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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Transplante Renal - Medicamentos Imunossupressores.

Portaria SAS/MS n¬ļ 221, de 01 de abril de 2002.
Minist√©rio da Sa√ļde
Número: 927 / Publicado em 19/06/2012 - 16:28

Transplante é a transferência de células, tecidos ou órgãos vivos de um doador a um receptor com a intenção de manter a integridade funcional do material transplantado no receptor. Seu grande limitador é a rejeição, a qual pode ser mediada por reação celular e/ou humoral. O uso de drogas imunossupressoras tem por objetivo o controle deste fator.

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Protocolo Clínico: Dor Neuropática e Uso da Gabapentina.

Comiss√£o Permanente de Protocolos de Aten√ß√£o √† Sa√ļde.
Secretaria de Estado de Sa√ļde do Distrito Federal.
Número: 925 / Publicado em 19/06/2012 - 16:34

A gabapentina √© um an√°logo estrutural do √°cido gamaminobut√≠rico (GABA) um neurotransmissor inibit√≥rio. Embora sua estrutura seja semelhante √† do GABA, ela n√£o se fixa aos receptores deste √°cido e seu mecanismo de a√ß√£o exato ainda n√£o √© totalmente conhecido. √Č um s√≥lido cristalino esbranqui√ßado, sol√ļvel em √°gua e em solu√ß√Ķes aquosas b√°sicas ou √°cidas. Por atravessar a barreira hemotoencef√°lica foi logo descoberto seu efeito nos transtornos neurol√≥gicos e especialmente sua atividade antiepil√©tica.

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Protocolo Clínico: Manejo Prático da Ascite.

Leonardo Soares da Silva
COOPERCLIM ‚Äď AM
Número: 924 / Publicado em 19/06/2012 - 16:37

Ascite √© definida como ac√ļmulo de l√≠quido livre na cavidade peritoneal. Manifesta√ß√£o comum na hipertens√£o portal da cirrose hep√°tica. A paracentese deve ser realizada em todos pacientes com ascite, independentemente da sua etiologia. A complica√ß√£o comum na ascite de origem hep√°tica √© peritonite bacteriana espont√Ęnea, que deve ser tratada com antibioticoterapia, devido sua alta mortalidade. Este artigo √© uma vis√£o pr√°tica no diagn√≥stico e na conduta do paciente com ascite.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Fibrose Cística.

Portaria SAS/MS n¬ļ 263, de 18 de julho de 2001.
Minist√©rio da Sa√ļde.
Número: 922 / Publicado em 19/06/2012 - 09:44

Fibrose c√≠stica √© uma desordem gen√©tica (autoss√īmica recessiva) caracterizada por infec√ß√Ķes cr√īnicas das vias a√©reas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insufici√™ncia pancre√°tica ex√≥crina e disfun√ß√Ķes intestinais, anormalidades das gl√Ęndulas sudor√≠paras e disfun√ß√£o genitourin√°ria1. A incid√™ncia estimada √© de 1:3.000 nascidos vivos entre caucasianos, caindo para 1:17.000 entre afro-americanos e para 1:90.000 entre asi√°ticos. Apresenta morbimortalidade muito elevada, com apenas 34% dos pacientes chegando √† idade adulta e menos de 10% ultrapassando os 30 anos de idade ‚Äď a sobrevida m√©dia √© de 28 anos.

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Protocolo Cl√≠nico e Diretrizes Terap√™uticas: Fenilceton√ļria.

Portaria SAS/MS n¬ļ 847, de 31 de outubro 2002.
Minist√©rio da Sa√ļde.
Número: 921 / Publicado em 17/03/2012 - 15:27

Fenilceton√ļria (FNC) √© um erro inato do metabolismo, de heran√ßa autoss√īmica recessiva, cujo defeito metab√≥lico (geralmente na fenilalanina hidroxilase) leva a ac√ļmulo de fenilalanina (FAL) no sangue e a aumento da excre√ß√£o urin√°ria de √°cido fenilpir√ļvico e fenilalanina. Foi a primeira doen√ßa gen√©tica a ter um tratamento realizado a partir de terap√™utica diet√©tica espec√≠fica. Sem a institui√ß√£o de diagn√≥stico e tratamento precoces (anterior aos 3 meses de vida atrav√©s de programas de triagem neonatal), a crian√ßa portadora de fenilceton√ļria apresenta um quadro cl√≠nico cl√°ssico caracterizado por atraso global do desenvolvimento neuropsicomotor, defici√™ncia mental, comportamento agitado ou padr√£o autista, convuls√Ķes, altera√ß√Ķes eletroencefalogr√°ficas e odor caracter√≠stico na urina. Pacientes que fazem o diagn√≥stico no per√≠odo neonatal e recebem a terapia diet√©tica adequada precocemente n√£o apresentam o quadro cl√≠nico descrito.

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Protocolo Clínico: Diabetes Mellitus.

Boletim de Informa√ß√£o Terap√™utica ‚Äď Tratamento do Diabetes Mellitus Tipo 2 em N√≠vel Ambulatorial.
Comit√™ Cient√≠fico de Estudos de Utiliza√ß√£o de Medicamentos ‚Äď Secretaria Municipal de Sa√ļde de Belo Horizonte - 2001
Número: 920 / Publicado em 19/06/2012 - 09:46

O DM √© uma s√≠ndrome de etiologia m√ļltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. Caracteriza-se por hiperglicemia cr√īnica com dist√ļrbios do metabolismo dos carboidratos, lip√≠deos, e prote√≠nas. As conseq√ľ√™ncias do DM, a longo prazo, incluem disfun√ß√£o e fal√™ncia de v√°rios √≥rg√£os, especialmente rins, olhos, nervos, cora√ß√£o e vasos sang√ľ√≠neos.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Doença de Wilson.

Portaria SAS/MS n¬ļ 844, de 31 de outubro de 2002.
Minist√©rio da Sa√ļde.
Número: 919 / Publicado em 17/03/2012 - 15:26

A doen√ßa de Wilson (DW) √© uma doen√ßa gen√©tica que produz um defeito no metabolismo do cobre. Foi descrita pela primeira vez por Kinnear Wilson em 1912. Caracteriza-se por ter uma heran√ßa autoss√īmica recessiva, sendo o gene envolvido o ATP7B, situado no bra√ßo longo do cromossoma 13. Aproximadamente 1 em 30.000 indiv√≠duos s√£o homozigotos para essa doen√ßa, sendo que os heterozigotos n√£o a desenvolvem e n√£o precisam ser tratados. O gene ATP7B est√° contido em uma √°rea do DNA de aproximadamente 80 kb, cont√©m 22 √©xons transcritos em um RNA mensageiro de aproximadamente 7,8 kb que tem alta express√£o no f√≠gado. Diversos tipos de muta√ß√Ķes nesse gene podem causar a DW.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Uso de Hidroxiureia na Doença Falciforme.

Rodolfo Delfini Cançado
Rev. Bras. Hematol. Hemoter. 2009;31(5):361-366
Número: 918 / Publicado em 19/06/2012 - 09:48

Anemia falciforme (AF) √© a doen√ßa heredit√°ria monog√™nica mais comum do Brasil, ocorrendo predominantemente entre afrodescendentes. Distribui-se heterogeneamente, sendo mais frequente nos estados Norte e Nordeste. Estima-se que cerca de 4% da popula√ß√£o brasileira e 6% a 10% dos afrodescendentes s√£o portadores do tra√ßo falciforme (Hb AS) e que, anualmente, nascem aproximadamente 3 mil crian√ßas portadoras de doen√ßa falciforme (DF), n√ļmero este que corresponde ao nascimento de uma crian√ßa doente para cada mil rec√©m-nascidos vivos. Atualmente, estima-se que tenhamos 20 a 30 mil brasileiros portadores da DF.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Retocolite Ulcerativa.

Portaria SAS/MS n¬ļ 861, de 04 de novembro de 2002.
Minist√©rio da Sa√ļde.
Número: 917 / Publicado em 19/06/2012 - 09:49

A retocolite ulcerativa √© uma doen√ßa idiop√°tica caracterizada por epis√≥dios recorrentes de inflama√ß√£o que acomete predominantemente a camada mucosa do c√≥lon1. A doen√ßa sempre afeta o reto e tamb√©m vari√°veis por√ß√Ķes proximais do c√≥lon, em geral de forma cont√≠nua, ou seja, sem √°reas de mucosa normais entre as por√ß√Ķes afetadas.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Esclerose Lateral Amiotrófica

Portaria SAS/MS n¬ļ 913, de 19 de novembro de 2002.
Minist√©rio da Sa√ļde.
Número: 916 / Publicado em 17/03/2012 - 15:30

A esclerose lateral amiotr√≥fica (ELA) √© um dist√ļrbio neurodegenerativo de origem desconhecida, progressivo e associado √† morte do paciente em um tempo m√©dio de 3 a 4 anos. Sua incid√™ncia estimada √© de 1 a 2,5 indiv√≠duos portadores para cada 100.000 habitantes/ano, com uma preval√™ncia de 2,5 a 8,5 por 100.000 habitantes. Estudos cl√≠nicos controlados demonstram a efic√°cia do riluzol em reduzir a progress√£o da doen√ßa e aumentar a sobrevida dos pacientes, especialmente nos est√°gios iniciais da doen√ßa. Existe pouca informa√ß√£o sobre a farmacocin√©tica do riluzol em pacientes com insufici√™ncia hep√°tica ou renal, sendo esta situa√ß√£o motivo de cautela na indica√ß√£o. O riluzol foi liberado pelo FDA em 1995 para esta condi√ß√£o cl√≠nica.

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