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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Reações Anafiláticas (Capítulo 7).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 783 / Publicado em 12/03/2012 - 10:22

Reação alérgica grave e com potencial de fatalidade que ocorre minutos após a administração parenteral ou oral de medicamentos ou proteínas não humanas (alimentos, venenos, soro, etc.). As medidas preventivas são extremamente importantes, antes de administrar qualquer medicamento é obrigatório obter uma história pregressa de alergias.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Síndrome de Abstinência Alcoólica (Capítulo 6).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 782 / Publicado em 12/03/2012 - 10:22

Decorrente da interrupção súbita do uso de álcool em indivíduo com história de abuso crônico desta substância. Pode manifestar-se com quadros de: tremor agudo, convulsões, estados combativos e de agitação, alucinações auditivas agudas, síndrome de Wernicke Korsakoff e delirium tremens.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Vertigem (Capítulo 5).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 781 / Publicado em 12/03/2012 - 10:22

Representa uma queixa frequente na emergência. O médico deve solicitar ao paciente que explique seus sintomas e defina o que ele entende por vertigem. Vertigem é definida como uma ilusão de movimento (“o quarto está girando”).

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Cefaléia (Capítulo 4).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 780 / Publicado em 12/03/2012 - 10:22

É a cefaléia de início recente? Esta é uma das informações mais significativas, as cefaléias de início recente ou cujas características agravaram-se pode indicar uma patologia grave e demanda investigação.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Convulsões (Capítulo 3).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 779 / Publicado em 12/03/2012 - 10:23

Entre cinco e 10% da população apresenta um episódio de crise convulsiva ao longo da vida, com maior prevalência em crianças e em idosos. Podem ser precipitadas por: febre, hipoglicemia, hipoxemia, hiponatremia ou hipernatremia, toxinas e trauma craniano.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Rebaixamento do Nível de Consciência (Capítulo 2).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 778 / Publicado em 12/03/2012 - 10:23

Coma é o estado de falta de responsividade total ou quase total, no qual não é possível induzir uma ação do paciente dotada de propósito. Estupor é um estado de redução da vigília no qual é possível obter uma resposta do paciente aos estímulos vigorosos. Letargia é um estado no qual a vigília está diminuída mas é mantida apenas com estimulação leve.

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Parte I – Protocolo de Clínica Médica: Alterações de Comportamento – Delírio / Agitação (Capítulo 1).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 777 / Publicado em 12/03/2012 - 10:23

São situações comuns que se associam a: embaraços sociais, destruição de patrimônio e em algumas vezes a risco de vida para o paciente ou terceiros. Causas orgânicas como traumatismos craniano, hipoxemia, hipoglicemia, choque, abstinência de álcool, infecções e uso de drogas (álcool, cocaína, etc.) devem ser excluídas antes do diagnóstico de doença psiquiátrica.

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Parte II – Protocolo de Doenças Cardiovasculares: Pericardite (Capítulo 61).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 776 / Publicado em 12/03/2012 - 10:25

A inflamação aguda do pericárdio (< 2 semanas) pode ser ocasionada por: processo infeccioso, doenças autoimunes (lúpus, artrite reumatóide), neoplasia, pós-irradiação, uremia, pós-IAM ou cirurgia cardíaca. O tipo mais comum é a pericardite viral, podendo ser causada por: Coxsackie e Echovírus, Epstein Barr, varicela, hepatite, caxumba e HIV. Afeta principalmente homens abaixo de 50 anos.

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Parte II – Protocolo de Doenças Cardiovasculares: Aneurisma de Aorta Abdominal (Capítulo 60).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 775 / Publicado em 12/03/2012 - 10:25

A maioria dos aneurismas é assintomática e é detectada em exames de rotina. Cerca de 90% dos aneurismas de aorta são infra-renais. É uma condição comum que pode estar presente em 5% dos homens acima dos 65 anos de idade. A ruptura do aneurisma é um quadro muito grave associada a 90% de óbito, antes da chegada ao hospital. A ruptura do aneurisma pode causar hemorragia interna para cavidade abdominal ou retroperitôneo.

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Parte II – Protocolo de Doenças Cardiovasculares: Embolia Pulmonar (Capítulo 59).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 774 / Publicado em 12/03/2012 - 10:25

Decorrente do deslocamento de um trombo formado no sistema venoso, geralmente nos leitos íleo-femoral ou pélvico.

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