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Indica√ß√Ķes do Parto a F√≥rceps

Cunha AA
FEMINA Dezembro 2011 vol 39 n¬ļ 12
Número: 2676 / Publicado em 01/01/2013 - 22:19

A solu√ß√£o do parto no per√≠odo expulsivo √© um desafio, ainda nos dias de hoje. Apesar de ser praticado em cerca de 10% dos partos no mundo ocidental, h√° discuss√Ķes sobre as indica√ß√Ķes do parto vaginal operat√≥rio, a escolha do instrumento e sua aplica√ß√£o sequenciada. Foi feita revis√£o da literatura, que se mostrou pobre em ensaios cl√≠nicos.

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Cardiopatias e Gravidez

Lage EM, Barbosa AS
FEMINA Janeiro/Fevereiro 2012 vol 40 n¬ļ 1
Número: 2675 / Publicado em 01/01/2013 - 22:16

As cardiopatias complicam de 0,2 a 4,0% as gesta√ß√Ķes nos pa√≠ses ocidentais. Apesar de o resultado materno-fetal ser favor√°vel na maioria dos casos, pacientes cardiopatas devem receber aconselhamento pr√©-concepcional adequado. Nessas pacientes, h√° risco aumentado para insufici√™ncia card√≠aca congestiva e arritmias card√≠acas durante a gravidez, o parto e o puerp√©rio. As cardiopatias cong√™nitas e reum√°ticas s√£o as principais etiologias nesses casos. O pr√©-natal deve ser realizado em servi√ßos terci√°rios com equipes multidisciplinares, familiarizadas com gesta√ß√£o de alto risco. Neste artigo, revisou-se a literatura sobre cardiopatias na gravidez, enfatizando o aconselhamento pr√©-concepcional e o manejo pr√©-natal.

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Anorexia Nervosa: Revisão Baseada em Evidências

Fonseca AM, Bagnoli VR, Arie WMY, Neves EM, Baracat EC
FEMINA Maio/Junho 2012 vol 40 n¬ļ 3
Número: 2674 / Publicado em 01/01/2013 - 22:10

Este trabalho de revis√£o baseada em evid√™ncias foi idealizado para analisar aspectos relevantes de pacientes com anorexia nervosa, pois esta afeta grande n√ļmero de mulheres, principalmente na Adolesc√™ncia, antes dos 25 anos, causando v√°rios dist√ļrbios cl√≠nicos. O objetivo foi avaliar, de acordo com a literatura, por meio de metodologia adequada, o quadro cl√≠nico mais caracter√≠stico, como fazer o diagn√≥stico e a melhor abordagem de tratamento.

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Novos Conceitos e Revis√£o Atualizada sobre Sarcomas Uterinos

Schunemann Jr E, Dória MT, Souza RT, Spautz CC
FEMINA Maio/Junho 2012 vol 40 n¬ļ 3
Número: 2673 / Publicado em 01/01/2013 - 22:07

Realizou-se uma revis√£o sistem√°tica das publica√ß√Ķes dos √ļltimos dez anos sobre os sarcomas uterinos. Este artigo traz novos conceitos, como a mudan√ßa do carcinossarcoma para carcinoma metapl√°sico. Evidencia-se a necessidade de individualizar o tratamento dos sarcomas, pois existem muitas diferen√ßas de comportamento cl√≠nico, padr√£o metast√°tico e progn√≥stico entre os diferentes tipos histol√≥gicos. Tamb√©m foram enfocadas as controv√©rsias existentes quanto a extens√£o cir√ļrgica, a necessidade de ooforectomia e de esvaziamento ganglionar e o papel da adjuv√Ęncia.

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Osteoporose no Climatério II: Prevenção e Tratamento

Fontes TMP, Ara√ļjo LFB, Soares PRG
FEMINA Julho/Agosto 2012 vol 40 n¬ļ 4
Número: 2672 / Publicado em 01/01/2013 - 22:03

A osteoporose √© uma doen√ßa que pode acarretar um enorme preju√≠zo na qualidade de vida dos pacientes em fun√ß√£o das altera√ß√Ķes no tecido √≥sseo, levando √† fragilidade mec√Ęnica e consequente predisposi√ß√£o a fraturas e dor. Hoje, dispomos de medidas preventivas, do uso de suplementos e de v√°rias drogas aprovadas para terapia farmacol√≥gica da osteoporose, no per√≠odo p√≥s-menopausa, revisadas neste artigo.

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Osteoporose no Climatério I: Epidemiologia, Definição, Rastreio e Diagnóstico

Fontes TMP, Ara√ļjo LFB, Soares PRG
FEMINA Mar√ßo/Abril 2012 vol 40 n¬ļ 2
Número: 2671 / Publicado em 01/01/2013 - 22:01

A osteoporose √© um dist√ļrbio osteometab√≥lico caracterizado pela diminui√ß√£o da densidade mineral √≥ssea (DMO), com deteriora√ß√£o da microarquitetura √≥ssea, levando a um aumento da fragilidade esquel√©tica e do risco de fraturas, pelo comprometimento da resist√™ncia e/ou da qualidade √≥ssea. Sua incid√™ncia pode variar de 14 a 29% em mulheres acima de 50 anos e chegar at√© 73% em mulheres acima de 80 anos. O objetivo do nosso artigo √© estudar a osteoporose relacionada ao per√≠odo p√≥s-menopausa, mas vale ressaltar que os riscos de fraturas em algumas condi√ß√Ķes independem da quantidade de massa √≥ssea mensurada, e sim da qualidade √≥ssea.

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Prolapso Genital

Lima MIM, Lodi CTC, Lucena AA, Guimar√£es MVMB, Meira HRC, Lima LM, Lima SA
FEMINA Mar√ßo/Abril 2012 vol 40 n¬ļ 2
Número: 2670 / Publicado em 01/01/2013 - 21:56

O prolapso genital √© condi√ß√£o comum. Ocorre por fraqueza ou defeitos nos √≥rg√£os p√©lvicos de suspens√£o, que s√£o constitu√≠dos de ligamentos, e/ou aqueles de sustenta√ß√£o, constitu√≠dos por f√°scias e m√ļsculos. Sua avalia√ß√£o constitui uma etapa importante do exame ginecol√≥gico, devendo, sempre que poss√≠vel, ser classificado o grau de prolapso por meio de m√©todos padronizados.

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Tratamento das Vulvovaginites na Gravidez

Souza GN, Vieira TCSB, Campos AAS, Leite APL, Souza E
FEMINA Maio/Junho 2012 vol 40 n¬ļ 3
Número: 2669 / Publicado em 01/01/2013 - 21:52

As vulvovaginites constituem causa frequente de queixa pr√©-natal. Entre as mais comuns, destacam-se a candid√≠ase, a vaginose bacteriana e a tricomon√≠ase. Permanece pol√™mico se o rastreamento e o tratamento dessas afec√ß√Ķes seriam medidas eficazes contra o parto prematuro. Esta revis√£o teve como objetivo avaliar as principais op√ß√Ķes terap√™uticas dessas vulvovaginites durante a gesta√ß√£o, com base nas melhores evid√™ncias cient√≠ficas dispon√≠veis.

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C√Ęncer de Mama e Gesta√ß√£o

Martins MM, Lucarelli AP
FEMINA Julho/Agosto 2012 vol 40 n¬ļ 4
Número: 2668 / Publicado em 01/01/2013 - 21:48

C√Ęncer de mama associado √† gesta√ß√£o √© relativamente raro e seu progn√≥stico muito controverso. √Č associado com menor sobrevida, particularmente aquele diagnosticado em curto per√≠odo ap√≥s a gesta√ß√£o. Como h√° tend√™ncia das mulheres adiarem a gesta√ß√£o, muitas delas n√£o conseguem atingir seu objetivo no caso de diagn√≥stico de c√Ęncer de mama. Ao longo dos √ļltimos anos, relevantes mudan√ßas ocorreram na preval√™ncia, no diagn√≥stico, na cirurgia e na terap√™utica do c√Ęncer.

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Diabetes Gestacional: Como Tratar?

Coutinho T, Coutinho CM, Duarte AMBR, Zimmermmann JB, Coutinho LM
FEMINA Outubro 2010 vol 38 n¬ļ 10
Número: 2667 / Publicado em 01/01/2013 - 21:37

O diabetes gestacional est√° associado a aumento do risco de complica√ß√Ķes para o bin√īmio materno-fetal e sua incid√™ncia √© crescente. O tratamento espec√≠fico √© recomendado para reduzir complica√ß√Ķes durante a gravidez, o parto e a vida adulta. O objetivo principal desta revis√£o foi pesquisar evid√™ncias acerca das op√ß√Ķes de tratamento do diabetes gestacional, incluindo monitoramento glic√™mico, dieta, exerc√≠cios f√≠sicos e, para algumas pacientes, farmacoterapia e conduta obst√©trica espec√≠fica, como antecipa√ß√£o do parto.

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