Profissionais: 5632
Prontuários: 218668

Esqueceu a senha? Cadastro da senha

Portal Saude Direta - Busca Palavra

BUSCA POR PALAVRA

POSTAGENS ANTERIORES

TAGS CLOUD

Protocolos - Algoritmos - Diretrizes - Fluxogramas

Baixar o Adobe Acrobat Reader
Para visualizar os conteúdos abaixo é necessário ter o Adobe Acrobat Reader instalado.

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Parte IV – Protocolos de Trauma: Hipotermia (Capítulo 108).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 868 / Publicado em 12/03/2012 - 11:05

É a redução da temperatura corporal, que ocorre geralmente após exposição a baixas temperaturas. É mais comum em idosos, crianças, desnutridos, pacientes com traumatismos de medula espinhal, grandes queimados, indivíduos inconscientes e alcoolizados. Pode ser classificada em leve, moderada e grave, de acordo com a temperatura corporal. A imersão em líquidos com temperatura baixa acelera muito a perda de calor.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV – Protocolos de Trauma: Intermação (Capítulo 107).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 867 / Publicado em 12/03/2012 - 11:05

A intermação é uma causa de hipertermia decorrente da dificuldade do corpo em se resfriar adequadamente num ambiente com calor excessivo. É uma emergência clínica com alto risco de morte. O diagnóstico e, consequentemente, o início do tratamento precoces podem melhorar o prognóstico. Pode estar relacionada ou não a atividade física. Esta última é conhecida como forma clássica e geralmente afeta pacientes com condições médicas que impeçam o resfriamento e desta forma, não há mecanismo de proteção ao calor do ambiente. Pode ocorrer, por exemplo, em recém-nascidos ou em idosos, ou em pacientes com distúrbios neurológicos, mentais ou cardiopulmonares graves.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV – Protocolos de Trauma: Tamponamento Cardíaco (Capítulo 106).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 866 / Publicado em 12/03/2012 - 11:06

Geralmente ocorre após trauma penetrante de tórax, mas pode ocorrer no trauma fechado. Devido ao pericárdio ser uma estrutura não elástica, a hemorragia intrapericárdica restringe o enchimento diastólico de ambos os ventrículos.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV – Protocolos de Trauma: Tórax Instável (Capítulo 105).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 865 / Publicado em 12/03/2012 - 11:06

Ocorre quando três costelas adjacentes estão fraturadas no mínimo em dois pontos. O resultado é a perda da continuidade da parede torácica com a separação de um segmento. Geralmente ocorre na parede anterior ou lateral do tórax, sendo rara na posterior pois a musculatura estabiliza o segmento. Complicações: hipoxemia causada contusão pulmonar. O paciente também tem risco elevado de desenvolver pneumotórax ou hemotórax.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV – Protocolos de Trauma: Contusão Miocárdica (Capítulo 104).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 864 / Publicado em 12/03/2012 - 11:06

O traumatismo fechado de tórax pode produzir lesão cardíaca de intensidade variável. As consequências podem ser: distúrbios no sistema de condução, arritmias, redução do débito cardíaco, tamponamento cardíaco, ruptura de miocárdio ou válvulas. Suspeitar quando a vítima apresenta contusão ou fratura esternal ou mecanismo de lesão compatível.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV – Protocolos de Trauma: Hemotórax Maciço (Capítulo 103).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 863 / Publicado em 12/03/2012 - 11:06

É o acúmulo de sangue no espaço pleural. Pode ser causado por traumatismos torácicos fechados ou penetrantes. O sangramento pode originar-se de laceração das artérias intercostais, mamárias internas, parênquima pulmonar ou lesões ao coração e grandes vasos.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV – Protocolos de Trauma: Pneumotórax Hipertensivo (Capítulo 102).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 862 / Publicado em 12/03/2012 - 11:07

Ocorre quando é criada em decorrência de lesão torácica um mecanismo de válvula unidirecional, que permite que o ar entre no espaço pleural na inspiração, mas impede sua saída na expiração. A pressão intra-pleural se eleva rapidamente acima da atmosférica, produzindo um grave distúrbio respiratório e comprometimento circulatório, com hipotensão e choque devido ao impedimento do retorno venoso.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV – Protocolos de Trauma: Pneumotórax Aberto (Capítulo 101).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 861 / Publicado em 12/03/2012 - 11:07

É produzido por uma ferida penetrante do tórax. A gravidade do quadro geralmente é proporcional a gravidade do defeito da parede torácica. A livre comunicação através do orifício do espaço pleural com a atmosfera faz com que durante a inspiração o ar siga o caminho de menor resistência, passando pela ferida torácica para o espaço pleural e não pelas vias aéreas. O ar no espaço pleural não participa do processo de troca gasosa e leva rapidamente o paciente a um quadro de insuficiência respiratória aguda.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV – Protocolos de Trauma: Fratura de Arcos Costais (Capítulo 100).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 860 / Publicado em 12/03/2012 - 11:07

São as lesões torácicas mais frequentes nos traumatismos fechados. Os arcos costais mais lesados vão do 4º ao 10º. O 1º, 2º e 3º arcos costais são bem protegidos e o 11º e o 12º são curtos e pouco expostos. As complicações das fraturas de arcos costais são: Restrição a ventilação causada pela dor. Associação a contusão pulmonar na presença de três ou mais arcos costais fraturados. Lesões hepáticas ou esplênicas nas fraturas de arcos costais baixos.

Abrir arquivo em PDF

Parte IV – Protocolos de Trauma: Traumatismos de Tórax (Capítulo 99).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 859 / Publicado em 12/03/2012 - 11:07

Representam a causa direta do óbito em 25% das vítimas de trauma. Os acidentes automobilísticos são as causas mais comuns de trauma de tórax. Apenas 15% dos pacientes necessitarão de toracotomia de urgência, 85% podem ser tratados com: reanimação volêmica, intubação orotraqueal, ventilação mecânica e drenagem de tórax ao alcance de qualquer serviço de emergência.

Abrir arquivo em PDF

Footer - v1.3
Atualizado em
04/02/2016
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter