Profissionais: 7122
Prontuários: 505477

Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

Advertência: Estes artigos e resumos são protegidos pela Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), sendo vedada a sua transcrição sem citação da fonte e a sua reprodução com finalidades comerciais sem autorização dos autores.

Adobe Acrobat Reader
É necessário o Adobe Acrobat Reader instalado.

Erros de Prescrição Médica de Pacientes Hospitalizados.

Aline Melo Santos Silva.
einstein. 2009; 7(3 Pt 1):290-4
Número: 579 / Publicado em 18/06/2012 - 11:12

Atualmente, os erros de medicação são uma lamentável realidade na maioria das instituições de saúde. Aproximadamente 30% dos agravos que ocorrem durante o período de hospitalização estão relacionados a erros de medicação, resultando em grande impacto econômico e em graves níveis de morbidade e mortalidade.

Abrir arquivo em PDF

Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas - Acromegalia.

Secretaria de Atenção à Saúde - Ministério da Saúde
Portaria SAS/MS nº 471, de 23 de julho de 2002
Número: 578 / Publicado em 18/06/2012 - 11:14

Acromegalia é uma desordem debilitante resultante da exposição, a longo prazo, a elevados níveis de hormônio do crescimento (GH). A incidência anual é de 3-4 casos/milhão, com prevalência de 40-90 casos/milhão. A idade média do diagnóstico é 40 a 45 anos. O risco relativo de mortalidade, em relação à população normal, é 2 a 3, sendo as principais causas de mortalidade complicações cardiovasculares e respiratórias.

Abrir arquivo em PDF

Efeitos Adversos no Tratamento da Tuberculose: Experiência em Serviço Ambulatorial de um Hospital-Escola na Cidade de São Paulo.

Denise Eri Onodera Vieira, Mauro Gomes.
J Bras Pneumol. 2008;34(12):1049-1055
Número: 577 / Publicado em 18/06/2012 - 11:14

Apesar das drogas antituberculose combaterem eficazmente o microorganismo, elas podem ocasionar efeitos colaterais indesejáveis, seja pelo próprio princípio ativo ou pelos seus metabólitos.

Abrir arquivo em PDF

Paracetamol versus Dipirona: como Mensurar o Risco?

Lenita Wannmacher.
Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde - Brasil, 2005.
Número: 576 / Publicado em 18/06/2012 - 10:39

É uma falácia considerar que um medicamento possa ser inócuo. Como substância estranha ao organismo humano, qualquer fármaco traz inerentemente algum risco potencial ao ser administrado, mesmo em doses usuais. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), esse contexto se enquadra na definição de reação adversa como sendo “qualquer resposta prejudicial ou indesejável, não-intencional, a um medicamento, a qual se manifesta após a administração de doses normalmente utilizadas no homem para profilaxia, diagnóstico ou tratamento de doença ou para modificação de função fisiológica”.

Abrir arquivo em PDF

Rediscutindo o Uso de Betabloqueadores na Hipertensão.

Lenita Wannmacher.
Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde - Brasil, 2007.
Número: 575 / Publicado em 18/06/2012 - 10:40

Todos os anti-hipertensivos reduzem a pressão arterial (por definição), com conseqüente declínio do risco cardiovascular. Porém, existem diferenças entre os medicamentos, relativas a redução de doença em órgão-alvo e prevenção de eventos cardiovasculares maiores. Mesmo havendo amplo arsenal de anti-hipertensivos, hipertensão e riscos concomitantes permanecem não controlados na maioria dos pacientes.

Abrir arquivo em PDF

Tratamento Medicamentoso Antitabagismo.

Lenita Wannmacher.
Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde - Brasil, 2007.
Número: 574 / Publicado em 18/06/2012 - 10:41

A OMS estima que um terço da população mundial adulta, isto é, um bilhão e duzentos milhões de pessoas (entre as quais 200 milhões de mulheres), sejam fumantes. Aproximadamente 47% de toda a população masculina e 12% da população feminina no mundo fumam. Enquanto nos países em desenvolvimento os fumantes constituem 48% da população masculina e 7% da população feminina, nos países desenvolvidos a participação das mulheres chega a 15%. A população masculina global de fumantes está em lento declínio, porém se estima que a epidemia em mulheres atinja um pico no século 21, com estimativa de que haja 532 milhões de mulheres fumantes em 2025.

Abrir arquivo em PDF

Terapia de Reposição Hormonal na Menopausa: Evidências Atuais.

Lenita Wannmacher, Jaqueline Neves Lubianca.
Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde - Brasil, 2004.
Número: 573 / Publicado em 18/06/2012 - 10:42

Segundo as evidências atuais, a terapia de reposição hormonal deve ser indicada por curto prazo para controle de manifestações vasomotoras e urogenitais. Terapia de reposição estrogênica fica reservada para mulheres histerectomizadas, enquanto a associação de estrógenos e progestógenos é obrigatória em mulheres com útero in situ. A partir da publicação de ensaios clínicos randomizados de grande porte, caíram por terra as supostas vantagens da terapia de manutenção na prevenção de doença cardiovascular, osteoporose e demência. Ao contrário, estudos surgidos a partir de 2000 apontaram a discreta eficácia ou ineficácia dos hormônios naquelas condições, bem como advertiram para efeitos adversos graves, como câncer de mama, câncer de endométrio (só estrogenoterapia), câncer de ovário, risco de doença coronariana, acidente vascular encefálico, trombose venosa profunda, demência e doença de Alzheimer.

Abrir arquivo em PDF

Uso Indiscriminado de Antibióticos e Resistência Microbiana: Uma Guerra Perdida?

Lenita Wannmacher.
Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde - Brasil, 2006.
Número: 571 / Publicado em 18/06/2012 - 10:43

Mais de 50% das prescrições de antibióticos se mostram inapropriadas. 2/3 dos antibióticos são usados sem prescrição médica em muitos países. 50% dos consumidores compram o medicamento para 1 dia, 90% compram-no para período igual ou inferior a 3 dias. Mais de 50% do orçamento com medicmaentos são destinados aos antimicrobianos.

Abrir arquivo em PDF

Vitamina C: Seis Problemas em Busca de uma Solução.

Lenita Wannmacher
Organização Pan-Americana da Saúde/ Organização Mundial da Saúde - Brasil, 2006.
Número: 570 / Publicado em 18/06/2012 - 10:44

A associação entre vitamina C e múltiplos processos patogênicos, com ênfase em estresse oxidativo, motivaram especulações sobre o valor da suplementação vitamínica para correção de algumas condições clínicas ligadas àqueles processos. As evidências contemporâneas apontam para benefício em poucas indicações – escorbuto e degeneração macular relacionada à idade –, predominando a falta de eficácia em inúmeras outras, tais como resfriado comum, pré-eclâmpsia, aterosclerose, hipertensão arterial, cataratas, dor e alteração de função muscular pós-exercício, demência de Alzheimer, asma brônquica e hemodiálise. Desse modo, o uso generalizado da vitamina C, isolada ou em associação com outros nutrientes, não pode ser a priori recomendado, até que novas e mais robustas evidências sejam encontradas.

Abrir arquivo em PDF

Uso Racional de Medicamentos.

Unidade de Medicamentos e Tecnologia.
Organização Panamericana da Saúde - OPAS/OMS, 2003.
Número: 568 / Publicado em 18/06/2012 - 10:52

Os medicamentos modernos ocupam um papel importante nos sistemas sanitários, pois salvam vidas e melhoram a saúde. No entanto, existem milhões de pessoas com doenças comuns, como pneumonia, malária, tuberculose, hipertensão e outras tantas enfermidades, sujeitas a vicissitudes freqüentemente relacionadas aos tratamentos medicamentosos. Como exemplos, temos: falta de acesso a um tratamento adequado ou a recursos para sua aquisição; uso de medicamentos de baixa qualidade, resultando em processos falhos de seleção, abastecimento e controle da qualidade; erros de medicação – tais como dose errada, medicamento errado, posologia errada, duração errada etc.; falta de orientação quanto ao tratamento - , resultando em baixa adesão, mau uso, inefetividade.

Abrir arquivo em PDF

Portal Saúde Direta - Footer
Atualizado em
14/09/2020
Saude-Direta-Facebook Saude-Direta-LinkedIN Saude-Direta-Twitter