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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Ressuscitação Hemodinâmica

Westphal G, Silva E, Salomão R, Machado F, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 170 / Publicado em 16/06/2012 - 19:11

Pacientes com sepse grave e choque séptico apresentam vasodilatação e grandes perdas hídricas para o espaço intersticial que podem somar-se à depressão miocárdica. O consequente comprometimento do fluxo sanguíneo pode resultar em isquemia de extensos territórios que, se não revertida precocemente, precipita o desenvolvimento de disfunção de múltiplos órgãos elevando a chance de óbito.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Avaliação da Perfusão Tecidual

Westphal GA, Gonçalves ARR, Caldeira Filho M, Silva E, Salomão R, Machado FR, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 169 / Publicado em 16/06/2012 - 19:12

A hipóxia tecidual global que ocorre na sepse grave e choque séptico é decorrência da associação entre distribuição heterogênea do fluxo sanguíneo microvascular, baixo fluxo sistêmico (hipóxia isquêmica) e falência no metabolismo celular (hipóxia citopática). Consequentemente há anaerobiose e aumento dos níveis de lactato sérico, sendo este último decorrente de múltiplos fatores. Ainda, o aumento do lactato é muito rápido, proporcional ao defeito oxidativo do metabolismo e à gravidade do choque.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Controle do Foco e Tratamento Antimicrobiano

Salomão R, Diament D, Rigatto O, Gomes B, Silva E, Machado FR, Carvalho NB, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 168 / Publicado em 16/06/2012 - 19:13

A incerteza sobre nova coleta de cultura(s) em pacientes com sepse grave ou choque séptico, e que estejam recebendo antibioticoterapia, persiste pela ausência de estudos controlados que demonstrem diferenças no prognóstico associado às duas condições. É indispensável que as culturas, incluindo hemoculturas, sejam realizadas antes de iniciar a antibioticoterapia, sendo esta conduta essencial para a confirmação do(s) patógeno(s) responsável (eis) pela infecção, uma vez que a esterilização da amostra sanguínea ocorre logo após doses iniciais de antibióticos. Outro cuidado importante de ressaltar é a prevenção de contaminação das culturas. Hemoculturas realizadas precocemente para identificação do foco infeccioso auxiliam na determinação das possíveis estratégias terapêuticas.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Abordagem do Agente Infeccioso - Diagnóstico

Salomão R, Diament D, Rigatto O, Gomes B, Silva E, Machado FR, Carvalho NB, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 167 / Publicado em 16/06/2012 - 19:14

O diagnóstico de infecção num paciente séptico é de fundamental importância. Embora nem sempre seja fácil detectar o foco primário, esta deve ser uma preocupação constante para o controle de uma sepse grave. A correta individualização do local primário do processo infeccioso possibilita a realização de exames específicos que podem conduzir a identificação dos microorganismos responsáveis.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Ventilação Mecânica

Machado FR, Assunção M, Silva E, Salomão R, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 166 / Publicado em 16/06/2012 - 18:51

Grande parte dos pacientes sépticos evolui com disfunção respiratória necessitando algum grau de suporte ventilatório, quer seja sob a forma de ventilação mecânica não-invasiva (VNI) ou invasiva. A resposta inflamatória, alterando a permeabilidade capilar provoca extravasamento de líquido para o interstício pulmonar, além de redução de surfactante com consequente colapso alveolar. Esse quadro resulta em alteração da relação entre a pressão parcial de oxigênio e a fração inspirada de oxigênio (relação pO2/FiO2) gerando hipoxemia. Assim, pacientes sépticos evoluem frequentemente com lesão pulmonar aguda (LPA) ou síndrome de desconforto respiratório agudo (SDRA), sendo a sepse a causa mais comum dessas afecções. Justifica-se, portanto, delinear as principais questões relacionadas à disfunção respiratória.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Sepse: Sedação, Analgesia e Bloqueio Neuromuscular

Machado F, Mazza B, Silva E, Salomão R, Bernardo WM, Instituto Latino Americano de Sepse
Associação de Medicina Intensiva Brasileira e Sociedade Brasileira de Infectologia
Número: 165 / Publicado em 16/06/2012 - 18:53

Grande parte dos pacientes nas unidades de terapia intensiva (UTI) requer algum grau de sedação ou analgesia o que torna o tema de grande importância para uma boa condução clínica. Os pacientes sépticos têm características que os diferenciam da população de pacientes críticos, não só pela sua gravidade, mas também pela presença de disfunções orgânicas associadas. Nessa população, a presença de disfunção múltipla de órgãos, com particular ênfase na disfunção renal e/ou hepática torna a utilização de medicações mais complexa, pelas alterações que ocorrem na farmacodinâmica da mesma.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Nefrolitíase: Abordagem Urológica

Bezerra C, Anderson MIP, Souza TF
Sociedade Brasileira de Urologia e Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade
Número: 164 / Publicado em 16/06/2012 - 18:55

A prevalência de nefrolitíase é de 2-3% com incidência em países industrializados de 0,5 – 1% ao ano. A probabilidade de um homem branco desenvolver cálculo até os 70 anos é de 1:8. Apresenta alta taxa de recidiva, podendo chegar a 80% ao longo da vida e sendo de até 50% em cinco anos. Pacientes com litíase assintomática tornam-se sintomáticos em 50% dos casos em cinco anos. Medidas preventivas vêm sendo discutidas com a intenção de diminuir a taxa de recidiva e perda da função renal.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Incontinência Urinária Feminina: Tratamento Cirúrgico

Bezerra CA, Schaal CH, Gomes CM, Dambrós M, Lorenzetti F, Simonetti F, Rios LAS, Agostinho AD, Resplande Filho J, Sartori M, Del Roy C, Hadad JM, Salvador M, Pacetta A, Simões R
Sociedade Brasileira de Urologia, Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia
Número: 163 / Publicado em 16/06/2012 - 18:57

O diagnóstico de defeito esfincteriano é bastante impreciso e a própria Sociedade Internacional de Continência, que reuniu especialistas para discutir o tema, sugere que não se deve tomar qualquer decisão terapêutica com base em diagnóstico de defi ciência esfi ncteriana intrínseca, seja através do VLPP ou do perfil pressórico uretral.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Imunodeficiências Primárias: Diagnóstico

Silva AR, Sarinho E, Borges W, Burns D, Vieira SE
Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia e Sociedade Brasileira de Pediatria
Número: 162 / Publicado em 16/06/2012 - 18:58

As imunodeficiências primárias (IDP) são patologias genéticas que têm como principal característica alterações das funções do sistema imune, levando a maior suscetibilidade às infecções de repetição, doenças auto-imunes e neoplasias. Na maioria dos casos os sintomas clínicos das IDP iniciam-se na infância, sendo importante a atuação dos pediatras na suspeita de tais patologias. Embora sua real prevalência ainda seja desconhecida, estima-se uma incidência de um caso em 2.000 a 10.000 nascidos vivos, o que as torna tão frequentes quanto doenças cujo diagnóstico é realizado por triagem neonatal, como fenilcetonúria (1/14000) e hipotireoidismo (1/5.000). Conhecer as principais manifestações clínicas e exames laboratoriais contribui para o diagnostico precoce e melhor prognostico das IDP.

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Diretrizes Clínicas na Saúde Suplementar - Hipotireoidismo: Tratamento

Nogueira CR, Kimura ET, Carvalho GA, Sgarbi JA, Ward LS, Maciel LMZ, Silva MRD, Hetem LAB, Stein AT, Wagner HL, Nascimento DJ, Andrada NC
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Associação Brasileira de Psiquiatria, Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
Número: 161 / Publicado em 16/06/2012 - 19:00

Desde 1950 a Levotiroxina tem sido a droga de escolha para o tratamento do hipotireoidismo. A dose média de levotiroxina requerida para adultos é de 1,0 a 1,7 μg/kg e em idosos 1,0 a 1,5 μg/kg. Cuidados especiais devem ser observados para idosos e cardiopatas. Para monitorar o tratamento solicita-se o TSH sérico e não o hormônio tireoidiano. Quando o paciente atinge o eutireoidismo o seguimento é feito a cada seis meses ou anualmente. Uma complicação do hipotireoidismo não tratado é o coma mixedematoso, nessa condição o paciente apresenta hipotermia, bradicardia e severa hipotensão. Hipotireoidismo não tratado pode também ocasionar cardiomegalia.

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17/06/2020
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