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Infecção do Trato Urinário Complicada.

Sociedade Brasileira de Urologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 387 / Publicado em 09/03/2012 - 17:18

Infec√ß√£o do Trato Urin√°rio Complicada √© aquela associada com condi√ß√Ķes que aumentem o risco para infec√ß√£o ou para fal√™ncia do tratamento. Estas infec√ß√Ķes est√£o comumente associadas a altera√ß√Ķes anat√īmicas e ou funcionais do trato urin√°rio, ou doen√ßas que interferem com os mecanismos de defesa do paciente.

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Infecção do Trato Urinário Alto de Origem Comunitária e Hospitalar: Tratamento.

Sociedade Brasileira de Infectologia e Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 386 / Publicado em 09/03/2012 - 17:18

O espectro de agentes etiol√≥gicos √© semelhante tanto nas infec√ß√Ķes do trato urin√°rio baixo (cistite) como nas do trato urin√°rio alto (pielonefrite), quando agudas, n√£o complicadas e de origem comunit√°ria: Escherichia coli (70% - 95%), Staphylococcus saprophyticus (5% - 20%) e, ocasionalmente, Proteus mirabilis, Klebsiella sp e Enterococcus (principalmente E.faecalis).

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Incontinência Urinária: Propedêutica.

Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 385 / Publicado em 09/03/2012 - 17:19

Devido √† exist√™ncia de diferentes tipos e graus de incontin√™ncia urin√°ria, portadores desta afec√ß√£o apresentam sintomas e sinais comuns para cada tipo de incontin√™ncia. Infelizmente, pacientes que apresentam esses sintomas freq√ľentemente s√£o imprecisos em definir a natureza e a gravidade da perda urin√°ria. Por esse motivo, √© fundamental que se fa√ßa o diagn√≥stico preciso da incontin√™ncia urin√°ria e v√°rios instrumentos podem ajudar no diagn√≥stico.

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Incontinência Urinária Pós-Prostatectomia: Tratamento.

Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 384 / Publicado em 09/03/2012 - 17:19

A incontin√™ncia urin√°ria p√≥s-prostatectomia (IUPP) √© uma complica√ß√£o de dif√≠cil tratamento e que causa um profundo impacto negativo na qualidade de vida do indiv√≠duo, bem como perturba seriamente a rela√ß√£o m√©dico-paciente. A IUPP pode ocorrer tanto no tratamento da hiperplasia prost√°tica benigna como no tratamento do c√Ęncer de pr√≥stata.

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Incontin√™ncia Urin√°ria de Esfor√ßo: Tratamento N√£o Cir√ļrgico e N√£o Farmacol√≥gico.

Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 383 / Publicado em 09/03/2012 - 17:20

A incontin√™ncia urin√°ria na mulher √© definida pela Sociedade Internacional de Contin√™ncia como qualquer perda de urina. O tratamento da incontin√™ncia urin√°ria de esfor√ßo historicamente tem sido cir√ļrgico, no entanto, apesar do comprometimento da qualidade de vida pelas perdas urin√°rias, algumas mulheres s√£o relutantes √† corre√ß√£o cir√ļrgica pelos riscos operat√≥rios e outras t√™m contra-indica√ß√Ķes anest√©sico-cir√ļrgicas.

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Incontinência Urinária de Esforço: Tratamento Farmacológico da Insuficiência Esfincteriana.

Sociedade Brasileira de Urologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 382 / Publicado em 09/03/2012 - 17:20

A incontin√™ncia urin√°ria de esfor√ßo √© respons√°vel por 49% (variando de 24% a 75%) dos casos de incontin√™ncia urin√°ria que afetam a popula√ß√£o feminina entre 18 e 90 anos. V√°rias op√ß√Ķes terap√™uticas podem ser propostas para as pacientes, desde forros perineais, exerc√≠cios do assoalho p√©lvico, medicamentos e tratamento cir√ļrgico.

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Hirsutismo: Diagnóstico.

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 381 / Publicado em 09/03/2012 - 17:21

O hirsutismo √© definido como a presen√ßa de p√™los terminais na mulher, em √°reas anat√īmicas caracter√≠sticas de distribui√ß√£o masculina. Pode manifestar-se como queixa isolada, ou como parte de um quadro cl√≠nico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo, viriliza√ß√£o, dist√ļrbios menstruais e/ou infertilidade.

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Hipotireoidismo Congênito.

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 380 / Publicado em 09/03/2012 - 17:21

O hipotireoidismo cong√™nito representa uma das causas mais freq√ľentes de retardo mental, que pode ser prevenida com o diagn√≥stico precoce e tratamento adequado. Resulta de uma produ√ß√£o inadequada de horm√īnio tireoidiano decorrente de diversas causas.

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Hipopituitarismo: Tratamento.

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Sociedade Brasileira de Clínica Médica.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 379 / Publicado em 09/03/2012 - 17:23

A hip√≥fise √© uma gl√Ęndula formada por v√°rios tipos celulares, cujos produtos de secre√ß√£o estimulam outras gl√Ęndulas end√≥crinas perif√©ricas a sintetizar e a secretar horm√īnios envolvidos em fun√ß√Ķes diversas, como crescimento, desenvolvimento neuropsicomotor, matura√ß√£o sexual, fertilidade, controle do gasto energ√©tico, regula√ß√£o do metabolismo de carboidratos, lip√≠deos e prote√≠nas, manuten√ß√£o do balan√ßo hidroeletrol√≠tico. A secre√ß√£o hormonal hipofis√°ria √© regulada por horm√īnios hipotal√Ęmicos e pelos horm√īnios produzidos pelas gl√Ęndulas end√≥crinas perif√©ricas.

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Hipopituitarismo: Diagnóstico.

Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Sociedade Brasileira de Clínica Médica.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 378 / Publicado em 09/03/2012 - 17:23

A hip√≥fise √© uma gl√Ęndula formada por v√°rios tipos celulares, cujos produtos de secre√ß√£o estimulam outras gl√Ęndulas end√≥crinas perif√©ricas a sintetizar e secretar horm√īnios envolvidos em fun√ß√Ķes diversas, como crescimento, desenvolvimento neuropsicomotor, matura√ß√£o sexual, fertilidade, controle do gasto energ√©tico, regula√ß√£o do metabolismo de carboidratos, lip√≠deos e prote√≠nas, manuten√ß√£o do balan√ßo hidroeletrol√≠tico. A secre√ß√£o hormonal hipofis√°ria √© regulada por horm√īnios hipotal√Ęmicos e pelos horm√īnios produzidos pelas gl√Ęndulas end√≥crinas perif√©ricas.

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