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Erros de Medicação: Tipos, Fatores Causais e Providências Tomadas em Quatro Hospitais Brasileiros.

Adriana Inocenti Miasso, Cris Renata Grou, Silvia Helena De Bortoli Cassiani, Ana Elisa Bauer de Camargo Silva, Flávio Trevisan Fakih.
Rev Esc Enferm USP 2006; 40(4):524-32.
Número: 614 / Publicado em 16/06/2012 - 15:01

Este estudo analisou, em quatro hospitais brasileiros, tipos, causas, providências administrativas tomadas e sugestões, em relação aos erros na medicação, na perspectiva dos profissionais envolvidos no sistema de medicação.

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Hipérico - Erva de São João.

César Augusto Braum e Maria Isabel Fischer
Boletim Informativo do CIM-RS N° 1 – Março de 2006 – Plantas: Hipérico
Número: 613 / Publicado em 16/06/2012 - 15:07

As evidências atuais em relação aos extratos de hipérico são inconsistentes e controversas. A planta pode apresentar menor eficácia no tratamento da depressão do que previamente sugerido.

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Epidemiologia da Solicitação de Exame Complementar em Consultas Médicas.

Marcelo F. Capilheira e Iná S. Santos.
Rev Saúde Pública 2006;40(2):289-97
Número: 612 / Publicado em 16/06/2012 - 15:09

O exame complementar tem por finalidade dar consistência às informações obtidas pela anamnese e exame físico na consulta médica. A solicitação de exame é influenciada por fatores ligados a: organização do sistema de saúde, características do médico e do paciente,além das diferentes interações entre esses grupos.

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Protocolo de Via Aérea Difícil.

Unidades de Terapia Intensiva da Disciplina de Anestesiologia, Dor e Medicina Intensiva
UNIFESP / EPM / HSP
Número: 611 / Publicado em 16/06/2012 - 15:11

Via aérea difícil é a situação clínica na qual anestesiologista treinado tenha dificuldade de intubar um paciente, manter sua ventilação manual sob máscara ou ambos.

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Estudo de Utilização de Medicamentos na Clínica Médica.

Gustavo José da Silva Pereira, Ivana Maria Fechine Sette, Lindomar de Farias Belém, Edílson Dantas da Silva Júnior, Arsênio Rodrigues Oliveira e Jahamunna Abrantes Andrade Barbosa.
Rev. Bras. Farm., 89(3), 2008
Número: 610 / Publicado em 18/06/2012 - 11:37

Quanto mais fármacos o paciente estiver utilizando, maiores serão as chances de ocorrer interação entre eles, apesar de que alguns estudos demonstram haver baixas incidências de interações medicamentosas e Reações Adversas a Medicamentos (RAMs), podendo algumas destas trazer conseqüências graves. Este trabalho analisou pacientes atendidos, entre outubro de 2007 a janeiro de 2008, em busca de possíveis RAMs que possam ter ocorrido nos 61 pacientes internados na clínica médica de um Hospital Público, partindo do pressuposto de que possa ter havido a utilização de um grande número de medicamentos simultaneamente. Em função dessa premissa, as prescrições foram avaliadas quanto à ocorrência de possíveis interações medicamentosas, bem como, suas freqüências. O estudo dos determinantes individuais de utilização de medicamentos indica os grupos mais sujeitos ao risco de RAMs, o que pode embasar estratégias específicas para diminuir a utilização nesses grupos, tais como, políticas mais restritivas para prescrições.

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Ilegibilidade e Ausência de Informação das Prescrições Médicas: Fatores de Risco Relacionados a Erros de Medicação.

Geysa Aguiar, Lourival Alves da Silva Júnior, Marco Antônio Magalhães Ferreira
RBPS 2006; 19 (2) : 84-91
Número: 609 / Publicado em 16/06/2012 - 15:17

Os erros na medicação podem acarretar sérias conseqüências aos pacientes, profissionais e instituições de saúde. Estes resultam de múltiplas causas, dentre elas a ilegibilidade e falta de informações das prescrições. Realizou-se um estudo de prescrições médicas com o objetivo de analisar a freqüência de riscos relacionados a erros de medicação. O estudo teve caráter quantitativo, do tipo descritivo e transversal, realizado nos meses de maio a julho de 2004.

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Análise da Completude de Prescrições Médicas Dispensadas em uma Farmácia Comunitária de Fazenda Rio Grande - Paraná (Brasil).

Rita de Fátima Tomé Aldrigue, Cassyano Januário Correr, Ana Carolina Melchiors e Roberto Pontarolo.
Acta Farm. Bonaerense 25 (3): 454-9 (2006)
Número: 608 / Publicado em 16/06/2012 - 15:19

Na população estudada, os analgésicos, AINES e antibióticos aparecem entre os mais prescritos, seguidos por fármacos para o trato gastrintestinal e respiratório. Quando analisado a completude das receitas, destaca-se a ausência do endereço do paciente (98%), da duração do tratamento (55,5%), das instruções complementares (97%) e da concentração do medicamento (20%). A média do Índice de Complexidade da Farmacoterapia por prescrição foi de 7,4 (DP=4,4). Este estudo demonstrou que orientações referentes à duração do tratamento e informações complementares sobre o uso são especialmente importantes para a dispensação, considerando o perfil das prescrições médicas.

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As Prescrições Médicas como Causadoras de Risco para Problemas Relacionados com os Medicamentos.

Divaldo P. de Lyra Junior, Maria Cristiane Trindade de Almeida Prado, Juliana Palma Abriata, Irene Rosemir Pelá.
Centro de Investigaciones y Publicaciones Farmacéuticas - Granada - España - 2004.
Número: 607 / Publicado em 16/06/2012 - 15:22

No Brasil milhões de prescrições geradas, anualmente, nos serviços públicos de saúde não apresentam os requisitos técnicos e legais imprescindíveis para uma dispensação eficiente e utilização correta dos medicamentos.

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Série Prevenindo Intoxicações: Medicamentos.

SINITOX/CICT/FIOCRUZ/MS.
Ministério da Saúde.
Número: 606 / Publicado em 16/06/2012 - 15:24

No Brasil, como na maioria dos países, os medicamentos se apresentam como o principal agente tóxico, respondendo por, aproximadamente, 28% dos casos de intoxicação humana registrados, anualmente, pelo SINITOX/CICT/FIOCRUZ/MS. Os benzodiazepínicos, antigripais, anti-depressivos, antiflamatórios são as classes de medicamentos que mais intoxicam em nosso país. Crianças menores de 5 anos representam, aproximadamente, 35% dos casos de intoxicação por medicamentos, no Brasil.

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Pílulas Anticoncepcionais de Emergência: Diretrizes Clínicas e de Serviços.

International Planned Parenthood Federation, Pathfinder International e PATH
Consórcio Internacional sobre Anticoncepção de Emergência - Segunda Edição - 2003
Número: 605 / Publicado em 16/06/2012 - 15:27

A oferta de anticoncepção de emergência é uma forma importante que permite aos programas de planejamento familiar e demais programas de saúde reprodutiva melhorar a qualidade de seus serviços e atender melhor as necessidades da clientela. A anticoncepção de emergência é necessária porque nenhum método anticoncepcional é 100% eficaz e poucas pessoas usam seus métodos de maneira perfeita cada vez que mantêm relação sexual. Adicionalmente, a anticoncepção de emergência é útil em casos de violência sexual.

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