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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Amamentação e o Uso de Medicamentos e Outras Substâncias.

Normas e Manuais Técnicos - 2ª edição - Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas.
Secretaria de Atenção à Saúde - Ministério da Saúde – 2010
Número: 732 / Publicado em 19/06/2012 - 07:42

É muito frequente o uso de medicamentos e outras substâncias por mulheres que estão amamentando. A maioria é compatível com a amamentação; poucos são os fármacos formalmente contraindicados e alguns requerem cautela ao serem prescritos durante a amamentação, devido aos riscos de efeitos adversos nos lactentes e/ou na lactação. No entanto, com frequência os profissionais de saúde recomendam a interrupção do aleitamento materno quando as mães são medicadas, muitas vezes porque desconhecem o grau de segurança do uso das diversas drogas (também referidas como medicamentos ou fármacos) durante o período de lactação. Por isso, cabe ao profissional de saúde, antes de tomar qualquer decisão, buscar informações atualizadas para avaliar adequadamente os riscos e os benefícios do uso de uma determinada droga em uma mulher que está amamentando.

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Manual de Antibioticoterapia.

Kelson Nobre Veras, Francisco Eugênio Deusdará de Alexandria, Ana Luiza Eulálio Dantas.
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar - Fundação Municipal de Saúde - Terezina.
Número: 731 / Publicado em 19/06/2012 - 07:43

Há muitos antibióticos no mercado e continuamente novas marcas são lançadas. Essa grande quantidade de nomes podem assustar a alguns e frustrar nossa tentativa de acompanhar os avanços sobre o tema. Costuma, assim, haver muita insegurança no momento de prescrever um antibiótico. Na realidade o tema não é tão complexo como parece e pode ser simplificado. Esta é a intenção deste guia que compilamos a partir do estudo em diversas fontes confiáveis (algumas das quais constam de nossa sugestão de bibliografia).

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Farmácias Domiciliares e sua Relação com a Automedicação em Crianças e Adolescentes.

Francis S. V. Tourinho, Fábio Bucaretchi, Celso Stephan, Ricardo Cordeiro.
J. Pediatr. (Rio J.). 2008, vol.84, n.5, pp. 416-422.
Número: 730 / Publicado em 19/06/2012 - 07:45

Os medicamentos são os tratamentos mais utilizados nos serviços de saúde, sendo que, nos países em desenvolvimento, cerca de 30% dos recursos da saúde são destinados para esses produtos. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 50% de todos os medicamentos usados no mundo são prescritos, dispensados, vendidos ou usados de maneira incorreta; 66% dos antibióticos comercializados são vendidos sem receita, e o uso indevido de medicamentos é uma das 10 principais causas de mortalidade nos EUA.

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Diagnóstico da Síndrome da Apnéia e Hipopnéia Obstrutiva do Sono.

Lia Rita Azeredo Bittencourt, Sônia Maria Guimarães Pereira Togeiro, Maurício da Cunha Bagnato
Instituto do Sono - Departamento de Psicobiologia - Unifesp-EPM.
Número: 728 / Publicado em 19/06/2012 - 07:48

A prevalência da apnéia obstrutiva do sono varia de acordo com a população estudada. Nos Estados Unidos da América é de 4% em homens e 2% em mulheres, entre indivíduos de 30 a 60 anos. Os critérios usados neste estudo foi índice de apnéia e hipopnéia (IAH) acima de cinco eventos por hora de sono associado a sonolência diurna excessiva (SDE). Houve uma proporção de homens para mulheres de 3:1, com predomínio em obesos. Devido esta doença causar sonolência excessiva e risco aumentado de acidentes de trânsito e de trabalho e por causa das complicações cardiovasculares, é considerada um problema de saúde pública.

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Organização de Serviço para Alcoolismo: Uma Proposta Ambulatorial.

Figlie, N.B., Pillon, S.C., Castro, L.A., Laranjeira, R.
UNIAD (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas) / UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo)
Número: 727 / Publicado em 19/06/2012 - 07:50

Este artigo visa apresentar um modelo de organização de serviço ambulatorial para dependentes de álcool, desde a chegada no tratamento até o processo de desligamento do mesmo. A linha cognitiva serve como princípio norteador nas diferentes fases do tratamento, que engloba: desintoxicação de álcool, acompanhamento individual, avaliação psiquiátrica, psicoterapia grupal para dependentes de álcool, terapia de grupo para dependentes de álcool com problemas físicos, terapia de grupo para mulheres, grupo de orientação familiar.

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Protocolo de Diagnóstico e Conduta na Hemocromatose Hereditária.

Diretrizes Assistenciais - junho 2009
Hospital Israelita Albert Einstein.
Número: 726 / Publicado em 19/06/2012 - 07:53

Hemocromatose Hereditária (HH) é a alteração genética mais comum na população caucasiana, com prevalência estimada de 1 caso para cada 200-250 pessoas nesta população. A HH ocorre devido a um erro inato no metabolismo, causado por uma mutação do gene HFE, localizado no braço curto do cromossoma 6. O resultado desta mutação é aumento da absorção intestinal de ferro, com acúmulo progressivo deste metal no organismo. A distribuição anormal de ferro ao longo do tempo pode comprometer a função de vários órgãos e sistemas, tornando a HH uma doença genética sistêmica.

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Protocolo de Sinais e Sintomas em Pediatria.

Roberto Dias Duarte Jr.
Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes
Número: 725 / Publicado em 19/06/2012 - 07:54

Esse Protocolo tem a finalidade de auxiliar a CONSULTA de ENFERMAGEM da EMERGÊNCIA.

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Mapeamento Consciente da Dor Pélvica Crônica.

Waldir Pereira Modotte, Rogério Dias, Daniel Spadoto Dias, Mauro Fernando Kürten Ihlenfeld, Ricardo Lasmar.
Rev bras videocir 2005;3(4): 220-225
Número: 724 / Publicado em 19/06/2012 - 07:56

Dor pélvica crônica (DPC) é definida como dor na região pélvica, fora do período menstrual, de duração superior a 6 meses, severa o suficiente para ocasionar limitações funcionais e requerendo tratamento medicamentoso e/ou cirúrgico. A DPC é de elevada freqüência nos consultórios ginecológicos. Afeta cerca de 12-33% das mulheres no período reprodutivo, porém é ainda um enigma para os clínicos, pelo desconhecimento da sua etiologia. A DPC é responsável por 15-40% das indicações para laparoscopias diagnósticas e 12% das indicações para histerectomias, nos Estados Unidos.

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Endocrinologia da Reprodução: Insuficiência Lútea, Amenorréias, Síndrome dos Ovários Policísticos, Hirsutismo e Hiperandrogenismo, Hiperprolactinemia, Sangramento Uterino Disfuncional.

Sebastião Freitas de Medeiros, Mauri José Piazza, Ricardo Melo Marinho, Alessandro Gomes Schuffener.
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.
Número: 723 / Publicado em 19/06/2012 - 07:57

Estas diretrizes têm como objetivo auxiliar o ginecologista a prover aconselhamento prático e compreensivo à mulher com alterações endócrino – reprodutivas, afetando tanto a qualidade de vida como a capacidade reprodutora. Inclui-se nestas diretrizes os temas mais prevalentes ou complexos. Para facilitar a leitura, cada tópico é apresentado de modo compreensível e prático, otimizando o atendimento à paciente. Dá-se destaque aos instrumentos diagnósticos e propostas para tratamento e / ou seguimento. Informações teóricas mais complexas acerca da etiologia e fisiopatologia dos assuntos abordados não são detalhados, limitando-as ao necessário para compreensão do texto. Estas diretrizes estão baseadas nas evidências atualmente existentes, mas recomenda-se atualização contínua devido à dinâmica dos avanços nessa área. Mantendo o interesse nas alterações dos eixos hipotálamo–hipófise–ovariano e hipotálamo– hipófise–adrenal com repercussões diretas na capacidade reprodutora, propõe–se diretrizes para mulheres com hiperprolactinemia, insuficiências folicular e lútea ou ciclos anovulatórios, resultando em menstruações irregulares, amenorréia, hirsutismo e esterilidade.

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Alternativas de Prevenção da Síndrome de Hiperestimulação Ovariana.

Martins WP, Nastri CO, Rocha A, Navarro PAAS, Ferriani RA
FEMINA - Fevereiro 2010 vol 38 nº 2
Número: 722 / Publicado em 19/06/2012 - 07:57

A Síndrome de Hiperestimulação Ovariana (SHEO) é uma complicação iatrogênica e potencialmente fatal, resultante da estimulação ovariana excessiva em resposta às gonadotrofinas exógenas. As principais características desta síndrome são: aumento da permeabilidade capilar que leva a uma grande troca de fluído do espaço intravascular para o terceiro espaço; e crescimento excessivo do volume ovariano. Várias estratégias para a prevenção desta síndrome foram propostas: infusão de albumina, coasting, anti-inflamatórios, bloqueio do sistema renina-angiotensina, agonistas dopaminérgicos, redução da dose de gonadotrofina coriônica humana (hCG), substituição da hCG e maturação in vitro de oócitos. Nesta revisão, as evidências atuais que suportam tais estratégias, de maneira a permitir que o médico escolha a melhor alternativa, foram avaliadas.

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14/09/2020
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