez muscular, entre outros.

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Diretrizes para o Diagnóstico e Tratamento da Fibromialgia.

José Roberto Provenza
Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles da S.B.R.
Número: 1139 / Publicado em 23/06/2012 - 08:33

Síndrome de dor crônica, de etiologia não definida, causada por múltiplos mecanismos de sensibilização a dor do S.N.C., com manifestação de dor músculo-esquelética generalizada, não inflamatória, com a presença de pontos dolorosos pré-definidos a palpação muscular (tender-points).

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Tipos de Hepatotoxicidade.

Mário Reis Álvares-da-Silva
II Workshop Internacional de Atualização em Hepatologia, Curitiba, Maio de 2007
Número: 1138 / Publicado em 23/06/2012 - 08:34

Mensagens para Guardar: Hepatotoxicidade é freqüente. Inúmeras drogas podem lesar o fígado. Lesão deve ser caracterizada (Hepatocelular/colestática/mista). Doença aguda ou crônica. Atenção para a icterícia. Alto grau de suspeição.

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Hepatotoxicidade da Cianotoxina Microcistina

Andréa de Castro Leal e Manoel do Carmo Pereira Soares
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 37 (Suplemento II), 2OO4
Número: 1137 / Publicado em 23/06/2012 - 08:35

Constitui interesse emergente em saúde pública avaliar a possibilidade de intoxicação humana por biotoxinas de algas cianofíceas principalmente as hepatotoxinas do grupo das microcistinas. A microcistina, um heptapeptídeo monocíclico, é produzida principalmente pela cianobactéria Microcistis aeruginosa. São caracterizadas por alguns aminoácidos variáveis, dois deles com uma estrutura não usual que possuem importante papel na hepatotoxidade da microcistina. Apesar do acometimento humano atribuído as microcistinas incluírem gastroenterite, reações alérgicas ou irritativas, neurotoxicidade, o principal alvo da toxina é o fígado. Nos hepatócitos as microcistinas são carreadas pelo sistema transportador do ácido biliar; inibindo a atividade da proteína fosfatase no citoplasma. A inibição leva a mudanças morfológicas na membrana plasmática pela hiperfosforilação de citoqueratinas, e à atividade de promoção tumoral pelas proteínas hiperfosforiladas.

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Microcistinas: Risco de Contaminação em Águas Eutróficas.

Marcia Kamogae e Elisa Yoko Hirooka
Acta Scientiarum 22(5):1189-1200, 2000.
Número: 1136 / Publicado em 23/06/2012 - 08:36

O aumento populacional, aliado à modernização da sociedade, incrementou o consumo de água, tornando o represamento recurso imprescindível para atender à demanda. Inúmeros fatores inter-relacionados contribuem para agravar o risco da deterioração da água, dentre os quais se destacam as microcistinas. Estas hepatotoxinas, produzidas por cianobactérias dos gêneros Anabaena, Microcystis, Nostoc e Oscillatorias, consistem de heptapeptídio de estrutura monocíclica cujo risco iminente da constante ingestão se deve ao efeito de potente promotor de tumor. A produção de microcistinas é favorecida por fatores ambientais onde existe elevada concentração de nutrientes e luminosidade, fatores estes que se tornaram inevitáveis no atual ecossistema. A crescente eutroficação de água ocorre em ritmo acelerado, decorrente da poluição pela industrialização, lixo doméstico, práticas agrícolas, além da espoliação de recursos naturais. Com a finalidade de alertar a comunidade e despertar seu interesse, este trabalho discorre sobre microcistinas e fatores de risco - perspectivas de sua contaminação, objetivando ainda estabelecer medidas preventivas que minimizem a deterioração das águas.

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Guia sobre Erro Médico - Orientações ao Consumidor.

Instituto de Defesa do Consumidor - IDEC - Dezembro/2006
http://www.inteligentesite.com.br/arquivos/arctpa/guia_erro_medico.pdf
Número: 1132 / Publicado em 23/06/2012 - 08:38

Vivemos tempos complicados: de um lado, o avanço da ciência e da tecnologia é bastante veloz e tem alcançado sucesso; mas, de outro lado, faltam meios para dar solução aos problemas básicos de saúde da população. Faltam recursos e políticas públicas sérias e contínuas, infra-estrutura, capacitação de profissionais, qualidade do ensino médico. Os profissionais de saúde são vítimas desse quadro desolador da saúde no Brasil, mas a situação é pior para os pacientes que já estão fragilizados diante dos problemas de saúde que enfrentam.

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Avaliação do Risco de Tromboembolismo Venoso (TEV) em Pacientes Clínicos Internados - Algoritmo Cirúrgico.

Diretriz Brasileira de Profilaxia de TEV em Paciente Clínico Internado.
Hospital ISraelita Albert Einstein
Número: 1131 / Publicado em 23/06/2012 - 08:43

O TEV é a causa número 1 de morte hospitalar previnível. 60% das hospitalizações são clínicas e 2/3 das mortes intra-hospitalares por TEP são em pacientes clínicos. Há métodos eficazes de previnir o TEV, mas há dificuldade em estimar risco de TEV em pacientes clínicos. A utilização de profilaxia de TEV no Brasil está na média mundial, mas no Brasil os pacientes cirúrgicos recebem menos profilaxia do que no mundo (46% vs. 59%). A subutilização de profilaxia do TEV é um problema global de pacientes clínicos e cirúrgicos que precisa ser modificado.

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04/02/2016
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