Profissionais: 7211
Prontuários: 575299

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Abdome Agudo Ginecológico

Marco Aurelio P. de Oliveira, Luiz Augusto H. Melki, Rita de C√°ssia S. Tavares
Revista do Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 8, Janeiro / Junho de 2009
Número: 2440 / Publicado em 19/05/2012 - 08:52

O objetivo deste artigo é esclarecer as principais causas e as condutas adequadas quando o médico é confrontado com um abdome agudo em um paciente do sexo feminino. Nesse cenário, a etiologia pode incluir principalmente causas gastrointestinais, urológicas, ginecológicas ou obstétricas.

Abrir arquivo em PDF

Terapia de Hidratação Venosa (THV)

Luciene G. B. Ferreira
Revista Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 10, Agosto de 2011
Número: 2439 / Publicado em 19/05/2012 - 08:48

A causa mais comum da necessidade da terapia de hidrata√ß√£o venosa (THV) em pediatria √© a hipovolemia causada por v√īmitos e diarreia devido √† doen√ßa diarreica aguda. A maioria dos casos de desidrata√ß√£o pode ser resolvida atrav√©s da terapia de reidrata√ß√£o oral, mas a THV tem indica√ß√Ķes precisas, como no choque hipovol√™mico.

Abrir arquivo em PDF

Apendicite Aguda

Roberto G. de Freitas, Marcos B. Pitombo, Maria Cristina A. Maya, Paulo Roberto F. Leal
Revista do Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 8, Janeiro / Junho de 2009
Número: 2438 / Publicado em 19/05/2012 - 08:43

A apendicite aguda √© a causa mais comum de abdome agudo de tratamento cir√ļrgico. √Č uma doen√ßa t√≠pica dos adolescentes e adultos jovens, e √© incomum antes dos cinco e ap√≥s os 50 anos. O risco geral de apendicite √© de 1/35 em homens e 1/50 em mulheres. A partir dos 70 anos, este risco √© de 1/100.

Abrir arquivo em PDF

C√Ęncer de Pr√≥stata

Maria C. Dornas, Jos√© A.D.R. J√ļnior, Rui T. Figueiredo e Filho, Fabr√≠cio B. Carrerette, Ronaldo Dami√£o
Revista do Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 7, Janeiro / Junho de 2008
Número: 2437 / Publicado em 19/05/2012 - 08:40

O c√Ęncer de pr√≥stata √© uma doen√ßa altamente prevalente no mundo inteiro. Em nosso pa√≠s, o rastreamento do CaP √© preconizado em homens a partir dos 45 anos de idade atrav√©s do toque retal e dosagem do PSA. Muitos homens acima dos 60 anos ter√£o diagn√≥stico de c√Ęncer de pr√≥stata. Discutiremos aqui os fatores de risco, etiol√≥gicos, diagn√≥stico e op√ß√Ķes de tratamento para doen√ßa precoce e avan√ßada.

Abrir arquivo em PDF

Terapia Anti-IgE em Alergia Respiratória

Nelson Guilherme Cordeiro, Eduardo Costa de Freitas Silva
Revista do Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 7, Julho / Dezembro de 2008
Número: 2436 / Publicado em 19/05/2012 - 08:32

A imunoterapia com anti-IgE n√£o √© um tratamento para a crise, e est√° indicada para uso cont√≠nuo em asma de dif√≠cil controle, isto √©, naqueles pacientes com asma grave que permanecem sintom√°ticos apesar da terapia di√°ria otimizada/maximizada de acordo com os √ļltimos consensos e diretrizes nacionais e internacionais para o controle da asma.

Abrir arquivo em PDF

Tromboembolismo Pulmonar: Como Eu Trato

Raquel M. Mendonça, Thais C.B. Jorge, Felipe N. Albuquerque
Revista do Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 7, Julho / Dezembro de 2008
Número: 2435 / Publicado em 19/05/2012 - 08:26

O objetivo deste protocolo, realizado através de uma revisão sistemática da literatura, é estabelecer, a partir de uma estratificação da gravidade e do risco para tromboembolismo pulmonar (TEP), qual a melhor abordagem terapêutica, bem como definir esquemas profiláticos para reduzir a incidência de TVP e TEP.

Abrir arquivo em PDF

Arritmias Ventriculares e Bloqueios Cardíacos na Unidade Cardiointensiva: Como Eu Trato

William de O. de Souza, Alexandre G.M. Dias, Silvia H.C. Borghossian
Revista do Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 7, Julho / Dezembro de 2008
Número: 2434 / Publicado em 19/05/2012 - 08:27

Arritmia ventricular √© um dist√ļrbio de condu√ß√£o que interrompe o ritmo sinusal e que tem origem abaixo do n√≥dulo atrioventricular. Estas arritmias possuem subclassifica√ß√£o em diagn√≥sticos espec√≠ficos, escopo da cl√≠nica de arritmologia. Nesta breve revis√£o, abordaremos apenas as arritmias ventriculares de maior relev√Ęncia na terapia intensiva cardiol√≥gica, sinteticamente classificadas como Extrass√≠stoles Ventriculares, Ritmo Idioventricular Acelerado, Taquicardia Ventricular, sustentada e n√£o sustentada, monom√≥rfica ou polim√≥rfica, e Fibrila√ß√£o Ventricular.

Abrir arquivo em PDF

Fibrilação Atrial na Unidade Cardiointensiva: Como Eu Trato

Fernanda Klein, Débora Macuco, Eduardo C. Barbosa, Paulo R. Benchimol-Barbosa
Revista do Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 7, Julho / Dezembro de 2008
Número: 2433 / Publicado em 19/05/2012 - 08:18

A Fibrilação Atrial (FA) é uma arritmia supraventricular na qual ocorre uma completa desorganização na atividade elétrica atrial, fazendo com que os átrios percam sua capacidade de contração, não gerando sístole atrial. O eletrocardiograma, nessa arritmia, se caracteriza pela ausência de onda P e atividade atrial rápida e irregular, de baixa amplitude (ondas F).

Abrir arquivo em PDF

Avaliação Cardiovascular em Pré-Operatório de Cirurgia Não Cardíaca

Ronaldo A.O.C. Gismondi, Mario F. Neves
Revista do Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 6, Julho / Dezembro de 2007
Número: 2432 / Publicado em 19/05/2012 - 08:15

Os eventos cardíacos pré e pós-operatórios são a maior causa de morbidade e mortalidade em cirurgias eletivas não cardíacas. Na consulta pré-operatória, três elementos devem ser avaliados: variáveis clínicas, a cirurgia em si, e a capacidade funcional.

Abrir arquivo em PDF

Diagnóstico por Imagem no Abdome Agudo Não Traumático

Alexandra Maria V. Monteiro, Cl√°udio M√°rcio A. de O. Lima, √Črica B. Ribeiro
Revista do Hospital Universit√°rio Pedro Ernesto, UERJ - Ano 8, Janeiro / Junho de 2009
Número: 2431 / Publicado em 19/05/2012 - 08:12

Abdome agudo √© definido como uma s√≠ndrome caracterizada por dor abdominal difusa de in√≠cio s√ļbito que necessita de interven√ß√£o m√©dica, cl√≠nica ou cir√ļrgica, de urg√™ncia. √Č uma das s√≠ndromes cl√≠nicas mais comuns encontradas na pr√°tica m√©dica e que exige abordagem r√°pida e precisa. O tema est√° apresentado e dividido em tr√™s grandes grupos: causas inflamat√≥rias (apendicite, diverticulite, pancreatite, colecistite, apendagite epiploica prim√°ria, urolit√≠ase e pneumoperit√īnio), causas obstrutivas (obstru√ß√£o intestinal, intussuscep√ß√£o e corpo estranho) e causas vasculares (infarto omental e infarto mesent√©rico).

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter