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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Cuidados Pós Mordedura Canina (Capítulo 140).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 900 / Publicado em 12/03/2012 - 10:56

Conter hemorragia com compressão direta. Irrigar copiosamente e desbridar tecido desvitalizado. Suturar primariamente lesões de couro cabeludo, face, tronco, braços e pernas. Deixar abertas inicialmente lesões de mãos e pés.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Profilaxia do Tétano (Capítulo 139).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 899 / Publicado em 12/03/2012 - 10:56

Considerar para todo o paciente ferido. A única contra-indicação é história de reação sistêmica grave após dose.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Desfibrilação Manual (Capítulo 138).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 898 / Publicado em 12/03/2012 - 10:56

Consiste na aplicação de energia elétrica de forma não sincronizada para terminar fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular. A desfibrilação faz com que o miocárdio entre em estado de despolarização generalizada e que o nódulo sinusal ou outro marcapasso restabeleça a sequência normal de repolarização-despolarização. É o procedimento prioritário da reanimação sendo realizado, se possível, após a constatação da inconsciência com ausência de pulso carotídeo.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Cardioversão (Capítulo 137).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 897 / Publicado em 19/06/2012 - 09:12

Consiste em devolver ao coração ao ritmo normal utilizando um medicamento, impacto mecânico ou aplicação de energia elétrica. Somente pacientes instáveis devem ser submetidos a cardioversão medicamentosa ou elétrica no ambiente pré-hospitalar.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Monitorização Cardíaca (Capítulo 136).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 896 / Publicado em 19/06/2012 - 09:10

O ECG é o registro da atividade elétrica do coração. O registro desta atividade forma uma série de ondas e complexos que foram rotulados arbitrariamente. A chave do diagnóstico das arritmias é a análise da forma e interrelações da onda P, intervalo PR e do QRS.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Pericardiocentese (Capítulo 135).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 895 / Publicado em 12/03/2012 - 10:57

Indicação: Tamponamento cardíaco com choque refratário a volume ou parada cardíaca.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Inserção de Cateter Intra-Arterial (Capítulo 134).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 894 / Publicado em 12/03/2012 - 10:57

Indicação: Necessidade de monitorização contínua da pressão arterial.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Drenagem Torácica (Capítulo 133).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 893 / Publicado em 12/03/2012 - 10:57

Indicação: Pneumotórax hipertensivo.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Inserção de Cateter Venoso Central (Capítulo 132).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 892 / Publicado em 12/03/2012 - 10:58

Impossibilidade de acessar veias periféricas. Permitir a introdução de marcapasso transvenoso.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Obtenção de Acesso Venoso Periférico (Capítulo 131).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 891 / Publicado em 12/03/2012 - 10:58

Posicionar o paciente em decúbito dorsal em posição de conforto com a extremidade que vai ser utilizada para punção repousando sobre uma superfície firme. Aplicar o torniquete sobre acima da fossa antecubital e prenda-o de modo que possa ser removido com apenas uma das mãos. Se possível solicitar ao paciente que abre e feche sua mão para auxiliar a distender a veia. Selecionar uma veia apropriada. Os melhores locais são o aspecto radial do antebraço junto ao punho e o dorso da mão.

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Atualizado em
17/06/2020
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