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Guia de Investigação, Manejo e Prevenção das Comorbidades Associadas ao HIV

Ana Carla Carvalho de Mello e Silva
Instituto de Infectologia Emílio Ribas
Número: 2826 / Publicado em 26/06/2014 - 11:48

Capítulo 1 - Prevenção/Identificação Precoce de Comorbidades, Capítulo 2 - Risco Cardiovascular, Capítulo 3 - Hipertensão Arterial sistêmica, Capítulo 4 - Diabetes, Capítulo 5 - Dislipidemias, Capítulo 6 - Hipogonadismo, Capítulo 7 - Doenças Renais, Capítulo 8 - Osteopenia/Osteoporose, Capítulo 9 - Lipodistrofia, Capítulo 10 - Alterações Neurocognitivas, Capítulo 11 - Depressão, Capítulo 12 - Alteração de Enzimas, Capítulo 13 - Linfoma, Capítulo 14 - Sarcoma de Kaposi, Capítulo 15 - Neoplasias

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Emergências em Doenças das Valvas Cardíacas

Flato UAP, Guimarães HP, Lopes RD e col
Rev Bras Clin Med, 2009;7:15-20
Número: 2825 / Publicado em 26/06/2014 - 11:40

As emergências cardíacas valvares (ECV) são potencialmente letais e seu rápido diagnóstico e tratamento são fatores determinantes na me­lhoria das taxas de morbimortalidade. O objetivo deste es­tudo foi rever as principais manifestações clínicas das ECV e aspectos relevantes de seu tratamento.

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Consenso em Paracoccidioidomicose

Shikanai-Yassuda MA cols
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 39(3):297-310, mai-jun, 2006
Número: 2824 / Publicado em 26/06/2014 - 11:33

Micose sistêmica endêmica de grande interesse para os países da América Latina, a paracoccidioidomicose (PCM) é causada pelo fungo termo-dimórfico Paracoccidioides brasiliensis. Apresenta distribuição heterogênea, havendo áreas de baixa e alta endemicidade. No adulto, a forma clínica predominante é a crônica, mas quando acomete crianças ou adolescentes apresenta-se na forma aguda ou subaguda. Quando não diagnosticada e tratada oportunamente, pode levar a formas disseminadas graves e letais, com rápido e progressivo envolvimento dos pulmões, tegumento, gânglios, baço, fígado e órgãos linfóides do tubo digestivo.

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Animais Aquáticos de Importância Médica no Brasil

Vidal Haddad Junior
Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 36(5):591-597, set-out, 2003
Número: 2822 / Publicado em 25/06/2014 - 11:03

Os acidentes por animais aquáticos venenosos e traumatizantes podem provocar morbidez importante em humanos. Em 236 ocorrências por animais marinhos observadas pelo autor, os ouriços-do-mar causaram cerca de 50%, os cnidários (cubomedusas e caravelas) 25% e peixes venenosos (bagres, arraias e peixes-escorpião) 25% dos acidentes. Nos rios e lagos, as arraias, bagres e mandis causam acidentes que têm mecanismo do envenenamento e efeitos das toxinas semelhantes às espécies marinhas. Em uma série de cerca de 200 acidentes em pescadores de água doce, quase 40% foram causados por bagres e mandis, 5% por arraias de água doce e 55% por peixes traumatogênicos, como as piranhas e as traíras. O autor demonstra os principais animais aquáticos que causam acidentes no Brasil, apresenta aspectos clínicos dos envenenamentos e discute medidas terapêuticas para o controle da intensa sintomatologia observada principalmente nos acidentes causados por cnidários e peixes venenosos.

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Manual de Dermatologia para a Educação Permanente dos Médicos que atuam na Atenção Primária no Interior do Estado do Amazonas

Melissa de Souza Melo Cavalcante
http://www.unifesp.br/centros/cedess/
Número: 2821 / Publicado em 24/06/2014 - 12:03

Diante da situação de carência de atenção médica especializada no interior do estado do Amazonas e da dificuldade de identificar e conduzir o tratamento das doenças de pele mais prevalentes, os médicos generalistas se auxiliam de serviços oferecidos pelo telessaúde como teleconsultorias e segunda opinião formativa para orientações de tratamentos no atendimento de doenças cutâneas.

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Guia Prático de Diagnóstico e Tratamento da Alergia às Proteínas do Leite de Vaca (APLV) mediada pela imunoglobulina E

Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, e Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição
Rev. bras. alerg. imunopatol. – Vol. 35. N° 6, 2012
Número: 2820 / Publicado em 16/06/2014 - 10:54

A real dimensão da APLV na população geral é desconhecida. Dados obtidos são muito variados e refletem diferenças nas populações avaliadas (geral, acometidas, faixa etária, entre outros), assim como nos critérios empregados (entrevista, questionário, desencadeamento oral, pesquisa de IgE específica) na sua obtenção. Em crianças, nos primeiros anos de vida, a incidência de APLV tem sido referida oscilar entre 0,3% e 7,5%. Por outro lado, empregando-se o critério de autorrelato, tais índices são apontados variar entre 5% e 15%.

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Propedêutica Dermatológica e Lesões Elementares

Vanessa Lys Boeira
http://www.files.laderm-ba.webnode.com.br/
Número: 2819 / Publicado em 16/06/2014 - 10:17

O exame clínico dermatológico deve ser realizado em ambiente iluminado, de preferência com a luz solar ou fluorescente. Uma das peculiaridades deste exame é que o exame físico precede a anamnese, que será guiada pelos achados dermatológicos.

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Dermatoses Ocupacionais

Alchorne AOA, Alchorne MMA, Silva MM
An Bras Dermatol. 2010;85(2):137-47
Número: 2818 / Publicado em 16/06/2014 - 10:08

Dermatose ocupacional é qualquer alteração da pele, mucosa e anexos, direta ou indiretamente causada, condicionada, mantida ou agravada por agentes presentes na atividade ocupacional ou no ambiente de trabalho. Os autores referem a importância do tema, a epidemiologia e a etiopatogenia das principais dermatoses ocupacionais: dermatites de contato irritativas e alérgicas, fitodermatites, acnes (elaioconiose e cloracne), ceratoses, cânceres, granulomas de corpo estranho, infecções, oníquias e ulcerações.

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Dermatologia na Atenção Básica de Saúde

Cadernos de Atenção Básica Nº 9 Série A - Normas de Manuais Técnicos; n° 174
Ministério da Saúde. 2002.
Número: 2817 / Publicado em 13/06/2014 - 10:33

Esta publicação é uma edição revista e ampliada do Guia para o Diagnóstico e Tratamento das Principais Dermatoses da Infância de Interesse Sanitário, na qual são abordados diferentes e estratégicos aspectos de cada agravo, desde a sua respectiva descrição, sinonímia, etiologia, reservatório, modo de transmissão, períodos de incubação e transmissão, até o diagnóstico, tratamento, vigilância epidemiológica e medidas de controle. Devido ao tamanho do arquivo (5,17 MB), é fornecido apenas o link para a publicação: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guiafinal9.pdf

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Continuing Professional Development - Guidance for all doctors

General Medical Council - Published June 2012
www.gmc-uk.org
Número: 2816 / Publicado em 02/06/2014 - 12:03

This guidance is for doctors, but it may also be of use to employers, doctors’ representatives, patients and the public.

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