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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Manual de Orientações Básicas para Prescrição Médica.

Célia Maria Dias Madruga, Eurípedes Sebastião Mendonça de Souza.
Conselho Federal de Medicina - Conselho Regional de Medicina da Paraíba - João Pessoa - PB 2009.
Número: 928 / Publicado em 19/06/2012 - 16:27

O Manual dirige-se aos profissionais médicos, esperando que esta coleta de atuais informações proporcione uma boa prática de Prescrição Médica. Pretende esclarecer as dúvidas mais frequentes e evitar os erros prescritivos que ocorrem no exercício da profissão médica.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Transplante Renal - Medicamentos Imunossupressores.

Portaria SAS/MS nº 221, de 01 de abril de 2002.
Ministério da Saúde
Número: 927 / Publicado em 19/06/2012 - 16:28

Transplante é a transferência de células, tecidos ou órgãos vivos de um doador a um receptor com a intenção de manter a integridade funcional do material transplantado no receptor. Seu grande limitador é a rejeição, a qual pode ser mediada por reação celular e/ou humoral. O uso de drogas imunossupressoras tem por objetivo o controle deste fator.

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Protocolo Clínico: Dor Neuropática e Uso da Gabapentina.

Comissão Permanente de Protocolos de Atenção à Saúde.
Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.
Número: 925 / Publicado em 19/06/2012 - 16:34

A gabapentina é um análogo estrutural do ácido gamaminobutírico (GABA) um neurotransmissor inibitório. Embora sua estrutura seja semelhante à do GABA, ela não se fixa aos receptores deste ácido e seu mecanismo de ação exato ainda não é totalmente conhecido. É um sólido cristalino esbranquiçado, solúvel em água e em soluções aquosas básicas ou ácidas. Por atravessar a barreira hemotoencefálica foi logo descoberto seu efeito nos transtornos neurológicos e especialmente sua atividade antiepilética.

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Protocolo Clínico: Manejo Prático da Ascite.

Leonardo Soares da Silva
COOPERCLIM – AM
Número: 924 / Publicado em 19/06/2012 - 16:37

Ascite é definida como acúmulo de líquido livre na cavidade peritoneal. Manifestação comum na hipertensão portal da cirrose hepática. A paracentese deve ser realizada em todos pacientes com ascite, independentemente da sua etiologia. A complicação comum na ascite de origem hepática é peritonite bacteriana espontânea, que deve ser tratada com antibioticoterapia, devido sua alta mortalidade. Este artigo é uma visão prática no diagnóstico e na conduta do paciente com ascite.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Fibrose Cística.

Portaria SAS/MS nº 263, de 18 de julho de 2001.
Ministério da Saúde.
Número: 922 / Publicado em 19/06/2012 - 09:44

Fibrose cística é uma desordem genética (autossômica recessiva) caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina e disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária1. A incidência estimada é de 1:3.000 nascidos vivos entre caucasianos, caindo para 1:17.000 entre afro-americanos e para 1:90.000 entre asiáticos. Apresenta morbimortalidade muito elevada, com apenas 34% dos pacientes chegando à idade adulta e menos de 10% ultrapassando os 30 anos de idade – a sobrevida média é de 28 anos.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Fenilcetonúria.

Portaria SAS/MS nº 847, de 31 de outubro 2002.
Ministério da Saúde.
Número: 921 / Publicado em 17/03/2012 - 15:27

Fenilcetonúria (FNC) é um erro inato do metabolismo, de herança autossômica recessiva, cujo defeito metabólico (geralmente na fenilalanina hidroxilase) leva a acúmulo de fenilalanina (FAL) no sangue e a aumento da excreção urinária de ácido fenilpirúvico e fenilalanina. Foi a primeira doença genética a ter um tratamento realizado a partir de terapêutica dietética específica. Sem a instituição de diagnóstico e tratamento precoces (anterior aos 3 meses de vida através de programas de triagem neonatal), a criança portadora de fenilcetonúria apresenta um quadro clínico clássico caracterizado por atraso global do desenvolvimento neuropsicomotor, deficiência mental, comportamento agitado ou padrão autista, convulsões, alterações eletroencefalográficas e odor característico na urina. Pacientes que fazem o diagnóstico no período neonatal e recebem a terapia dietética adequada precocemente não apresentam o quadro clínico descrito.

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Protocolo Clínico: Diabetes Mellitus.

Boletim de Informação Terapêutica – Tratamento do Diabetes Mellitus Tipo 2 em Nível Ambulatorial.
Comitê Científico de Estudos de Utilização de Medicamentos – Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte - 2001
Número: 920 / Publicado em 19/06/2012 - 09:46

O DM é uma síndrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. Caracteriza-se por hiperglicemia crônica com distúrbios do metabolismo dos carboidratos, lipídeos, e proteínas. As conseqüências do DM, a longo prazo, incluem disfunção e falência de vários órgãos, especialmente rins, olhos, nervos, coração e vasos sangüíneos.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Doença de Wilson.

Portaria SAS/MS nº 844, de 31 de outubro de 2002.
Ministério da Saúde.
Número: 919 / Publicado em 17/03/2012 - 15:26

A doença de Wilson (DW) é uma doença genética que produz um defeito no metabolismo do cobre. Foi descrita pela primeira vez por Kinnear Wilson em 1912. Caracteriza-se por ter uma herança autossômica recessiva, sendo o gene envolvido o ATP7B, situado no braço longo do cromossoma 13. Aproximadamente 1 em 30.000 indivíduos são homozigotos para essa doença, sendo que os heterozigotos não a desenvolvem e não precisam ser tratados. O gene ATP7B está contido em uma área do DNA de aproximadamente 80 kb, contém 22 éxons transcritos em um RNA mensageiro de aproximadamente 7,8 kb que tem alta expressão no fígado. Diversos tipos de mutações nesse gene podem causar a DW.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Uso de Hidroxiureia na Doença Falciforme.

Rodolfo Delfini Cançado
Rev. Bras. Hematol. Hemoter. 2009;31(5):361-366
Número: 918 / Publicado em 19/06/2012 - 09:48

Anemia falciforme (AF) é a doença hereditária monogênica mais comum do Brasil, ocorrendo predominantemente entre afrodescendentes. Distribui-se heterogeneamente, sendo mais frequente nos estados Norte e Nordeste. Estima-se que cerca de 4% da população brasileira e 6% a 10% dos afrodescendentes são portadores do traço falciforme (Hb AS) e que, anualmente, nascem aproximadamente 3 mil crianças portadoras de doença falciforme (DF), número este que corresponde ao nascimento de uma criança doente para cada mil recém-nascidos vivos. Atualmente, estima-se que tenhamos 20 a 30 mil brasileiros portadores da DF.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Retocolite Ulcerativa.

Portaria SAS/MS nº 861, de 04 de novembro de 2002.
Ministério da Saúde.
Número: 917 / Publicado em 19/06/2012 - 09:49

A retocolite ulcerativa é uma doença idiopática caracterizada por episódios recorrentes de inflamação que acomete predominantemente a camada mucosa do cólon1. A doença sempre afeta o reto e também variáveis porções proximais do cólon, em geral de forma contínua, ou seja, sem áreas de mucosa normais entre as porções afetadas.

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