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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Acompanhamento de Doença Trofoblástica Gestacional.

Diretrizes Assistenciais - HIAE
Hospital Israelita Albert Einstein - Maio – 2009.
Número: 548 / Publicado em 18/06/2012 - 10:00

Este trabalho visa fazer uma revisäo atualizada sobre o diagnóstico, manejo e seguimento das Doenças Trofoblásticas Gestacionais (DTG).

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Gestantes com Síndrome Gripal.

Protocolo de Tratamento HIAE
Hospital Israelita Albert Einstein - Agosto – 2009.
Número: 547 / Publicado em 18/06/2012 - 10:00

Gestante com doença aguda (com duração máxima de cinco dias), apresentando febre (ainda que referida) acompanhada de tosse ou dor de garganta, na ausência de outros diagnósticos.

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Abordagem Inicial na Doença Hipertensiva Específica da Gravidez e Hellp Síndrome.

Diretrizes Assistenciais - HIAE
Hospital Israelita Albert Einstein - Junho – 2010
Número: 546 / Publicado em 18/06/2012 - 10:01

Frente à uma paciente hipertensa, após detalhada anamnese, exame clínico e tocoginecológico, o obstetra deve solicitar exames.

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Hemorragia Genital.

Diretrizes Assistenciais - HIAE
Hospital Israelita Albert Einstein - Maio – 2009.
Número: 545 / Publicado em 18/06/2012 - 10:02

Hemorragia genital é definida como presença de sangramento que se exterioriza pela vagina e vulva em grande quantidade, com ou sem alteração de intervalo, frequência ou duração do ciclo menstrual.

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Soluções para a Segurança do Paciente (Patient Safety Solutions).

Aliança Mundial para Segurança do Paciente - WHO
PROQUALIS - FIOCRUZ
Número: 544 / Publicado em 18/06/2012 - 09:38

O Programa de Segurança do Paciente da Organização Mundial da Saúde (WHO Patient Safety) define, como uma de suas áreas prioritárias de atuação, as Soluções para a Segurança do Paciente, que são promovidas, disseminadas e coordenadas internacionalmente pelo Centro Colaborador da OMS (WHO Collaborating Centre). O PROQUALIS tomou como referência essas ações para a divulgação das iniciativas para a segurança do paciente desenvolvidas por hospitais brasileiros.

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Erros de Dispensação de Medicamentos em Unidade Pediátrica de um Hospital Universitário.

Maria das Dores Graciano Silva.
Dissertação (mestrado): Universidade Federal de Minas Gerais, 2009.
Número: 537 / Publicado em 18/06/2012 - 09:46

O medicamento é fundamental na atenção à saúde. Os erros que ocorrem no processo de utilização de medicamentos contribuem para aumentar o risco potencial de eventos adversos. A população pediátrica é mais susceptível aos eventos adversos a medicamentos do que a adulta. Pelas características e condições de uso alguns medicamentos são considerados de alto risco e se ocorrem erros no processo de sua utilização as conseqüências podem ser graves. O objetivo desse estudo foi analisar a freqüência e os tipos de erros de dispensação relacionados às prescrições, com um ou mais medicamentos potencialmente perigosos (MPP).

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Uso Abusivo de Benzidamina no Brasil: uma Abordagem em Farmacovigilância.

Mota DM et al.
Ciência & Saúde Coletiva, 15(3):717-724, 2010
Número: 536 / Publicado em 18/06/2012 - 09:47

Dentre os medicamentos, objeto de abuso e que causam dependência física e/ou psíquica, incluem-se os barbitúricos, benzodiazepínicos, analgésicos opióides e anfetaminas. Os analgésicos, antitérmicos e antiinflamatórios não esteroidais, apesar de não fazerem parte dessa relação de fármacos, estão, geralmente, associados ao uso recreativo ou fins não terapêuticos. O objetivo deste ensaio é apresentar informações sobre o uso abusivo de benzidamina no Brasil.

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Efeitos Adversos a Medicamentos em Hospital Público: Estudo Piloto.

Rozenfeld, Suely et al.
Rev Saúde Pública 2009;43(5):887-90
Número: 535 / Publicado em 18/06/2012 - 09:48

Os efeitos adversos aos medicamentos (EAM) ocorridos em hospitais podem prolongar o tempo de internação ou contribuir para o óbito. A freqüência dos EAM pode chegar a 19% e dois terços deles podem ser evitados.

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Reações Adversas a Medicamentos como Determinantes da Admissão Hospitalar.

Pfaffenbach, G et alii.
Rev. Assoc. Med. Bras. 2002, vol.48, n.3, pp. 237-241.
Número: 534 / Publicado em 18/06/2012 - 09:17

Reações adversas a medicamentos representam parte considerável dos custos médicos. Estima-se que cerca de 3% a 8% das internações em enfermarias de Medicina Interna são relacionadas com RAM, contudo nas diferentes especialidades médicas e dependendo da forma como as RAMs são analisadas, a freqüência de RAM como causa de admissão hospitalar poderá variar de 3% a 40%.

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Estudo dos Achados Oculares na Síndrome de Stevens-Johnson em Pacientes de Centro de Referência de Atendimento Terciário.

Franca, Marciel Dourado; Lima, Jane Palma Galrão; Freitas, Denise de; Cunha, Marcelo; Gomes, José Álvaro Pereira.
Arq Bras Oftalmol;72(3): 370-374, maio-jun. 2009.
Número: 533 / Publicado em 18/06/2012 - 09:19

Foram avaliados 22 pacientes com síndrome de Stevens-Johnson. Quinze pacientes (68 por cento) eram do sexo feminino e 7 (32 por cento) do sexo masculino. Dez pacientes eram brancos (45,4 por cento), 9 pardos (22 por cento), 2 negros (9 por cento) e 1 amarelo (4,5 por cento). A média de idade foi de 27,1 anos (variação entre 8 e 62 anos). A associação com drogas foi o principal fator etiológico. Em 20 pacientes (90,9 por cento) o desenvolvimento da doença esteve associado ao uso de medicações, 1 (4,5 por cento) por infecção herpética cutânea e 1 (4,5 por cento) idiopático. A dipirona (36,3 por cento) foi o agente mais associado à síndrome de Stevens-Johnson seguido por anticonvulsivantes (22,7 por cento), anti-inflamatórios não hormonais (13,6 por cento), sulfonamidas (9,0 por cento), penicilinas (4,5 por cento), espironolactona (4,5 por cento) e anticoncepcional injetável (dihidroprogesterona e estradiol) (4,5 por cento). Vinte e um pacientes (95,4 por cento) desenvolveram complicações oculares e 16 pacientes (72,7 por cento) foram submetidos a procedimentos cirúrgicos oftalmológicos.

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Atualizado em
14/09/2020
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