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Como Praticar a Medicina Baseada em Evidências.

Regina Paolucci El Dib
J Vasc Bras 2007;6(1):1-4.
Número: 179 / Publicado em 16/06/2012 - 19:29

A medicina baseada em evidências (MBE) é definida como o elo entre a boa pesquisa científica e a prática clínica. Em outras palavras, a MBE utiliza provas científicas existentes e disponíveis no momento, com boa validade interna e externa, para a aplicação de seus resultados na prática clínica.

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Protoloco de Tratamento de Leucemia Linfocítica Crônica (LLC).

Diretrizes Assistenciais.
Hospital Israelita Albert Einstein - Novembro – 2008.
Número: 178 / Publicado em 16/06/2012 - 19:36

A abordagem inicial ao paciente com LLC demanda atualmente uma estratificação de risco para os casos diagnosticados recentemente, respeito às recomendações de “supportive care”, atenção à qualidade de vida, e consideração da idade e comorbidades.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Tabagismo

Mirra AP, Meirelles RHS, Godoy I, Issa JS, Reichert J, Carvalho NB, Alencar Filho AC, Achutti A, da Silva CAR, Santos SRA, Hetem LA, Dias JC, Nakmura MU, Quintino MP, Cantarino CM, Pereira ACPM, Mendes FF, Duarte NMC, Gigliotti A, Marques ACPR, de Andrade
SBPT, SBC, Associação Brasileira de Psiquiatria, Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, SBA, Associação Brasileira de Medicina Intensiva.
Número: 176 / Publicado em 16/06/2012 - 19:05

Atualmente o tabagismo é considerado um problema de saúde pública, em razão da alta prevalência de fumantes e da mortalidade decorrente das doenças relacionadas ao tabaco.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Nutrição

Costa Filho RC, Gomes PN, Gutierrez F, Silva E, Salomão R, Machado FR, Lutke C, Instituto Latino Americano de Sepse, Rosenfeld R
Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Sociedade Brasileira de Infectologia, Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral
Número: 175 / Publicado em 16/06/2012 - 19:07

Desnutrição é um estado de nutrição que influencia negativamente o prognóstico de uma intervenção terapêutica. A desnutrição inicia-se no momento em que o paciente deixa de compensar seu gasto metabólico com o aporte proporcional de nutrientes. A resposta inflamatória sistêmica vem acompanhada de alterações do metabolismo intermediário, que determinam a perda de massa magra de modo expressivo, proporcional ao grau de estresse metabólico, resistente ao efeito anabólico do aporte nutricional.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Proteína C Ativada

Silva E, Salomão R, Machado FR, Carvalho NB, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 174 / Publicado em 16/06/2012 - 19:07

A ação da proteína C ativada (PCAh) pode interferir em vários pontos da resposta do hospedeiro à infecção.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Controle Glicêmico

Teles JM, Silva E, Salomão R, Machado FR, Bernardo WR, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 173 / Publicado em 16/06/2012 - 19:08

A hiperglicemia é comum durante a evolução das enfermidades agudas e está associada a piores desfechos clínicos.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Intervenções Complementares

Freitas F, Jackiu M, Silva E, Salomão R, Machado FR, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 172 / Publicado em 16/06/2012 - 19:09

Entre os pacientes criticamente enfermos a insuficiência renal é uma complicação relativamente comum que está associada com aumento do risco de morte e outras complicações. Dados sobre a prevalência de insuficiência renal aguda entre pacientes com sepse grave ou choque séptico são falhos. Isto se deve, em parte, ao uso de critérios não uniformes para o diagnóstico de insuficiência renal aguda, usados nos diferentes trabalhos.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Uso de Hemoderivados e Hemocomponentes

Silva E, Pereira A, Machado F, Salomão R, Lutke C, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 171 / Publicado em 16/06/2012 - 19:10

Níveis de hemoglobina entre 7 e 9 g/dL não foram associados a aumento de mortalidade em adultos gravemente enfermos, quando comparados a níveis entre 10 e 12 g/dL (100–200 g/L). No entanto, cabe ressaltar que esta questão não foi avaliada especificamente em pacientes sépticos e sim em pacientes gravemente enfermos, internados em terapia intensiva, dos quais 20% eram sépticos. Em pacientes sépticos, a transfusão de glóbulos vermelhos aumenta o transporte de oxigênio, mas não está claro que isso se acompanha de aumento concomitante do consumo de oxigênio ou de melhora nos parâmetros de utilização de oxigênio pelos tecidos.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Ressuscitação Hemodinâmica

Westphal G, Silva E, Salomão R, Machado F, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 170 / Publicado em 16/06/2012 - 19:11

Pacientes com sepse grave e choque séptico apresentam vasodilatação e grandes perdas hídricas para o espaço intersticial que podem somar-se à depressão miocárdica. O consequente comprometimento do fluxo sanguíneo pode resultar em isquemia de extensos territórios que, se não revertida precocemente, precipita o desenvolvimento de disfunção de múltiplos órgãos elevando a chance de óbito.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Avaliação da Perfusão Tecidual

Westphal GA, Gonçalves ARR, Caldeira Filho M, Silva E, Salomão R, Machado FR, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 169 / Publicado em 16/06/2012 - 19:12

A hipóxia tecidual global que ocorre na sepse grave e choque séptico é decorrência da associação entre distribuição heterogênea do fluxo sanguíneo microvascular, baixo fluxo sistêmico (hipóxia isquêmica) e falência no metabolismo celular (hipóxia citopática). Consequentemente há anaerobiose e aumento dos níveis de lactato sérico, sendo este último decorrente de múltiplos fatores. Ainda, o aumento do lactato é muito rápido, proporcional ao defeito oxidativo do metabolismo e à gravidade do choque.

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