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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Protocolo Clínico de Câncer Colorretal.

João Batista Pinheiro Barreto, Alexandre José Aguiar Andrade.
Serviço de Coloproctologia - Hospital Universitário - Universidade Federal do Maranhão - maio/2010.
Número: 957 / Publicado em 23/06/2012 - 22:43

Existe uma diversidade de fatores de riscos para o desenvolvimento de câncer colorretal, tais como alimentação pobre em fibras vegetais, deficiência de cálcio, selênio e vitaminas C e E, doença inflamatória intestinal, dieta rica em gordura animal, idade maior que 50 anos, adenomas colônicos e polipose adenomatosa familiar.

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Protocolo Clínico de Doença Orificial (Abscessos e Fístulas Anais).

João Batista Pinheiro Barreto, Alexandre José Aguiar Andrade.
Serviço de Coloproctologia - Hospital Universitário - Universidade Federal do Maranhão - maio/2010.
Número: 956 / Publicado em 23/06/2012 - 22:41

Os abscessos e as fístulas anais podem ser considerados como o espectro de apresentação de uma mesma doença; os primeiros representariam a fase aguda enquanto que os últimos, a crônica deste processo.

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Protocolo Clínico de Avaliação e Conduta no Traumatismo Dentário.

Bandeira Macena, Maria Carolina; Leite, Ana Catarina; Colares, Viviane; Vieira,Sandra; Guedes de Carvalho Neto, Luiz.
Revista Brasileira em Promoção da Saúde, Vol. 22, Núm. 2, 2009, pp. 120-127
Número: 955 / Publicado em 20/06/2012 - 08:33

Protocolo clínico, baseado na literatura atual, visando otimizar o atendimento emergencial do trauma dentário nas dentições decídua e permanente. O traumatismo dentário está entre as patologias, eventos e agravos à saúde bucal que têm despertado crescente interesse da comunidade científica nos últimos anos. O aumento dos níveis de violência, do número de acidentes de trânsito e uma maior participação das crianças em atividades esportivas contribuem para transformar o traumatismo dentário em um problema de saúde pública emergente.

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Protocolo Clínico para Uso de Espaçador em Crianças com Asma (Beta-2 Agonista).

Carlos O. Carraro
UNIMED
Número: 954 / Publicado em 23/06/2012 - 22:48

Atualmente, na maioria dos serviços de atendimento emergencial a crise asmática aguda é tratada através da nebulização com fármaco. Embora tal conduta esteja correta, cada nebulização nesse tipo de tratamento demanda tempo, mais profissionais da área da saúde para preparar a medicação e maior utilização de oxigênio, visto que principalmente as crianças pequenas não permitem uma oclusão adequada da máscara à face, diminuindo em muito a eficácia da medicação. Dessa forma, estudos mais recentes têm demonstrado que o fornecimento do Beta-2 agonista através do spray com espaçador é mais conveniente, pois promove maior disponibilidade da droga para as vias aéreas em tempo menor, permitindo à criança deixar a máscara efetivamente acoplada à face (o que melhora a eficácia do tratamento), diminui a incidência de efeitos adversos, tornando o tratamento de menor custo.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Hepatite Viral Crônica C.

Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
Ministério da Saúde – Brasília 2010.
Número: 953 / Publicado em 20/06/2012 - 08:35

Esta publicação apresenta o novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para o Tratamento da Hepatite Viral Crônica B e Coinfecções e, também, como anexo, o Protocolo Clínico e as Diretrizes Terapêuticas para o Tratamento da Hepatite Viral Crônica C.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas: Hepatite Viral Crônica B e Coinfecções.

Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
Ministério da Saúde – Brasília 2010.
Número: 952 / Publicado em 20/06/2012 - 08:36

Esta publicação apresenta o novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para o Tratamento da Hepatite Viral Crônica B e Coinfecções e, também, como anexo, o Protocolo Clínico e as Diretrizes Terapêuticas para o Tratamento da Hepatite Viral Crônica C.

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Uveítes Posteriores Não-Infecciosas.

Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde.
Portaria SAS/MS Nº 498 de 23 de Dezembro de 2009.
Número: 949 / Publicado em 19/06/2012 - 17:17

Uveíte corresponde à inflamação da úvea, camada vascular média dos olhos e pode ser dividida em anterior (íris), intermediária (corpo ciliar e vítreo) e posterior (vítreo, retina, coróide e esclera). Uveítes com acometimento de mais de uma porção uveal são chamadas de difusas, apresentando geralmente acometimento bilateral. As doenças oculares inflamatórias são causa importante de cegueira (acuidade visual com melhor correção menor que 20/400 ou 0,05) e baixa visão (acuidade visual com melhor correção entre 20/70 ou 0,3 e 20/200 ou 0,1) no mundo todo. A incidência anual de uveíte varia, de acordo com o país, entre 17 e 52 casos por 100.000 habitantes, com uma prevalência de 38 a 714 casos por 100.000 habitantes. As uveítes são responsáveis por cerca de 10% dos casos de deficiência visual no mundo ocidental, e aproximadamente 35% dos pacientes com uveíte referem baixa visão ou cegueira.

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Manual de Publicidade de Assuntos Médicos.

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.
CREMERJ. - 6ª ed. rev. ampl. - Rio de Janeiro, 2007.
Número: 947 / Publicado em 19/06/2012 - 17:22

Este Manual visa esclarecer os ilícitos éticos contidos no penúltimo capítulo do C.E.M. Assim, os conceitos aqui inseridos emanam dos Conselhos de Ética Médica, Federal e Regionais, regulamentando a publicidade médica.

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Sepse Grave na Unidade de Pronto Atendimento - Emergência (Protocolo nº 2).

Hospital Pilar - 08/2009
ABRAMEDE - Associação Brasileira de Medicina de Emergência.
Número: 942 / Publicado em 19/06/2012 - 16:46

Folha para atendimento e preenchimento em emergencia.

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Erros de Medicação - Definições e Estratégias de Prevenção.

Aline Santa Cruz Belela, Maria Angélica S. Peterlini, Mavilde L. G. Pedreira
Membros da Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente. REBRAENSP – Polo São Paulo - 2011
Número: 940 / Publicado em 19/06/2012 - 16:54

Manual originado da Dissertação de Mestrado “Erros de Medicação Notificados em uma Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos para Atendimento de Pacientes Oncológicos”, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UNIFESP, em 2008.

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