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Protocolo de Ventilação Mecânica na Lesão Pulmonar Aguda (LPA) e na Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA)

Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina
Número: 2235 / Publicado em 18/04/2012 - 08:36

Existem inúmeras causas para desenvolvimento de lesão pulmonar aguda (LPA)/síndrome de desconforto respiratório agudo (SDRA). A sepse pode estar associada a 47,5% dos casos de LPA/SDRA. Os principais estudos epidemiológicos envolvendo choque séptico demonstram que o “sistema respiratório” é o sítio mais frequentemente afetado dentre todos os comprometidos.

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Protocolo de Profilaxia e Tratamentos de Eventos Tromboembólicos (TEV)

Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina
Número: 2234 / Publicado em 18/04/2012 - 08:32

A maioria dos pacientes admitidos em terapia intensiva (UTI) apresenta múltiplos fatores de risco para tromboembolismo venoso (TEV), que precedem ou se desenvolvem durante a internação. O TEV engloba a trombose venosa profunda (TVP) e tromboembolismo pulmonar (TEP), complicações freqüentes, mas pouco reconhecidas em pacientes graves.

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Protocolo de Síndrome Coronariana Aguda

Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina
Número: 2233 / Publicado em 18/04/2012 - 08:29

A ocorrência de IAM no peri-operatório (IAMPO) é um dos preditores mais importantes de morbi-mortalidade, a curto e longo prazos, em cirurgias não cardíacas. Entretanto, mais de 80% dos IAMPO são assintomáticos. Num mesmo estudo, não sendo monitorizados o eletrocardiograma e enzimas cardíacas, a incidência de IAMPO foi de 3,6%. Enquanto que, ao ser dosada rotineiramente a troponina, a incidência subiu para 12%.

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Protocolo de Status Asmático

Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina
Número: 2232 / Publicado em 18/04/2012 - 08:25

A asma é uma doença respiratória caracterizada pela inflamação das vias aéreas e conseqüente hiper-reatividade a uma ampla variedade de estímulos. Esta hiper-reatividade conduz à obstrução das vias respiratórias e paroxismos de tosse, dispnéia, opressão torácica e sibilos respiratórios. É uma doença episódica com exacerbações agudas intercaladas por períodos assintomáticos. Em terapia intensiva pode ser tanto a razão da internação como um evento ocorrendo dentro do contexto de internação por outras causas. Seu tratamento representa, muitas vezes, um grande desafio.

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Protocolo de Monitoração Hemodinâmica

Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina
Número: 2231 / Publicado em 18/04/2012 - 08:23

A palavra monitoração significa vigilância. A monitoração hemodinâmica não se limita somente a pressões e débito cardíaco, é muito mais abrangente envolvendo oxigenação e metabolismo. A monitoração do paciente grave deve ser realizada de maneira cuidadosa, pois todos os detalhes podem contribuir para a avaliação e determinação de condutas. O objetivo de monitorar o paciente é adequar a perfusão e oxigenação tecidual e celular. Todos os pacientes internados em unidade de terapia intensiva necessitam algum grau de monitoração. Assim sendo, o estabelecimento dos passos a serem empregados é fundamental.

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Protocolo de Atendimento ao Paciente no Pós-Operatório de Transplante Hepático

Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina
Número: 2230 / Publicado em 18/04/2012 - 08:19

O objetivo deste protocolo será traçar diretrizes gerais que orientem os cuidados no pós-operatório de transplante hepático, pois a identificação precoce de alterações, associada à imediata intervenção clínico-cirúrgica, constitui fator crítico no prognóstico do paciente. Não serão discutidas as patologias hepáticas, as indicações do transplante as técnicas cirúrgicas e/ou procedimentos intra-operatórios.

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Questionário de Hipertermia Maligna

Centro de Estudo, Diagnóstico e Intervenção em Hipertermia Maligna
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina
Número: 2229 / Publicado em 18/04/2012 - 08:14

Questionário sobre Hipertermia Maligna elaborado pelo Centro de Estudo, Diagnóstico e Intervenção em Hipertermia Maligna.

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Protocolo de Diagnóstico, Tratamento e Prevenção da Hipertermia Maligna

Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva
Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina
Número: 2228 / Publicado em 18/04/2012 - 08:41

A Hipertermia Maligna (HM) é afecção hereditária e latente, caracterizada por resposta hipermetabólica aos anestésicos voláteis halogenados (halotano, enflurano, isoflurano, sevoflurano , desflurano) e succinilcolina.

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Protocolo de Sedação, Analgesia e Bloqueio Neuromuscular

Flavia Ribeiro Machado
http://www.anestesiologia.unifesp.br/protocolo_sedacao.pdf
Número: 2227 / Publicado em 18/04/2012 - 08:01

Sedação, analgesia e bloqueio neuromuscular são procedimentos de rotina na UTI, potencialmente associados a iatrogenias se feitos de forma inadequada. A grande maioria dos pacientes admitidos na UTI necessita de condutas relacionadas a esses tópicos durante sua internação.

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Cuidados Paliativos Oncológicos: Controle da Dor

Instituto Nacional de Câncer - INCA
Ministério da Saúde - Rio de Janeiro - 2002
Número: 2226 / Publicado em 18/04/2012 - 07:56

O sucesso no tratamento da dor requer uma avaliação cuidadosa de sua natureza, entendimento dos diferentes tipos e padrões de dor e conhecimento do melhor tratamento. A boa avaliação inicial da dor irá atuar como uma linha de base para o julgamento de intervenções subseqüentes.

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