Profissionais: 5236
Prontuários: 183437

Esqueceu a senha? Cadastro da senha

Portal Saude Direta - Busca Palavra

BUSCA POR PALAVRA

POSTAGENS ANTERIORES

TAGS CLOUD

Protocolos - Algoritmos - Diretrizes - Fluxogramas

Baixar o Adobe Acrobat Reader
Para visualizar os conteúdos abaixo é necessário ter o Adobe Acrobat Reader instalado.

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Controvérsias no Diagnóstico e Tratamento da Trombose Venosa Profunda pela Ecografia Vascular (TVP)

Marcio Vinicius Lins Barros, Virgínia Soares Rodrigues Pereira, Daniel Mendes Pinto
J Vasc Bras 2012, Vol. 11, N 2
Número: 2861 / Publicado em 17/01/2015 - 19:35

A trombose venosa profunda é uma entidade clínica potencialmente grave, responsável por elevada morbimortalidade. A ecografia vascular representa o método propedêutico de escolha no diagnóstico e acompanhamento dos pacientes com essa doença. Entretanto, várias questões permanecem controversas, tais como a abordagem inicial do paciente com suspeita de trombose venosa profunda, os tipos de protocolo a serem usados, o tempo para a realização do exame e a trombose no plexo de panturrilha. O objetivo dessa revisão é discutir esses assuntos à luz dos conhecimentos atuais.

Abrir arquivo em PDF

Preparação e Resposta à Introdução do Vírus Chikungunya no Brasil

Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis
Ministério da Saúde 2014
Número: 2860 / Publicado em 08/12/2014 - 11:57

O CHIKV é um vírus RNA que pertence ao gênero Alphavírus da família Togaviridae. O nome chikungunya deriva de uma palavra em Makonde que significa aproximadamente “aqueles que se dobram”, descrevendo a aparência encurvada de pacientes que sofrem de artralgia intensa.

Abrir arquivo em PDF

Practice Guidelines for the Diagnosis and Management of Skin and Soft Tissue Infections: 2014 Update by the Infectious Diseases Society of America

Dennis L. Stevens, Alan L. Bisno, Henry F. Chambers, E. Patchen Dellinger, Ellie J. C. Goldstein, Sherwood L. Gorbach, Jan V. Hirschmann, Sheldon L. Kaplan, Jose G. Montoya, and James C. Wade
Clinical Infectious Diseases Advance Access published June 18, 2014
Número: 2859 / Publicado em 12/11/2014 - 09:11

A panel of national experts was convened by the Infectious Diseases Society of America (IDSA) to update the 2005 guidelines for the treatment of skin and soft tissue infections (SSTIs). The panel’s recommendations were developed to be concordant with the recently published IDSA guidelines for the treatment of methicillin-resistant Staphylococcus aureus infections. The focus of this guideline is the diagnosis and appropriate treatment of diverse SSTIs ranging from minor superficial infections to life-threatening infections such as necrotizing fasciitis. In addition, because of an increasing number of immunocompromised hosts worldwide, the guideline addresses the wide array of SSTIs that occur in this population. These guidelines emphasize the importance of clinical skills in promptly diagnosing SSTIs, identifying the pathogen, and administering effective treatments in a timely fashion.

Abrir arquivo em PDF

Guia de Antimicrobianos

MELO, Vivianne Vieira; DUARTE, Izabel de Paula; SOARES, Amanda Queiroz
Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (HC-UFG) - 2012
Número: 2858 / Publicado em 12/11/2014 - 08:48

O emprego indiscriminado dos antimicrobianos em pacientes é responsável pelo desenvolvimento de resistência microbiana. A expressão “resistente” significa que o germe tem a capacidade de crescer in vitro em presença da concentração que essa droga atinge no sangue, ou seja, o conceito é dose-dependente. No entanto, a concentração sanguínea de muitos antimicrobianos é inferior à concentração alcançada pelo mesmo em outros líquidos ou tecidos corpóreos, o que torna possível que a bactéria seja “resistente” a um determinado antibiótico no sangue, mas sensível se estiver em outro sítio.

Abrir arquivo em PDF

Algorithm for Chronic Urticaria (Algoritmo para Urticária Crônica)

D. H. Dreyfus MD/PhD
AAAAI 2014
Número: 2857 / Publicado em 11/11/2014 - 12:20

Recomendações para diagnóstico e tratamento de urticária crônica.

Abrir arquivo em PDF

Urticária e Doenças Sistêmicas

R. F. J. Criado, P. R. Criado, J. A. de S. SIittart, M. C. Pires, J. F. de Mello, W. T. Aun
Rev Ass Med Brasil 1999; 45(4): 349-56
Número: 2856 / Publicado em 11/11/2014 - 11:59

A urticária é uma doença que acomete 15 a 25% dos indivíduos da população em geral, em algum momento da vida. Estima-se também que 0,1% da população examinada em consultas dermatológicas apresente urticária. Entre os pacientes com urticária, 50% apresentarão a doença por pelo menos um ano e 20% além de 20 anos.

Abrir arquivo em PDF

Urticária

Criado PR, Criado RFJ, Maruta CW, Martins JEC, Rivitti EA
An Bras Dermatol. 2005;80(6):613-30.
Número: 2855 / Publicado em 11/11/2014 - 12:03

A urticária apresenta-se com diversas formas clínicas e causas distintas. Constitui uma das dermatoses mais freqüentes: 15% a 20% da população têm pelo menos um episódio agudo da doença em sua vida, resultando em percentual que varia de um a 2% dos atendimentos nas especialidades de Dermatologia e Alergologia. O tratamento da urticária pode compreender medidas não farmacológicas e intervenções medicamentosas, as quais são agrupadas em tratamentos de primeira (anti-histamínicos), segunda (corticosteróides e antileucotrienos) e terceira linha (medicamentos imunomoduladores).

Abrir arquivo em PDF

Síndrome de Schnitzler (SC)

Prof. Dan Lipsker (Janeiro 2007)
www.orpha.net
Número: 2854 / Publicado em 10/11/2014 - 11:48

A Síndrome de Schnitzler (SC) caracteriza-se principalmente por uma urticária crónica e uma quantidade elevada de proteínas anormais no sangue, que são anticorpos denominados de "imunoglobulinas M monoclonais". A SC manifesta-se também através de um conjunto de outros sintomas, de entre os quais, os mais frequentes são a febre (90% dos casos) e as dores articulares ou dos ossos (60% dos casos). Ainda que a patologia seja certamente sub-diagnosticada, a SC permanece uma doença rara. Após a descrição da síndrome, em 1972, aproximadamente 50 casos foram relatados em todo o mundo.

Abrir arquivo em PDF

Medidas de Precaução e Controle a serem Adotadas na Assistência a Pacientes Suspeitos de Infecção por Ebola

Agência Nacional de Vigilância Sanitária - 2014
Nota Técnica nº 02/2014 - GGTES/ANVISA
Número: 2853 / Publicado em 05/11/2014 - 10:59

Esta Nota Técnica disponibiliza orientações referentes às medidas de prevenção e controle que devem ser implementadas pelos serviços de saúde do país na assistência a casos suspeitos de infecção pelo vírus Ebola, a fim de evitar a sua transmissão dentro do serviço de saúde. A transmissão do vírus Ebola ocorre após o aparecimento dos sintomas e se dá por meio do contato com sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos infectados (incluindo cadáveres) ou do contato com superfícies e objetos contaminados.

Abrir arquivo em PDF

Clinical Management of Patients with Viral Haemorrhagic Fever: A Pocket Guide for the Front-line Health Worker (Ebola)

World Health Organization 2014
http://apps.who.int
Número: 2852 / Publicado em 04/01/2015 - 17:35

Viral haemorrhagic fever (VHF) is a general term for a severe illness, sometimes associated with bleeding, that may be caused by a number of viruses. The term is usually applied to disease caused by: 1. Arenaviridae (Lassa, Lujo, Junin, Guanarito, Sabia and Machupo); 2. Bunyaviridae (Crimean-Congo Haemorrhagic Fever - CCHF); 3. Filoviridae (Ebola and Marburg); 4. Flaviviridae (Omsk haemorrhagic fever, Kyasanur forest disease and Alkurma haemorhagic fever). This Guide is focused on specific VHFs-- Ebola, Marburg, CCHF, Lassa fever [and Lujo]-- that occur in Africa and have risk of person to person transmission. This Guide does not address the management of other viral infections, such as dengue, Rift Valley Fever and yellow fever, that also have haemorrhagic manifestations, but do not have direct person-to-person transmission.

Abrir arquivo em PDF

Footer - v1.3
Atualizado em
04/02/2016
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter