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Urologia Fundamental: Capítulo 8 - Infertilidade Masculina.

Marcelo Vieira, Sidney Glina.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1548 / Publicado em 10/03/2012 - 18:03

Fator masculino tem a mesma importância do feminino, uma vez que a incidência desses fatores é igual nos casais com infertilidade conjugal. Cabe ao urologista avaliar o homem desde o início do processo para evitar retardo no diagnóstico.

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Urologia Fundamental: Capítulo 7 - Princípios e Aplicações da Medicina Nuclear em Urologia.

Carlos Alberto Buchpiguel, Marcelo Tatit Sapienza.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1547 / Publicado em 10/03/2012 - 18:02

Medicina nuclear caracteriza-se por fornecer informações fisiológicas por meio de imagens cintilográficas. O próprio princípio que permite a geração de imagens baseia-se exclusivamente nas propriedades funcionais dos diferentes órgãos que compõem o corpo humano.

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Urologia Fundamental: Capítulo 6 - Imagens em Urologia: Trato Urinário Inferior e Órgãos Genitais.

Bruna Schmitz Serpa, Ronaldo Hueb Baroni.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1546 / Publicado em 10/03/2012 - 18:01

Bexiga urinária pode ser avaliada por vários métodos de imagem, iniciando com cistografia/uretrocistografia, passando pela ultrassonografia (US) e culminando com os métodos seccionais mais avançados, como tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM).

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Urologia Fundamental: Capítulo 5 - Imagens em Urologia: Trato Urinário Superior e Adrenal.

Adilson Prando, Daniel Lahan Martins
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1545 / Publicado em 10/03/2012 - 18:01

Métodos diagnósticos por imagem, assim como todos os outros campos da medicina, evoluíram substancialmente nos últimos anos. Avanços tecnológicos em ultrassonografia (US), tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM) permitiram importante melhoria no diagnóstico por imagem em várias áreas da urologia.

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Urologia Fundamental: Capítulo 4 - Avaliação de Hematúrias.

José Carlos Souza Trindade Filho, Carlos Márcio Nóbrega de Jesus.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1544 / Publicado em 10/03/2012 - 18:00

Hematúria ou existência de células sanguíneas na urina é sinal comum em mais de uma centena de doenças ou de condições sistêmicas, sendo muito frequente na população geral. Em muitos casos, é o primeiro sinal clínico.

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Urologia Fundamental: Capítulo 3 - Semiologia Urológica.

Frederico Arnaldo de Queiroz e Silva, Fabiano André Simões.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1543 / Publicado em 10/03/2012 - 17:55

A obtenção da história do paciente é a base da avaliação médica e, portanto, urológica, pois permite estabelecer hipóteses diagnósticas, orientando os exames a ser requisitados. Anamnese completa e exame clínico minucioso permitem direcionar a investigação para se estabelecer o diagnóstico preciso e com o mínimo de exames subsidiários, ou seja, menor custo.

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Urologia Fundamental: Capítulo 2 - Anatomia e Fisiologia da Micção.

Cristiano Mendes Gomes, Marcelo Hisano.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1542 / Publicado em 10/03/2012 - 17:56

A bexiga funciona como reservatório para armazenamento e eliminação periódica da urina. Para que essas funções ocorram adequadamente, é necessário que a musculatura lisa vesical (detrusor) relaxe e haja aumento coordenado do tônus esfincteriano uretral durante a fase de enchimento da bexiga – e o oposto durante a micção.

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Urologia Fundamental: Capítulo 1 - Anatomia Cirúrgica dos Tratos Urinário e Genital.

Antonio Cardoso Pinto, José Rafael Macéa.
Sociedade Brasileira de Urologia - SBU 2010.
Número: 1541 / Publicado em 10/03/2012 - 17:58

Rins são órgãos pares situados no espaço retroperitoneal e repousam na parede posterior do abdome. O rim esquerdo é maior que o direito – comprimento médio de 11,21 cm e 10,97 cm, respectivamente. O direito tem espessura média de 3,21 cm na região do hilo, enquanto o esquerdo tem 3,37 cm.

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Cuidados com o Paciente Acamado.

Cintia Schneider
http://www.sogab.com.br/cuidadoscomopacte.pdf
Número: 1540 / Publicado em 18/03/2012 - 18:11

Nos dias de hoje, onde há superlotação de hospitais e falta de leitos, grande parte dos pacientes recebe alta, assim que tem fim a intervenção médica, para retornarem a suas casas o mais rápido possível, com a finalidade de abrirem vagas nos hospitais e que o paciente se recupere no conforto do lar. Contudo, há casos em que o paciente precisa de um acompanhamento profissional, para que sua reabilitação se faça de maneira mais rápida e eficiente, dando condições que ele volte mais rápido ao seu estado de saúde normal, ou mais próximo do normal possível.

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Conjuntivite Alérgica.

Marisa Florence
http://www.cbo.com.br/cbo/sociedades/pediatria/artigos/conjuntivite_alergica.pdf
Número: 1539 / Publicado em 18/03/2012 - 18:04

As conjuntivites alérgicas em crianças apresentam-se habitualmente de forma grave, principalmente as do tipo primaveril. Há quatro formas de conjuntivite alérgica: Sazonal, geralmente associada à rinite ou asma; ceratoconjuntivite atópica (associada à dermatite atópica); conjuntivite primaveril (ou vernal); e conjuntivite papilar gigante (associada comumente ao uso de lentes de contato).

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17/06/2020
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