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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Manual de Antibioticoterapia.

Kelson Nobre Veras, Francisco Eugênio Deusdará de Alexandria, Ana Luiza Eulálio Dantas.
Comiss√£o de Controle de Infec√ß√£o Hospitalar - Funda√ß√£o Municipal de Sa√ļde - Terezina.
Número: 731 / Publicado em 19/06/2012 - 07:43

Há muitos antibióticos no mercado e continuamente novas marcas são lançadas. Essa grande quantidade de nomes podem assustar a alguns e frustrar nossa tentativa de acompanhar os avanços sobre o tema. Costuma, assim, haver muita insegurança no momento de prescrever um antibiótico. Na realidade o tema não é tão complexo como parece e pode ser simplificado. Esta é a intenção deste guia que compilamos a partir do estudo em diversas fontes confiáveis (algumas das quais constam de nossa sugestão de bibliografia).

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Farmácias Domiciliares e sua Relação com a Automedicação em Crianças e Adolescentes.

Francis S. V. Tourinho, F√°bio Bucaretchi, Celso Stephan, Ricardo Cordeiro.
J. Pediatr. (Rio J.). 2008, vol.84, n.5, pp. 416-422.
Número: 730 / Publicado em 19/06/2012 - 07:45

Os medicamentos s√£o os tratamentos mais utilizados nos servi√ßos de sa√ļde, sendo que, nos pa√≠ses em desenvolvimento, cerca de 30% dos recursos da sa√ļde s√£o destinados para esses produtos. Estimativas da Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS) apontam que 50% de todos os medicamentos usados no mundo s√£o prescritos, dispensados, vendidos ou usados de maneira incorreta; 66% dos antibi√≥ticos comercializados s√£o vendidos sem receita, e o uso indevido de medicamentos √© uma das 10 principais causas de mortalidade nos EUA.

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Diagnóstico da Síndrome da Apnéia e Hipopnéia Obstrutiva do Sono.

Lia Rita Azeredo Bittencourt, S√īnia Maria Guimar√£es Pereira Togeiro, Maur√≠cio da Cunha Bagnato
Instituto do Sono - Departamento de Psicobiologia - Unifesp-EPM.
Número: 728 / Publicado em 19/06/2012 - 07:48

A preval√™ncia da apn√©ia obstrutiva do sono varia de acordo com a popula√ß√£o estudada. Nos Estados Unidos da Am√©rica √© de 4% em homens e 2% em mulheres, entre indiv√≠duos de 30 a 60 anos. Os crit√©rios usados neste estudo foi √≠ndice de apn√©ia e hipopn√©ia (IAH) acima de cinco eventos por hora de sono associado a sonol√™ncia diurna excessiva (SDE). Houve uma propor√ß√£o de homens para mulheres de 3:1, com predom√≠nio em obesos. Devido esta doen√ßa causar sonol√™ncia excessiva e risco aumentado de acidentes de tr√Ęnsito e de trabalho e por causa das complica√ß√Ķes cardiovasculares, √© considerada um problema de sa√ļde p√ļblica.

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Organização de Serviço para Alcoolismo: Uma Proposta Ambulatorial.

Figlie, N.B., Pillon, S.C., Castro, L.A., Laranjeira, R.
UNIAD (Unidade de Pesquisa em √Ālcool e Drogas) / UNIFESP (Universidade Federal de S√£o Paulo)
Número: 727 / Publicado em 19/06/2012 - 07:50

Este artigo visa apresentar um modelo de organização de serviço ambulatorial para dependentes de álcool, desde a chegada no tratamento até o processo de desligamento do mesmo. A linha cognitiva serve como princípio norteador nas diferentes fases do tratamento, que engloba: desintoxicação de álcool, acompanhamento individual, avaliação psiquiátrica, psicoterapia grupal para dependentes de álcool, terapia de grupo para dependentes de álcool com problemas físicos, terapia de grupo para mulheres, grupo de orientação familiar.

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Protocolo de Diagnóstico e Conduta na Hemocromatose Hereditária.

Diretrizes Assistenciais - junho 2009
Hospital Israelita Albert Einstein.
Número: 726 / Publicado em 19/06/2012 - 07:53

Hemocromatose Heredit√°ria (HH) √© a altera√ß√£o gen√©tica mais comum na popula√ß√£o caucasiana, com preval√™ncia estimada de 1 caso para cada 200-250 pessoas nesta popula√ß√£o. A HH ocorre devido a um erro inato no metabolismo, causado por uma muta√ß√£o do gene HFE, localizado no bra√ßo curto do cromossoma 6. O resultado desta muta√ß√£o √© aumento da absor√ß√£o intestinal de ferro, com ac√ļmulo progressivo deste metal no organismo. A distribui√ß√£o anormal de ferro ao longo do tempo pode comprometer a fun√ß√£o de v√°rios √≥rg√£os e sistemas, tornando a HH uma doen√ßa gen√©tica sist√™mica.

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Protocolo de Sinais e Sintomas em Pediatria.

Roberto Dias Duarte Jr.
Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes
Número: 725 / Publicado em 19/06/2012 - 07:54

Esse Protocolo tem a finalidade de auxiliar a CONSULTA de ENFERMAGEM da EMERGÊNCIA.

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Mapeamento Consciente da Dor P√©lvica Cr√īnica.

Waldir Pereira Modotte, Rog√©rio Dias, Daniel Spadoto Dias, Mauro Fernando K√ľrten Ihlenfeld, Ricardo Lasmar.
Rev bras videocir 2005;3(4): 220-225
Número: 724 / Publicado em 19/06/2012 - 07:56

Dor p√©lvica cr√īnica (DPC) √© definida como dor na regi√£o p√©lvica, fora do per√≠odo menstrual, de dura√ß√£o superior a 6 meses, severa o suficiente para ocasionar limita√ß√Ķes funcionais e requerendo tratamento medicamentoso e/ou cir√ļrgico. A DPC √© de elevada freq√ľ√™ncia nos consult√≥rios ginecol√≥gicos. Afeta cerca de 12-33% das mulheres no per√≠odo reprodutivo, por√©m √© ainda um enigma para os cl√≠nicos, pelo desconhecimento da sua etiologia. A DPC √© respons√°vel por 15-40% das indica√ß√Ķes para laparoscopias diagn√≥sticas e 12% das indica√ß√Ķes para histerectomias, nos Estados Unidos.

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Endocrinologia da Reprodu√ß√£o: Insufici√™ncia L√ļtea, Amenorr√©ias, S√≠ndrome dos Ov√°rios Polic√≠sticos, Hirsutismo e Hiperandrogenismo, Hiperprolactinemia, Sangramento Uterino Disfuncional.

Sebastião Freitas de Medeiros, Mauri José Piazza, Ricardo Melo Marinho, Alessandro Gomes Schuffener.
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana.
Número: 723 / Publicado em 19/06/2012 - 07:57

Estas diretrizes t√™m como objetivo auxiliar o ginecologista a prover aconselhamento pr√°tico e compreensivo √† mulher com altera√ß√Ķes end√≥crino ‚Äď reprodutivas, afetando tanto a qualidade de vida como a capacidade reprodutora. Inclui-se nestas diretrizes os temas mais prevalentes ou complexos. Para facilitar a leitura, cada t√≥pico √© apresentado de modo compreens√≠vel e pr√°tico, otimizando o atendimento √† paciente. D√°-se destaque aos instrumentos diagn√≥sticos e propostas para tratamento e / ou seguimento. Informa√ß√Ķes te√≥ricas mais complexas acerca da etiologia e fisiopatologia dos assuntos abordados n√£o s√£o detalhados, limitando-as ao necess√°rio para compreens√£o do texto. Estas diretrizes est√£o baseadas nas evid√™ncias atualmente existentes, mas recomenda-se atualiza√ß√£o cont√≠nua devido √† din√Ęmica dos avan√ßos nessa √°rea. Mantendo o interesse nas altera√ß√Ķes dos eixos hipot√°lamo‚Äďhip√≥fise‚Äďovariano e hipot√°lamo‚Äď hip√≥fise‚Äďadrenal com repercuss√Ķes diretas na capacidade reprodutora, prop√Ķe‚Äďse diretrizes para mulheres com hiperprolactinemia, insufici√™ncias folicular e l√ļtea ou ciclos anovulat√≥rios, resultando em menstrua√ß√Ķes irregulares, amenorr√©ia, hirsutismo e esterilidade.

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Alternativas de Prevenção da Síndrome de Hiperestimulação Ovariana.

Martins WP, Nastri CO, Rocha A, Navarro PAAS, Ferriani RA
FEMINA - Fevereiro 2010 vol 38 n¬ļ 2
Número: 722 / Publicado em 19/06/2012 - 07:57

A S√≠ndrome de Hiperestimula√ß√£o Ovariana (SHEO) √© uma complica√ß√£o iatrog√™nica e potencialmente fatal, resultante da estimula√ß√£o ovariana excessiva em resposta √†s gonadotrofinas ex√≥genas. As principais caracter√≠sticas desta s√≠ndrome s√£o: aumento da permeabilidade capilar que leva a uma grande troca de flu√≠do do espa√ßo intravascular para o terceiro espa√ßo; e crescimento excessivo do volume ovariano. V√°rias estrat√©gias para a preven√ß√£o desta s√≠ndrome foram propostas: infus√£o de albumina, coasting, anti-inflamat√≥rios, bloqueio do sistema renina-angiotensina, agonistas dopamin√©rgicos, redu√ß√£o da dose de gonadotrofina cori√īnica humana (hCG), substitui√ß√£o da hCG e matura√ß√£o in vitro de o√≥citos. Nesta revis√£o, as evid√™ncias atuais que suportam tais estrat√©gias, de maneira a permitir que o m√©dico escolha a melhor alternativa, foram avaliadas.

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Aspectos Neuroendócrinos na Síndrome dos Ovários Policísticos.

Andrea Nacul, Fabio Comim, Poli Mara Spritzer
Arq Bras Endocrinol Metab vol 47 n¬ļ 4 Agosto 2003
Número: 721 / Publicado em 18/06/2012 - 21:34

A s√≠ndrome dos ov√°rios polic√≠sticos (PCOS) √© a endocrinopatia mais freq√ľente na mulher em idade reprodutiva. O quadro cl√≠nico √© vari√°vel, mas em geral apresenta-se com hirsutismo, acne e/ou alopecia androg√™nica, anovula√ß√£o cr√īnica associada a dist√ļrbio menstrual e infertilidade.

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