Profissionais: 7137
Prontuários: 513823

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Tratamento da Endometriose Associada à Infertilidade - Revisão da Literatura.

Crosera AMLV, Vieira CHF, Samama M, Martinhago CD, Ueno J
FEMINA Maio 2010 vol 38 n¬ļ 5
Número: 751 / Publicado em 19/06/2012 - 08:21

A endometriose √© uma desordem estrog√™nio-dependente definida pela presen√ßa de tecido endometrial fora da cavidade uterina, e √© uma das principais causas de infertilidade feminina. A melhor escolha para seu tratamento, associado √† infertilidade, ainda permanece obscura. As evid√™ncias cient√≠ficas dispon√≠veis indicam que a supress√£o da fun√ß√£o ovariana, apenas com o tratamento hormonal, n√£o melhora as taxas de gravidez. O tratamento cir√ļrgico √©, entretanto, provavelmente eficaz em todos os est√°gios da doen√ßa. Nos casos de endometriose m√≠nima e leve, corrigida cirurgicamente e com anatomia p√©lvica normal, a insemina√ß√£o intrauterina (IIU), acompanhada de hiperest√≠mulo ovariano controlado, √© recomendada. Em casos de endometriose avan√ßada, especialmente se estiver associada a altera√ß√Ķes tub√°rias, fatores masculinos ou falha de tratamento pr√©vio, ap√≥s laparoscopia, a melhor op√ß√£o √© a Fertiliza√ß√£o in vitro (FIV). O sucesso pode ser maior com o tratamento de an√°logos de gonadotropina (GnRH) de tr√™s a seis meses antes da FIV. Finalmente, √© importante ressaltar que as recomenda√ß√Ķes acima dever√£o ser revistas √† medida que estudos cl√≠nicos randomizados e controlados mostrarem evid√™ncias mais concretas e confi√°veis dessa enigm√°tica doen√ßa.

Abrir arquivo em PDF

Obesidade e Reprodução.

Fl√°via Ribeiro de Oliveira, Cl√°udia Navarro Carvalho Duarte Lemos.
FEMINA Maio 2010 vol 38 n¬ļ 5
Número: 750 / Publicado em 19/06/2012 - 08:22

A preval√™ncia da obesidade continua aumentando em todo o mundo, afetando mulheres em idade reprodutiva. Numerosas comorbidades resultam do sobrepeso e da obesidade, inclusive infertilidade e complica√ß√Ķes relacionadas √† gesta√ß√£o. Esta revis√£o avalia a rela√ß√£o entre o excesso de peso (IMC>25 kg/m2), fertilidade feminina e gravidez, assim como a influ√™ncia das interven√ß√Ķes para redu√ß√£o do peso corporal na melhora da fertilidade e do resultado obst√©trico materno-fetal. Estudos recentes demonstram que a fertilidade √© negativamente influenciada pela obesidade e sobrepeso em ambos os sexos. A obesidade em mulheres est√° relacionada √† maior frequ√™ncia de irregularidade menstrual, ciclos oligoanovulat√≥rios e infertilidade. O excesso de peso na mulher tamb√©m est√° associado a piores resultados no tratamento da infertilidade, maior taxa de abortamento e maior risco obst√©trico. V√°rios fatores est√£o possivelmente envolvidos na intera√ß√£o entre obesidade e infertilidade: a modifica√ß√£o nos esteroides sexuais e nos metab√≥litos ovarianos, hiperandrogenismo, express√£o g√™nica alterada, pior qualidade de o√≥citos e embri√Ķes e altera√ß√Ķes no ambiente uterino. As estrat√©gias para redu√ß√£o do peso, principalmente as baseadas em modifica√ß√Ķes do estilo de vida, favorecem a restabelecimento da fertilidade, assim como a melhora dos resultados dos tratamentos e a redu√ß√£o das complica√ß√Ķes obst√©tricas.

Abrir arquivo em PDF

Tratamento das Ondas de Calor em Mulheres com C√Ęncer de Mama.

Félix LMC, Aoki T, Lima SMRR
FEMINA Maio 2010 vol 38 n¬ļ 5
Número: 749 / Publicado em 19/06/2012 - 08:23

Os sintomas vasomotores constituem grande problema para as mulheres com antecedente de c√Ęncer de mama, principalmente as usu√°rias de tamoxifeno e as tratadas com quimioterapia. A terapia estrog√™nica, combinada com progesterona ou isolada, ainda √© considerada o padr√£o-ouro no tratamento dos fogachos; por√©m, geralmente √© contraindicada nesse grupo de pacientes devido aos seus efeitos adversos. Desse modo, as mulheres t√™m procurado, cada vez mais, tratamentos n√£o-hormonais. Destacam-se, entre essas alternativas, as terapias comportamentais, os agentes farmac√™uticos n√£o-hormonais ou os fitoter√°picos. Existe forte evid√™ncia a favor da terapia comportamental cognitiva e da atividade f√≠sica, por√©m mais pesquisas s√£o necess√°rias. Os agentes farmacol√≥gicos t√™m mostrado bons resultados, com destaque para os antidepressivos, a gabapentina e a clonidina. As isoflavonas possuem resultados conflitantes na literatura, assim como a Cimicifuga racemosa.

Abrir arquivo em PDF

Conduta frente √†s Malforma√ß√Ķes Genitais Uterinas: Revis√£o Baseada em Evid√™ncias.

Bagnoli, Vicente Renato; Fonseca, Angela Maggio da; Fassolas, George; Arie, Maria Hermínia Alegre; Arie, Wilson Maça Yuki; Baracat, Edmund Chada
Femina;38(4)abr. 2010.
Número: 748 / Publicado em 19/06/2012 - 08:24

Este trabalho de revis√£o foi idealizado para analisar as malforma√ß√Ķes dos ductos de M√ľller, que, devido √† sua frequ√™ncia de 3 a 7,3% na popula√ß√£o em geral, justificam uma an√°lise mais profunda do tema. O objetivo foi avaliar, de acordo com a literatura, por meio de metodologia adequada, os aspectos mais relevantes dessas anomalias, com destaque para a etiopatogenia, classifica√ß√£o, diagn√≥stico e tratamento. Os resultados obtidos nesta revis√£o apontaram as melhores evid√™ncias, at√© o momento, de como conduzir as mulheres portadoras dessas malforma√ß√Ķes.

Abrir arquivo em PDF

Depressão Pós-Parto: Tratamento Baseado em Evidências.

Ibiapina, Fl√°vio L√ļcio Pontes; Alves, Julio Augusto Gurgel; Busgaib, Rosana Pereira S√°; Costa, Fabricio Silva
Femina;38(3)mar. 2010.
Número: 747 / Publicado em 19/06/2012 - 08:25

A depress√£o p√≥s-parto √© uma condi√ß√£o cl√≠nica s√©ria no puerp√©rio, atingindo aproximadamente 10 a 20% das mulheres nos seis primeiros meses ap√≥s o parto, sendo muitas vezes n√£o-investigada nem diagnosticada, com impacto negativo para a m√£e e a crian√ßa. Fatores de risco biol√≥gicos e psicossociais t√™m sido descritos na literatura, relacionados com a depress√£o p√≥s-parto, por√©m, seu mecanismo fisiopatol√≥gico ainda n√£o √© totalmente esclarecido. Objetivou-se com este trabalho avaliar criticamente a literatura cient√≠fica quanto ao tratamento da depress√£o p√≥s-parto, com base na literatura dispon√≠vel. H√° evid√™ncia de efic√°cia de algumas interven√ß√Ķes terap√™uticas como psicoterapia, antidepressivos e exerc√≠cio f√≠sico no tratamento entre 1 e 12 semanas de dura√ß√£o. Dificuldades para a ades√£o e continuidade da terapia envolvem o temor de efeitos indesej√°veis das medica√ß√Ķes sobre os lactentes no in√≠cio do uso destas e sobre as crian√ßas no longo prazo, al√©m da dificuldade de acesso ao acompanhamento psicol√≥gico.

Abrir arquivo em PDF

Diretrizes para o Tratamento Cir√ļrgico das Doen√ßas da Aorta da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular: Atualiza√ß√£o 2009.

Albuquerque, Luciano Cabral; Braile, Domingo Marcolino; Palma, José Honório; Saadi, Eduardo Keller; Almeida, Rui Manuel Sequeira de; Gomes, Walter José; Buffolo, Enio
Rev Bras Cir Cardiovasc;24(2,supl.1): 7-33, 2009.
Número: 746 / Publicado em 19/06/2012 - 08:26

A despeito dos avan√ßos ocorridos nos exames diagn√≥sticos, nos m√©todos de monitoriza√ß√£o e suporte hemodin√Ęmico, e nas t√©cnicas de corre√ß√£o cir√ļrgica, as doen√ßas da aorta continuam sendo importante causa de mortalidade e morbidade cardiovascular, e um permanente desafio a cardiologistas e cirurgi√Ķes.

Abrir arquivo em PDF

Implementa√ß√£o de um Programa para Evitar Poss√≠veis Intera√ß√Ķes F√°rmaco-Alimento em Pacientes Adultos Internados em Unidades Cl√≠nicas e Cir√ļrgicas de um Hospital Universit√°rio.

Magedanz, Lucas; Jacoby, Thalita; Silva, Daiandy da; Santos, Luciana dos; Martinbiancho, Jacqueline; Zuckermann, Joice.
Rev. HCPA & Fac. Med. Univ. Fed. Rio Gd. do Sul;29(1): 29-32, maio 2009.
Número: 745 / Publicado em 19/06/2012 - 08:28

No ambiente hospitalar, a ocorr√™ncia de intera√ß√Ķes f√°rmaco-alimento (IFA) det√©m grande import√Ęncia cl√≠nica, uma vez que pode comprometer a efici√™ncia da terapia medicamentosa. Em decorr√™ncia disso, muitos programas informatizados foram desenvolvidos e s√£o apontados na literatura como importantes ferramentas na revis√£o de prescri√ß√Ķes m√©dicas, mostrando-se capazes de reduzir as consequ√™ncias das intera√ß√Ķes medicamentosas.

Abrir arquivo em PDF

Complexidade do Regime Terapêutico Prescrito para Idosos.

Acurcio, Francisco de Assis; Silva, Anderson Lourenço da; Ribeiro, Andréia Queiroz; Rocha, Natália Pessoa; SilveIra, Micheline Rosa; Klein, Carlos Henrique; Rozenfeld, Suely
Rev Assoc Med Bras;55(4): 468-474, 2009.
Número: 744 / Publicado em 19/06/2012 - 08:29

Idosos com piores condi√ß√Ķes socioecon√īmicas e de sa√ļde parecem mais propensos a receber esquemas terap√™uticos mais complexos. Terapias mais complexas est√£o associadas ao menor cumprimento do tratamento proposto, sendo um importante aspecto a se considerar na aten√ß√£o √† sa√ļde do idoso. A simplifica√ß√£o da terapia pode melhorar o autocuidado entre idosos.

Abrir arquivo em PDF

Adesão ao Tratamento em Hipertensão Arterial Sistólica Isolada: [revisão]

Gusmão, Josiane Lima de; Ginani, Giordano Floripes; Silva, Giovanio Vieira da; Ortega, Katia Coelho; Mion Junior, Décio
Rev. bras. hipertens;16(1): 38-43, jan.-mar. 2009.
Número: 743 / Publicado em 19/06/2012 - 08:29

O arsenal terap√™utico para doen√ßas cr√īnicas, como hipertens√£o arterial, recebe frequentemente novos medicamentos. Entretanto, mesmo com todo esse investimento, quem trata de pacientes com essas condi√ß√Ķes continua esbarrando em um problema secular, a falta de ades√£o √† terap√™utica, seja ela medicamentosa ou n√£o. Em rela√ß√£o √† hipertens√£o arterial sist√≥lica isolada garantir a ades√£o √© ainda mais dif√≠cil, porque √© condi√ß√£o relacionada √† faixa et√°ria mais avan√ßada. Neste grupo de pacientes, v√°rios fatores agem para levar a pior ades√£o, desde limita√ß√Ķes do paciente, necessidade de cuidadores e prescri√ß√Ķes com muitos itens. Abordar o tema ades√£o em pacientes com essas peculiaridades requer vis√£o individualizada, mas multiprofissional.

Abrir arquivo em PDF

Instrução Técnica para a Prescrição e a Utilização de Penicilinas e Prevenção da Sífilis Congênita.

Secretaria Municipal da Sa√ļde - 1¬™ Edi√ß√£o.
Prefeitura do Município de São Paulo
Número: 742 / Publicado em 19/06/2012 - 08:00

A diminui√ß√£o do uso da penicilina deve-se √† interpreta√ß√£o err√īnea das portarias do Centro de Vigil√Ęncia Sanit√°ria.

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter