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Recomendações do INCA para Reduzir a Mortalidade por Câncer de Mama no Brasil.

Instituto Nacional de Câncer (INCA)
Ministério da Saúde.
Número: 1087 / Publicado em 23/06/2012 - 09:53

O INCA convida as organizações governamentais e não governamentais, as entidades representativas de profissionais, o setor privado e toda a sociedade civil a apoiar as recomendações para a redução da mortalidade por câncer de mama no Brasil. O trabalho envolveu profissionais de diferentes áreas de atuação do INCA. Objetivo é traduzir as principais evidências da literatura científica atual em linguagem simples e objetiva. Esperamos que estas recomendações possam contribuir para a redução da mortalidade por câncer de mama no Brasil por meio da difusão de evidências científicas e da mobilização e participação social.

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Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME 7ª Edição - 2010

Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos.
Ministério da Saúde - Brasília, 2010.
Número: 1086 / Publicado em 23/06/2012 - 09:55

A RENAME tem também o papel fundamental de orientar a política pública de desenvolvimento científico e tecnológico, apontar prioridades nacionais na área de produção de medicamentos e do desenvolvimento tecnológico de insumos estratégicos para a saúde, visando dotar o País de capacidade tecnológica e produtiva, para atender às necessidades do Sistema Único de Saúde.

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Recomendações para Terapia Antirretroviral em Adultos Infectados pelo HIV - Suplemento III - Tratamento e Prevenção - 2008

Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
Secretaria de Atenção à Saúde - Ministério da Saúde - Brasília - Outubro 2010
Número: 1082 / Publicado em 23/06/2012 - 09:57

O acesso universal ao tratamento e à prevenção do HIV e de doenças sexualmente transmissíveis possibilitou transformar o cenário da epidemia no país. A queda nas taxas de transmissão vertical do HIV, a redução da morbimortalidade da infecção e o aumento da expectativa e qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e AIDS são uma realidade, caracterizando o atual perfil crônico da doença.

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Linha Guia de Atenção à Saúde: Atenção à Saúde do Adolescente.

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.
Governo do Estado de Minas Gerais - Belo Horizonte, 2006 - 1a Edição
Número: 1078 / Publicado em 23/06/2012 - 09:59

Esta Linha-Guia reflete tal postura e com responsabilidade vem para alertar os profissionais sobre as situações de riscos na adolescência, reafirmando as importantes parcerias institucionais e tendo cuidado no tratamento das questões mais complexas. Mostra uma grande preocupação integrando ações num sistema de rede que possa interligar os diversos programas já em funcionamento, desenvolvidos pelas Secretarias de Estado, pela Prefeitura, sociedade organizada, evitando uma postura de isolamento, de duplicação de ações e de auto-resolução de problemas.

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Protocolo Estadual de Vigilância e Assistência aos Casos de Influenza A (H1N1).

Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais
Comitê Estadual de Enfrentamento da Influenza A (H1N1) - Belo Horizonte 21 de agosto / 2009
Número: 1077 / Publicado em 23/06/2012 - 10:01

Toda pessoa com síndrome gripal (febre + tosse e/ou dor de garganta) deve procurar o serviço de saúde para avaliação e estabelecimento da conduta.

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Protocolos Clínicos - 042 - Protocolo de Eletroconvulsoterapia.

Hélio Lauar, Helian Nunes, João Vinicius Salgado, Geovany Eliberto Araújo.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1075 / Publicado em 17/03/2012 - 15:55

O mecanismo de ação da eletroconvulsoterapia não está claro, há hipóteses relacionadas aos neurotransmissores, neuroendócrinas e neurofisiológicas. Porém as evidências científicas indicam melhora significativa do humor, padrão do sono, apetite e no interesse geral. A eficácia global da ECT é em torno de 80% para depressão, significativamente superior a dos antidepressivos.

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Protocolos Clínicos - 041 - Linha Guia para o Manejo Clínico do Paciente com Influenza por Cepa Emergente Potencialmente Pandêmica – Influenza A H1N1 – (gripe suína).

Tania Maria Marcial, Lorenza Nogueira Campos, Glaucia Fernandes Cota, Talitah Michel Sanchez Candiani, Vanderson Valente, Regina Lunardi.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1074 / Publicado em 17/03/2012 - 15:56

Esta Diretriz difere conceitualmente dos demais protocolos clínicos da Fhemig a exemplo do protocolo 020 (Influenza aviária humana H5N1). A mesma tem atuação nos diversos níveis hierarquizados do Sistema Único de Saúde e dentro de um nível vários pontos de ação, constituindo assim uma Linha Guia, por não atuar em um único ponto da atenção. É aplicável durante a fase inicial do plano de enfrentamento mineiro, enquanto não existem casos autóctones no território, com transmissão sustentada.

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Protocolos Clínicos - 038 - Triagem Nutricional Neonatal.

Mariana Rezende Casagrande
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1073 / Publicado em 17/03/2012 - 15:56

O estado nutricional de uma criança ao nascer varia de acordo com as condições de vida intra-uterina às quais esteve submetida. A adequação nutricional do feto pode influenciar de forma significante a morbidade e a mortalidade do recém-nascido (RN).

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Protocolos Clínicos - 036 - Protocolo de Cetoacidose Diabética (CAD) na Infância e Adolescência.

Luís Fernando Andrade de Carvalho,Cristiano Maciel Albuquerque.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1072 / Publicado em 17/03/2012 - 15:54

A cetoacidose diabética (CAD) é a causa mais freqüente de morte nas crianças com diabetes mellitus tipo 1 (DM1). Apresenta uma taxa de mortalidade de 0,15 a 0,3% que pode chegar a 20% nos pacientes com edema cerebral. A freqüência da cetoacidose diabética varia de 1 a 10% nas crianças com diagnóstico prévio de diabetes mellitus e de 15 a 70% como primeira manifestação nas crianças sem diagnóstico. As infecções são os principais fatores precipitantes (30 a 40% dos casos). Em pacientes com diabetes previamente diagnosticada, a cetoacidose diabética costuma estar relacionada com o uso inadequado de insulina.

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Protocolos Clínicos - 031 - Sepse Neonatal (SN).

Sandra Lima Ornelas, Ana Maria de Jesus Cardoso, Giselle Cucconato, Ana Lucia Lima Guedes, Valda M. Franqueira Mendonça.
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1071 / Publicado em 17/03/2012 - 15:53

Sepse Neonatal (SN) é uma síndrome clínica caracterizada por sinais sistêmicos de infecção e acompanhada por bacteremia, no primeiro mês de vida, podendo ou não apresentar hemocultura positiva.

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04/02/2016
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