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Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes: Norma Técnica.

Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.
Ministério da Saúde. Brasília - 2010.
Número: 1461 / Publicado em 18/03/2012 - 18:31

A violência sexual é uma das manifestações da violência de gênero mais cruéis e persistentes. Diz-se persistente porque a violência sexual atravessa a história e sobrevive. Por um lado, na dimensão de uma pandemia, atingindo mulheres, adolescentes e crianças, em todos os espaços sociais, sobretudo no doméstico; por outro, na forma de violência simbólica e moral, aterrorizando, em especial, o imaginário das mulheres, tanto produzindo vulnerabilidades quanto promovendo uma sensação de constante insegurança, contribuindo para a perpetuação de uma cultura violenta e patriarcal.

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Orientações para Prevenção de Acidentes por Animais Peçonhentos Pós-enchentes.

Secretaria da Vigilância Sanitária.
Ministério da Saúde. 2011.
Número: 1460 / Publicado em 18/03/2012 - 18:33

Em caso de picada, solicite atendimento médico o mais rápido possível. Mantenha a pessoa picada deitada e em repouso. É importante evitar que a vítima se locomova por seus próprios meios. Mantenha o membro picado mais elevado que o restante do corpo. Lave o local da picada com água e sabão.

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Promovendo o Aleitamento Materno.

UNICEF
Ministério da Saúde. Brasília: 2007.
Número: 1457 / Publicado em 18/03/2012 - 18:49

Existem provas de que as mães orientadas da maneira correta nos serviços de saúde pública e nos hospitais amamentam melhor e durante mais tempo. Embora seja um ato natural, o aleitamento materno nem sempre é fácil de ser praticado hoje em dia. As mães precisam de apoio emocional e de informações corretas para terem sucesso na amamentação.

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Doenças Infecciosas e Parasitárias: Aspectos Clínicos, de Vigilância Epidemiológica e de Controle - Guia de Bolso.

Gerson Oliveira Pena et al.
Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde, Brasilia - 1998.
Número: 1455 / Publicado em 18/03/2012 - 18:48

Esse Guia de Bolso traz como um dos seus objetivos ampliar a participação dos médicos nessas ações, tornando o sistema mais sensível para diagnosticar as doenças com importância epidemiológica, perceber comportamentos inusitados e novas síndromes e que seja mais preciso e oportuno no desencadeamento das medidas de prevenção e controle.

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Avaliação e Tratamento do Doente com Acne – Parte II: Tratamento Tópico, Sistémico e Cirúrgico, Tratamento da Acne na Grávida, Algoritmo Terapêutico.

Portuguese Acne Advisory Board.
Rev Port Clin Geral 2011;27:66-76
Número: 1453 / Publicado em 22/06/2012 - 07:54

Nesta Parte II discute-se a abordagem terapêutica – tópica e sistémica – em cada forma clínica de acne, dando particular ênfase aos retinóides e aos antimicrobianos, e salientam-se as estratégias a adoptar para limitar a crescente resistência bacteriana aos antibióticos. Referem-se as indicações específicas para terapêutica hormonal e analisam-se as particularidades do tratamento da acne na grávida e lactante. Descrevem-se algumas técnicas para correcção das cicatrizes da acne. Por último, publica-se um algoritmo que pretende ilustrar a classificação da acne e definir, para cada tipo clínico, a abordagem terapêutica consensualmente recomendada.

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Disfagia.

World Gastroenterology Organisation Practice Guidelines - Janeiro de 2004.
http://www.worldgastroenterology.org
Número: 1452 / Publicado em 22/06/2012 - 07:56

O termo disfagia pode se referir tanto à dificuldade de iniciar a deglutição (geralmente denominada disfagia orofaríngea) quanto à sensação de que alimentos sólidos e/ou líquidos estão retidos de algum modo na sua passagem da boca para o estômago (geralmente denominada disfagia esofágica).

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Pediatria - Prevenção e Controle de Infecção Hospitalar.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) .
Ministério da Saúde - Brasilia 2006.
Número: 1451 / Publicado em 22/06/2012 - 08:01

Infecção Hospitalar (IH) é o agravo de causa infecciosa adquirido pelo paciente após sua admissão em hospital. Pode manifestar-se durante a internação ou após a alta, desde que relacionado à internação ou a procedimentos hospitalares. Na faixa etária pediátrica, muitos pacientes são admitidos com processo infeccioso adquirido na comunidade – Infecção Comunitária. Contribui para isso o contato físico da criança com o ambiente e objetos contaminados; a convivência com familiares portadores de doenças infecciosas e a permanência cada vez mais acentuada em creches e escolas.

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Principais Infecções Hospitalares que se Desenvolvem nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e Quais os Procedimentos Básicos para Evitar sua Proliferação – Revisão Bibliográfica.

Nunes Letícia Virgínia Ferreira, Miranda Ludycilla Nolasco, Brasileiro Marislei Espíndula
Revista Eletrônica de Enfermagem [serial on-line] 2010 jan-jun 1(1) 1-13.
Número: 1450 / Publicado em 22/06/2012 - 08:19

Em países como o Brasil, onde há escassez de recursos destinados à saúde, o controle da infecção hospitalar, além de atender às exigências legais e éticas, é também um problema socioeconômico, pois se tem investido em tecnologia cara, tanto na pesquisa (equipamentos, microbiologia, etc.) como na produção de novas drogas antimicrobianas. A IH aumenta o tempo de internação do paciente, encarecendo assim o custo da hospitalização pelo uso dos recursos hospitalares e de antimicrobianos, além do risco imposto ao paciente.

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Amniocentese - Informação para Doentes e Familiares.

Royal College of Obstetricians and Gynaecologists.
EuroGentest, 2008.
Número: 1449 / Publicado em 22/06/2012 - 08:22

Este folheto dá-lhe informações sobre a amniocentese. Explica o que é, quando e como é feita, o que acontece depois e quais os seus benefícios e riscos possíveis. Este folheto destina-se a ser usado ao longo das consultas com os seus profissionais de saúde e a ajudá-lo a fazer as perguntas que são importantes para si.

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O Pediatra e o Aconselhamento Genético.

Chong Ae Kim.
Pediatria (São Paulo) 2005;27(1):25-7
Número: 1448 / Publicado em 22/06/2012 - 08:24

O geneticista alerta os pediatras para os três tipos de doença genética – etiologia complexa, aberrações cromossômicas e monogênicas. São destacadas as indicações de avaliação genética. Há necessidade de documentação do caso pelo pediatra, para esclarecimento diagnóstico.

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04/02/2016
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