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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Protocolos Clínicos - 002 - Atendimento ao Paciente Vítima de Traumatismo Abdominal.

Equipe de Cirurgia do HJXXIII
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1046 / Publicado em 17/03/2012 - 16:05

A avalia√ß√£o do abdome √© um dos componentes mais cr√≠ticos na abordagem inicial do traumatizado. O momento mais oportuno para avalia√ß√£o abdominal deve ser determinado considerando o mecanismo de trauma, sua localiza√ß√£o e o estado hemodin√Ęmico do paciente. A les√£o intra-abdominal n√£o diagnosticada √© causa frequente de mortes evit√°veis. Qualquer doente v√≠tima de traumatismo abdominal contuso ou penetrante, deve ser visto como portador de les√£o cir√ļrgica, at√© prova em contr√°rio.

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Protocolos Clínicos - 001 - Atendimento ao Paciente Vítima de Traumatismo Cranioencefálico Leve - TCE leve.

Rodrigo Moreira Faleiro; Josaphat Vilela de Morais
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1045 / Publicado em 17/03/2012 - 16:05

Traumatismo cr√Ęnio-encef√°lico (TCE) √© entidade frequente e com alta mortalidade. A cada 15 segundos ocorre um caso de TCE e em decorr√™ncia deste, um paciente morre a cada 12 minutos; 50% das mortes decorrentes de trauma t√™m como etiologia o TCE.

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Protocolos Clínicos - 000 - Caderno Introdutório

Francisco Carlos de Souza; Valda Maria Franqueira Mendonça; Guilherme Freire Garcia
Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) - 2010
Número: 1044 / Publicado em 17/03/2012 - 16:07

A utilização de diretrizes clínicas leva a diminuição dos riscos para os usuários, homogeneíza condutas clínicas, garante qualidade quando baseada nas melhores evidências científicas disponíveis, além de ser um produto facilitador para a educação dos profissionais. Os protocolos continuam chegando, e como previsto no projeto inicial, novos desafios vão surgindo. A sensibilização dos profissionais é atividade contínua tanto na construção como na aplicação dos protocolos na ponta do sistema.

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Protocolo de Atendimento aos Eventos Agudos da Doença Falciforme.

Centro de Educação e Apoio para Hemoglobinopatias - CEHMOB-MG
Secretaria de Estado da Sa√ļde - Belo Horizonte - Dezembro 2005
Número: 1043 / Publicado em 23/06/2012 - 10:08

A doen√ßa falciforme √©umdos dist√ļrbios gen√©ticos mais freq√ľentes no Brasil e no mundo. Minas Gerais √© o estado pioneiro na implanta√ß√£o universal, em 1998, deumprograma de diagn√≥stico neonatal, por meio do teste do pezinho. Os exames s√£o realizados pelo N√ļcleo de Pesquisa em Apoio Diagn√≥stico da Faculdade de Medicina da UFMG (NUPAD) desde 1998 e mostram uma incid√™ncia da doen√ßa de 72 casos em cada 100.000 nascidos vivos e um portador do tra√ßo falciforme para cada 30 nascimentos. O programa atinge todos os 853 munic√≠pios mineiros com 96% de cobertura dos nascidos vivos.

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Protocolo sobre Asma Br√īnquica em Crian√ßas.

Maria C√Ęndida Rizzo e M√°rio Roberto Hirschheimer.
Unidade de Pneumologia Pedi√°trica do Instituto da Crian√ßa ‚Äď HCFMUSP.
Número: 1042 / Publicado em 23/06/2012 - 10:11

Asma √© uma doen√ßa inflamat√≥ria cr√īnica caracterizada por hiperresponsividade (HR) das vias a√©reas inferiores e por limita√ß√£o vari√°vel ao fluxo a√©reo, revers√≠vel espontaneamente ou com tratamento, manifestando-se clinicamente por epis√≥dios recorrentes de sibil√Ęncia, dispn√©ia, aperto no peito e tosse, particularmente √† noite e pela manh√£ ao despertar. Resulta de uma intera√ß√£o entre gen√©tica, exposi√ß√£o ambiental e outros fatores espec√≠ficos que levam ao desenvolvimento e manuten√ß√£o dos sintomas.

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Manual B√°sico de Ortopedia

Comissão de Educação Continuada
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Número: 1039 / Publicado em 23/06/2012 - 10:25

A CEC (Comiss√£o de Educa√ß√£o Continuada) cuidadosamente elaborou o Manual B√°sico de Ortopedia como instrumento de consulta r√°pida para as situa√ß√Ķes de emerg√™ncia e urg√™ncia traumato-ortop√©dicas. A SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia) e o Laborat√≥rio Sanofi-Aventis oferecem a voc√™, m√©dico ortopedista, a oportunidade de ‚Äúrelembrar‚ÄĚ detalhes quanto √† etiologia, quadro cl√≠nico e classifica√ß√£o de afec√ß√Ķes, com a agilidade e praticidade que o atendimento emergencial requer.

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Intoxica√ß√Ķes Ex√≥genas, Envenenamentos e Acidentes com Animais Pe√ßonhentos (Cap√≠tulo 23).

Manual do Atendimento Pr√©-Hospitalar ‚Äď SIATE /CBPR.
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paran√°.
Número: 1038 / Publicado em 23/06/2012 - 10:30

Venenos s√£o subst√Ęncias qu√≠micas que podem causar dano ao organismo. Os envenenamentos s√£o, na sua maioria, acidentais, mas resultam tamb√©m de tentativas de suic√≠dio e, mais raramente, de homic√≠dio.

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Preparo de Medicamentos e Biossegurança (Capítulo 27).

Manual do Atendimento Pr√©-Hospitalar ‚Äď SIATE /CBPR.
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paran√°.
Número: 1037 / Publicado em 23/06/2012 - 10:31

Todo medicamento a ser administrado em paciente deve ser obrigatoriamente prescrito por um m√©dico e constar de sua ficha, no campo espec√≠fico, todas as aplica√ß√Ķes.

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Queimaduras e Emergências Produzidas por Frio Ambiental (Capítulo 21).

Manual do Atendimento Pr√©-Hospitalar ‚Äď SIATE /CBPR.
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paran√°.
Número: 1036 / Publicado em 23/06/2012 - 10:32

As queimaduras s√£o les√Ķes freq√ľentes e a quarta causa de morte por trauma. Mesmo quando n√£o levam a √≥bito, as queimaduras severas produzem grande sofrimento f√≠sico e requerem tratamento que dura meses, at√© anos. Seq√ľelas f√≠sicas e psicol√≥gicas s√£o comuns. Pessoas de todas as faixas et√°rias est√£o sujeitas a queimaduras, mas as crian√ßas s√£o v√≠timas freq√ľentes, muitas vezes por descuido dos pais ou respons√°veis. O atendimento definitivo aos grandes queimados deve ser feito preferencialmente em centros especializados.

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Produtos Perigosos (Capítulo 29).

Manual do Atendimento Pr√©-Hospitalar ‚Äď SIATE /CBPR.
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paran√°.
Número: 1035 / Publicado em 23/06/2012 - 10:32

Produtos perigosos s√£o subst√Ęncias que podem vir a causar dano √† sa√ļde humana, √† um bem material ou ao meio ambiente. Podem ser do tipo radioativa, qu√≠mica ou biol√≥gica. Apesar do nome, ‚Äúproduto perigoso‚ÄĚ, eles s√£o amplamente usados para facilitar a vida moderna com usos t√£o antag√īnicos quanto a medicina e a constru√ß√£o de armas nucleares.

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14/09/2020
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