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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Leishmaniose Visceral Grave: Normas e Condutas

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série A. Normas e Manuais Técnicos
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2006
Número: 2164 / Publicado em 02/04/2012 - 08:59

Este manual tem por objetivo identificar os pacientes com maior probabilidade de evoluir para a gravidade, ou que já apresentam sinais de gravidade, e orientar medidas terapêuticas mais eficazes. As recomendações aqui estabelecidas foram baseadas em evidências científicas, sempre que possível. Contudo, quando firmes recomendações não podiam ser feitas por falta de dados na literatura, as sugestões foram baseadas no consenso dos membros do grupo assessor, todos com experiência no tratamento de formas graves de LV. Esse protocolo foi debatido e aprovado por profissionais representantes das áreas de pesquisa e serviço, na VIII Reunião de Pesquisa Aplicada em Leishmanioses, em Uberaba – Minas Gerais, em 2004, e no Congresso Mundial das Leishmanioses, na Sicília – Itália, em 2005.

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Manual de Controle do Tracoma

Fundação Nacional de Saúde
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2001
Número: 2163 / Publicado em 02/04/2012 - 08:55

O tracoma é uma afecção inflamatória ocular crônica, uma ceratoconjuntivite crônica recidivante que, em decorrência de infecções repetidas, produz cicatrizes na conjuntiva palpebral, podendo levar à formação de entrópio (pálpebra com a margem virada para dentro do olho) e triquíase (cílios invertidos tocando o olho). As lesões resultantes deste atrito podem levar a alterações da córnea, causando cegueira.

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Orientações para Uso: Corticosteroides em Hanseníase

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série A. Normas e Manuais Técnicos
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2010
Número: 2161 / Publicado em 02/04/2012 - 08:46

Em hanseníase, os corticosteroides são comumente usados para prevenir o dano neural associado à doença (reações tipo 1 e 2), por um período de tempo longo e variável. Esse processo pode envolver não apenas a atenção primária, mas também a especializada e requer profissionais qualificados para manejar a terapia e possíveis complicações.

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Protocolo para a Prevenção de Transmissão Vertical de HIV e Sífilis

Secretaria de Vigilância em Saúde
Ministério da Saúde - Brasília / DF 2006
Número: 2160 / Publicado em 03/08/2012 - 09:43

Este “Protocolo para a Prevenção Vertical de HIV e Sífilis” tem o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade na atenção destas mulheres e recém-nascidos, resultando em uma redução das taxas de transmissão vertical do HIV e a eliminação da sífilis congênita como um problema de saúde pública. Espera-se que este protocolo, organizado por profissionais do Programa Nacional de DST e Aids, Área Técnica de Saúde da Mulher, FUNASA e Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, através de revisão extensa de literatura, seja útil para todos os profissionais envolvidos no atendimento das gestantes e seus bebês, aprimorando a qualidade da atenção no pré-natal e puericultura.

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Caderno de Atenção Básica: Manual Técnico para o Controle da Tuberculose

Secretaria de Políticas de Saúde - Série A. Normas e Manuais Técnicos; n. 148
Ministério da Saúde - Brasília – DF 2002
Número: 2159 / Publicado em 02/04/2012 - 09:21

Destinado a profissionais de saúde da Atenção Básica, o presente manual visa à capacitação de recursos humanos, como parte da mobilização nacional empreendida pelo MS com o fim de intensificar as ações de controle da tuberculose. Dentre as medidas ressaltadas aqui, ensina-se a abordagem clínica do paciente e respondem-se questões operacionais nas ações de controle da tuberculose no País.

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Dengue: Manual de Enfermagem para Adulto e Criança

Secretaria de Vigilância em Saúde - Série A. Normas e Manuais Técnicos
Ministério da Saúde - Brasília / DF • 2008
Número: 2158 / Publicado em 02/04/2012 - 09:22

Esta publicação cumpre o papel de informar e atualizar os conhecimentos dos profissionais de enfermagem, visando à melhoria da qualidade da assistência integral prestada ao paciente com dengue. Assim, procura prevenir a ocorrência de formas graves e, conseqüentemente, reduzir a letalidade por dengue, o principal objetivo do Programa Nacional de Controle da Dengue.

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Artrites Pós-Infecciosas, Febre Reumática, Gota

Raniê Ralph
http://www.ranieralph.com/residecircncia-meacutedica.html
Número: 2157 / Publicado em 01/04/2012 - 18:15

Após o surgimento da infecção, em alguns pacientes, o organismo monta uma resposta imune celular e humoral que combate o processo infeccioso e por reação cruzada (semelhança entre antígenos bacterianos e de tecidos) surge inflamação no tecido celular subcutâneo, na articulação, pele e coração.

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Vasculites

Raniê Ralph
http://www.ranieralph.com/residecircncia-meacutedica.html
Número: 2156 / Publicado em 01/04/2012 - 18:08

Quando um surto inflamatório acomete uma artéria, ela fica desorganizada, os elementos da parede arterial podem ser destruídos e a formação de um aneurisma pode ser reflexo de uma vasculite; dependendo da resposta do vaso ao processo inflamatório pode haver redução do lúmen e isquemia tecidual. Além de sinais vasculares, como sinais isquêmicos e aneurismas, os pacientes com vasculites tem sinais de inflamação em andamento: adinamia, perda ponderal, VHS aumentada.

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Pneumonias Adquiridas na Comunidade (PAC)

Raniê Ralph
http://www.ranieralph.com/residecircncia-meacutedica.html
Número: 2155 / Publicado em 31/03/2012 - 08:06

Não solicitamos RX para dar DX de PN. Solicitamos o RX para avaliar a presença de complicações. O RX não acompanha a clínica... às vezes, o paciente não tem pneumonia e a imagem radiológica permanece, especialmente nos pacientes idosos onde a imagem pode durar por até 3-5 meses...Ou seja, RX não é DX nem controle de cura.

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Como Eu Trato a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)

José Nonato Fernandes Spinelli
Médico Repórter julho / agosto 2007
Número: 2154 / Publicado em 31/03/2012 - 07:53

Consenso Brasileiro da Doença do Refluxo Gastroesofágico (CBDRGE) definiu a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) como uma afecção crônica decorrente do fluxo retrógrado do conteúdo gastroduodenal para o esôfago e/ou órgãos adjacentes a ele, acarretando um espectro variável de sintomas e/ou sinais esofagianos e/ou extra-esofagianos, associados ou não a lesões teciduais. A DRGE constitui-se em uma doença muito freqüente na prática médica atual.

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14/09/2020
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