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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Intuba√ß√£o Nasotraqueal Cega (Cap√≠tulo 123).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 883 / Publicado em 12/03/2012 - 11:00

Impossibilidade de posicionar o paciente em dec√ļbito dorsal. Paciente consciente. Impossibilidade de visualiza√ß√£o de estruturas anat√īmicas durante a laringoscopia. Trismo.

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Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Sequ√™ncia R√°pida de Intuba√ß√£o (SRI) (Cap√≠tulo 122).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 882 / Publicado em 12/03/2012 - 11:00

Pacientes que necessitam de acesso as vias aéreas, porém estão combativos ou apresentam risco de elevação da pressão intracraniana.

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Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Intuba√ß√£o Orotraqueal (Cap√≠tulo 121).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 881 / Publicado em 12/03/2012 - 11:01

Prote√ß√£o das vias a√©reas (pacientes com Glasgow ‚ȧ 8). Hipoxemia refrat√°ria. Parada cardiorespirat√≥ria. Necessidade de assist√™ncia ventilat√≥ria prolongada ou controle da ventila√ß√£o pulmonar. Condi√ß√£o que pode cursar com obstru√ß√£o de vias a√©reas (anafilaxia, infec√ß√Ķes e queimadura de vias a√©reas).

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Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Transporte de Paciente em Ventila√ß√£o Mec√Ęnica (Cap√≠tulo 120).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 880 / Publicado em 12/03/2012 - 11:01

Verificar o modo ventilat√≥rio, FiO2, frequ√™ncia respirat√≥ria, volume corrente e valores de PEEP. Examinar paciente. Monitorizar o paciente com cardiosc√≥pio, monitor de press√£o arterial n√£o invasiva, capn√≥grafo e ox√≠metro de pulso. Verificar condi√ß√Ķes hemodin√Ęmicas.

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Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Ventila√ß√£o Mec√Ęnica (Cap√≠tulo 119).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 879 / Publicado em 12/03/2012 - 11:01

Dist√ļrbio respirat√≥rio grave que n√£o melhora com medidas conservadoras. Dist√ļrbio respirat√≥rio associado a choque. Parada card√≠aca. Satura√ß√£o da hemoglobina inferior a 92% mesmo com oxig√™nio suplementar em pacientes agudos. Frequ√™ncia respirat√≥ria inferior a dez ou superior a quarenta incurs√Ķes por minuto com volume minuto inadequado. Necessidade de hiperventilar paciente com traumatismo craniano e Glasgow ‚ȧ 8.

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Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Transporte de Paciente com Marcapasso Transvenoso (Cap√≠tulo 118).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 878 / Publicado em 12/03/2012 - 11:01

Fixar bem o cateter e a fonte do marcapasso no paciente. Observar todo o cuidado na manipulação do cabo e gerador.

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Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Utiliza√ß√£o de Marcapasso Transcut√Ęneo (Cap√≠tulo 117).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 877 / Publicado em 12/03/2012 - 11:02

Ligar o aparelho e regular a frequência de disparo desejada (geralmente 80 por min). Vagarosamente aumentar a corrente até a captura, que é caracterizada por alargamento do complexo QRS, que segue o impulso do marcapasso. Regular amperagem máxima e frequência de 60 por minuto em pacientes em parada cardíaca.

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Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Implante de Marcapasso Transvenoso (Cap√≠tulo 116).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 876 / Publicado em 12/03/2012 - 11:02

Considerar instala√ß√£o do marcapasso transvenoso antes do transporte prolongado (noventa minutos) de pacientes com bradiarritmias inst√°veis ou quando o MP transcut√Ęneo n√£o esteja capturando o ventr√≠culo. O procedimento apresenta risco de complica√ß√Ķes, o ideal √© que seja realizado em ambiente hospitalar.

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Parte VI ‚Äď Protocolos de Procedimentos: Analgesia (Cap√≠tulo 115).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 875 / Publicado em 12/03/2012 - 11:02

Analgesia √© o al√≠vio na percep√ß√£o da dor sem que haja produ√ß√£o intencional de seda√ß√£o. Nunca utilizar doses insuficientes de analg√©sicos devido ao medo de complica√ß√Ķes. A dor n√£o tratada pode aumentar a morbidade produzindo arritmias card√≠acas ou isquemia mioc√°rdica, pela libera√ß√£o de catecolaminas.

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Parte V ‚Äď Protocolos de Avalia√ß√£o Simplificada de Radiografias: Avalia√ß√£o Sistem√°tica de Radiografias do T√≥rax (Cap√≠tulo 114).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Sa√ļde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 874 / Publicado em 12/03/2012 - 11:03

A aquisição adequada da radiografia de tórax é mais difícil que a de outras partes do corpo devido ao contraste produzido pela diversidade de tecidos existente no tórax, que varia do espaço aéreo dos alvéolos até as estruturas ósseas. A exposição correta deve permitir a visualização de vasos periféricos de pelo menos um terço dos campos pulmonares e ao mesmo tempo as margens para-espinhais e hemidiafragma esquerdo atrás do coração.

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14/09/2020
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