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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Diretrizes Práticas da Infectious Diseases Society of America: Staphylococcus aureus Resistentes à Meticilina - MRSA (em português)

Catherine Liu et als
Clinical Infectious Diseases ; 2011 ; 52 : e18 -e55
Número: 2743 / Publicado em 29/08/2013 - 09:46

Estas diretrizes baseadas em evidências para o manejo de infecções por Staphylococcus aureus resistentes à meticilina (MRSA) foram preparadas por um grupo de especialistas da Infectious Diaseases Society of America (IDSA). As diretrizes destinam-se a profissionais de saúde que atendem a pacientes adultos e crianças com infecções por MRSA. Elas discutem o manejo de várias síndromes clínicas associadas à doença por MRSA, inclusive as infecções de pele e partes moles (IPPM), a bacteremia e a endocardite, a pneumonia, as infecções ósseas e articulares e do sistema nervoso central (SNC). São feitas recomendações quanto à dosagem e monitoramento da vancomicina, ao manejo das infecções por cepas de MRSA com susceptibilidade reduzida à vancomicina e das falhas terapêuticas da vancomicina.

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I Diretriz de Prevenção da Aterosclerose na Infância e Adolescência

Giuliano, I.C.B., Caramelli, B., Pellanda, L., Duncan, B.,Mattos, S., Fonseca, F.A.H.
Sociedade Brasileira de Cardiologia
Número: 2742 / Publicado em 10/06/2013 - 10:02

Atualmente, sabemos que é possível obter uma redução na incidência de complicações da aterosclerose com a adoção de um estilo de vida saudável e com o tratamento medicamentoso. Não há consenso, entretanto, em que fase da vida e de que forma a prevenção deve ser implantada. Na medida em que foram sendo compreendidos os mecanismos de origem e desenvolvimento da doença aterosclerótica, foi se formando o conceito de que este tratamento deve começar na infância. Ao invés de substituir o raciocínio clínico esta diretriz pretende complementá-lo, tornando-se uma referência para o estabelecimento de estratégias individuais e populacionais no controle dos fatores de risco para aterosclerose na infância e adolescência.

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Atividade Física e Saúde na Infância e Adolescência

José Kawazoe Lazzoli e colaboradores
Rev Bras Med Esporte Vol. 4, Nº 4 – Jul/Ago, 1998
Número: 2741 / Publicado em 10/06/2013 - 09:45

Este documento, elaborado por médicos especialistas em exercício e esporte, baseia-se em conceitos científicos e na experiência clínica, tendo como objetivos: 1) estabelecer os benefícios da atividade física na criança e no adolescente; 2) caracterizar os elementos de avaliação e prescrição do exercício para a saúde nessa faixa etária; 3) estimular a recomendação e a prática da atividade física nas crianças e adolescentes, mesmo na presença de doenças crônicas, visto que são raras as contra-indicações absolutas.

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Anafilaxia: Diagnóstico

Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia & Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Rev. Assoc. Med. Bras. 2013, vol.59, n.1, pp. 7-17
Número: 2740 / Publicado em 07/06/2013 - 11:19

A anafilaxia é conceituada como uma reação alérgica aguda grave, de início súbito e evolução rápida, e que é potencialmente fatal. Os órgãos-alvo envolvidos incluem pele e mucosas (80% a 90% dos episódios), aparelho respiratório (70% dos episódios), trato gastrointestinal (30% a 40%), sistema cardiovascular (10% a 45%) e sistema nervoso central em 10% a 15% dos episódios.

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Protocolo Clínico da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) - Protocolo de Lucentis

Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
Distrito Federal - 2009
Número: 2739 / Publicado em 07/06/2013 - 11:10

A DMRI, juntamente com a catarata e retinopatia diabética, é uma das principais causas de cegueira legal em pessoas maiores de 50 anos, representando hoje, a terceira maior causa de cegueira legal no mundo.

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Protocolo Clínico de Anafilaxia

Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
Distrito Federal - 2009
Número: 2738 / Publicado em 07/06/2013 - 11:01

Anafilaxia é uma reação imunológica sistêmica de hipersensibilidade imediata conseqüente da interação entre o antígeno e o anticorpo IgE fixado em basófilos e mastócitos. A reação é chamada de anafilactóide quando não depende da reação entre antígeno e IgE, mas apresenta outros mecanismos, imunológicos ou não cujas manifestações clínicas são semelhantes às da anafilaxia.

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Protocolo Clínico sobre Alergia Alimentar

Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal
Distrito Federal - 2009
Número: 2737 / Publicado em 07/06/2013 - 10:58

Alergia alimentar é um termo utilizado para descrever reações adversas a alimentos, dependentes de mecanismos imunológicos, IgE mediados ou não.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Dor Crônica

Secretaria de Atenção à Saúde
Ministério da Saúde - 2012
Número: 2736 / Publicado em 07/06/2013 - 10:53

De acordo com a International Association for the Study of Pain (IASP), dor é uma sensação ou experiência emocional desagradável, associada com dano tecidual real ou potencial. A dor pode ser aguda (duração inferior a 30 dias) ou crônica (duração superior a 30 dias), sendo classificada segundo seu mecanismo fisiopatológico em três tipos: a) dor de predomínio nociceptivo, b) dor de predomínio neuropático e c) dor mista. A dor de predomínio nociceptivo, ou simplesmente dor nociceptiva, ocorre por ativação fisiológica de receptores de dor e está relacionada à lesão de tecidos ósseos, musculares ou ligamentares e geralmente responde bem ao tratamento sintomático com analgésicos ou anti-inflamatórios não esteroides (AINES). Já a dor neuropática é definida como dor iniciada por lesão ou disfunção do sistema nervoso, sendo mais bem compreendida como resultado da ativação anormal da via da dor ou nociceptiva. Contrariamente à dor nociceptiva, a dor neuropática responde pobremente aos analgésicos usuais (paracetamol, dipirona, AINES, opioides fracos).

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Acromegalia

Secretaria de Atenção à Saúde
Ministério da Saúde - 2013
Número: 2735 / Publicado em 07/06/2013 - 10:45

A acromegalia é uma doença crônica e insidiosa. Em aproximadamente 98% dos casos, é causada por adenomas hipofisários secretores do hormônio de crescimento (GH) – os somatotropinomas. Nesses casos, a doença pode ser esporádica ou familiar. Em cerca de 2%, é causada pela hipersecreção eutópica ou ectópica do hormônio liberador de GH (GHRH) e, muito raramente, pela secreção ectópica de GH. O excesso de GH estimula a secreção hepática de insulin-like growth factor-I (IGF-1), que causa a maioria das manifestações clínicas da acromegalia.

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Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Dislipidemia

Secretaria de Atenção à Saúde
Ministério da Saúde - 2013
Número: 2734 / Publicado em 07/06/2013 - 10:42

A dislipidemia é um fator de risco cardiovascular relevante para o desenvolvimento da aterosclerose. Na aterogênese, o papel do colesterol total, particularmente o contido nas partículas de LDL (LDL-C), advém de uma série de estudos observacionais e experimentais das últimas décadas, passando por estudos pré- clínicos, patológicos, clínicos e genéticos, em diferentes populações. Os trabalhos iniciais relacionaram o colesterol total com doença arterial coronariana (DAC). Como o LDL-C corresponde à maior parte do colesterol total (60%-70% na população geral do Estudo de Framingham), a forte correlação entre colesterol total e DAC reflete a relação entre LDL-C e DAC, confirmada pelo Framingham Heart Study.

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