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Aspectos Jurídicos do Atendimento às Vítimas de Violência Sexual: Perguntas e Respostas para Profissionais de Saúde.

Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Pragmáticas Estratégicas.
Ministério da Saúde – Brasília 2010.
Número: 1463 / Publicado em 18/03/2012 - 18:29

A violência sexual e/ou doméstica é fenômeno de conceituação complexa e multicausal, que atravessa uma intricada teia de aspectos sociais, culturais, religiosos e econômicos. Por apresentar significativa dimensão epidemiológica, conforme demonstram dados da notificação compulsória (Lei nº 10.778/2003), por meio da Vigilância de Violência e Acidentes (Viva), a violência sexual e/ou doméstica contra crianças, adolescentes e mulheres adultas é considerada um grave problema de saúde pública.

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Ficha de Notificação / Investigação Individual: Violência Doméstica, Sexual e/ou outras Violências Interpessoais.

Secretaria de Vigilância em Saúde.
Ministério da Saúde. Brasilia - 2006.
Número: 1462 / Publicado em 18/03/2012 - 18:29

Considera-se violência como o uso intencional de força física ou do poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma comunidade que resulte ou tenha possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação. Atenção: Em casos de suspeita ou confirmação de violência contra crianças e adolescentes, a notificação deve ser obrigatória e dirigida aos Conselhos Tutelares e autoridades competentes (Delegacias de Proteção da Criança e do Adolescente e Ministério Público da localidade), de acordo com o art. 13 da Lei no 8.069/1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente. Esta ficha atende ao Decreto-Lei no 5.099 de 03/06/2004, que regulamenta a Lei no 10.778/2003, que institui o serviço de notificação compulsória de violência contra a mulher, e o artigo 19 da Lei no 10.741/2003 que prevê que os casos de suspeita ou confirmação de maus tratos contra idoso são de notificação obrigatória.

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Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes: Norma Técnica.

Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.
Ministério da Saúde. Brasília - 2010.
Número: 1461 / Publicado em 18/03/2012 - 18:31

A violência sexual é uma das manifestações da violência de gênero mais cruéis e persistentes. Diz-se persistente porque a violência sexual atravessa a história e sobrevive. Por um lado, na dimensão de uma pandemia, atingindo mulheres, adolescentes e crianças, em todos os espaços sociais, sobretudo no doméstico; por outro, na forma de violência simbólica e moral, aterrorizando, em especial, o imaginário das mulheres, tanto produzindo vulnerabilidades quanto promovendo uma sensação de constante insegurança, contribuindo para a perpetuação de uma cultura violenta e patriarcal.

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Orientações para Prevenção de Acidentes por Animais Peçonhentos Pós-enchentes.

Secretaria da Vigilância Sanitária.
Ministério da Saúde. 2011.
Número: 1460 / Publicado em 18/03/2012 - 18:33

Em caso de picada, solicite atendimento médico o mais rápido possível. Mantenha a pessoa picada deitada e em repouso. É importante evitar que a vítima se locomova por seus próprios meios. Mantenha o membro picado mais elevado que o restante do corpo. Lave o local da picada com água e sabão.

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Promovendo o Aleitamento Materno.

UNICEF
Ministério da Saúde. Brasília: 2007.
Número: 1457 / Publicado em 18/03/2012 - 18:49

Existem provas de que as mães orientadas da maneira correta nos serviços de saúde pública e nos hospitais amamentam melhor e durante mais tempo. Embora seja um ato natural, o aleitamento materno nem sempre é fácil de ser praticado hoje em dia. As mães precisam de apoio emocional e de informações corretas para terem sucesso na amamentação.

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Doenças Infecciosas e Parasitárias: Aspectos Clínicos, de Vigilância Epidemiológica e de Controle - Guia de Bolso.

Gerson Oliveira Pena et al.
Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde, Brasilia - 1998.
Número: 1455 / Publicado em 18/03/2012 - 18:48

Esse Guia de Bolso traz como um dos seus objetivos ampliar a participação dos médicos nessas ações, tornando o sistema mais sensível para diagnosticar as doenças com importância epidemiológica, perceber comportamentos inusitados e novas síndromes e que seja mais preciso e oportuno no desencadeamento das medidas de prevenção e controle.

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Avaliação e Tratamento do Doente com Acne – Parte II: Tratamento Tópico, Sistémico e Cirúrgico, Tratamento da Acne na Grávida, Algoritmo Terapêutico.

Portuguese Acne Advisory Board.
Rev Port Clin Geral 2011;27:66-76
Número: 1453 / Publicado em 22/06/2012 - 07:54

Nesta Parte II discute-se a abordagem terapêutica – tópica e sistémica – em cada forma clínica de acne, dando particular ênfase aos retinóides e aos antimicrobianos, e salientam-se as estratégias a adoptar para limitar a crescente resistência bacteriana aos antibióticos. Referem-se as indicações específicas para terapêutica hormonal e analisam-se as particularidades do tratamento da acne na grávida e lactante. Descrevem-se algumas técnicas para correcção das cicatrizes da acne. Por último, publica-se um algoritmo que pretende ilustrar a classificação da acne e definir, para cada tipo clínico, a abordagem terapêutica consensualmente recomendada.

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Disfagia.

World Gastroenterology Organisation Practice Guidelines - Janeiro de 2004.
http://www.worldgastroenterology.org
Número: 1452 / Publicado em 22/06/2012 - 07:56

O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica).

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Pediatria - Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) .
Ministério da Saúde - Brasilia 2006.
Número: 1451 / Publicado em 22/06/2012 - 08:01

Infecção Hospitalar (IH) é o agravo de causa infecciosa adquirido pelo paciente após sua admissão em hospital. Pode manifestar-se durante a internação ou após a alta, desde que relacionado à internação ou a procedimentos hospitalares. Na faixa etária pediátrica, muitos pacientes são admitidos com processo infeccioso adquirido na comunidade – Infecção Comunitária. Contribui para isso o contato físico da criança com o ambiente e objetos contaminados; a convivência com familiares portadores de doenças infecciosas e a permanência cada vez mais acentuada em creches e escolas.

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Principais Infecções Hospitalares que se Desenvolvem nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e Quais os Procedimentos Básicos para Evitar sua Proliferação – Revisão Bibliográfica.

Nunes Letícia Virgínia Ferreira, Miranda Ludycilla Nolasco, Brasileiro Marislei Espíndula
Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on-line] 2010 jan-jun 1(1) 1-13.
Número: 1450 / Publicado em 22/06/2012 - 08:19

Em países como o Brasil, onde há escassez de recursos destinados à saúde, o controle da infecção hospitalar, além de atender às exigências legais e éticas, é também um problema socioeconômico, pois se tem investido em tecnologia cara, tanto na pesquisa (equipamentos, microbiologia, etc.) como na produção de novas drogas antimicrobianas. A IH aumenta o tempo de internação do paciente, encarecendo assim o custo da hospitalização pelo uso dos recursos hospitalares e de antimicrobianos, além do risco imposto ao paciente.

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17/06/2020
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