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Principais Interações no Uso de Medicamentos Fitoterápicos.

Nicoletti ,M.A. et cols
Infarma v.19, nº 1/2, 2007
Número: 235 / Publicado em 16/06/2012 - 21:42

A cultura popular na utilização de plantas medicinais, trazida através dos tempos, corrobora no uso indiscriminado de plantas medicinais dentro do contexto da automedicação que é entendida como a utilização de medicamentos sem prescrição, orientação e/ou o acompanhamento do médico ou dentista e, o fácil acesso às plantas medicinais, incentiva busca do “medicamento” por um custo mais acessível a grande parcela da população.

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Aspectos dos Processos de Prescrição e Dispensação de Medicamentos na Percepção do Paciente: estudo de base populacional em Fortaleza, Ceará, Brasil.

Paulo Sérgio Dourado Arrais, Maurício Lima Barreto, Helena Lutéscia Luna Coelho.
Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 23(4):927-937, abr, 2007
Número: 234 / Publicado em 16/06/2012 - 21:43

O estudo visa avaliar aspectos da relação médicopaciente e dispensador-paciente, durante a conduta prescritiva e no ato da dispensação de medicamentos, a partir do ponto de vista dos pacientes. Trata-se de um estudo transversal de base populacional realizado em Fortaleza, Ceará, Brasil, no qual foram utilizadas informações de 957 pessoas, sendo que 904 responderam sobre a última consulta médica; e 831, sobre a última dispensação. As informações coletadas dizem respeito às práticas desses profissionais e do comportamento do paciente, no que diz respeito às perguntas e informações formuladas para melhor direcionar a escolha e o consumo dos medicamentos. Na escolha da terapêutica, o médico falha ao não perguntar sobre alergias medicamentosas anteriores (65%) e uso de outros medicamentos (64,1%), e menospreza, na maioria das vezes, os cuidados com as possíveis reações adversas (73,3%) e interações medicamentosas (58,2%). Na dispensação do medicamento, a situação é ainda mais grave, pois ela é realizada, principalmente, pelos balconistas (57,1%). O estudo sugere a baixa qualidade no atendimento médico e farmacêutico e a apatia do paciente no processo que envolve a prescrição e dispensação de medicamentos e seu uso racional.

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Perfil da Automedicação em Idosos Participantes de Grupos da Terceira Idade de uma Cidade do Sul do Brasil

Edézio Antunes Cascaes, Maria Luiza Falchetti, Dayani Galato.
Arquivos Catarinenses de Medicina Vol. 37, no. 1, de 2008
Número: 233 / Publicado em 16/06/2012 - 21:44

Os idosos caracterizam-se como pessoas com diversos problemas de saúde crônicos e que utilizam medicamentos, sendo na sua maioria polimedicados. A adoção da automedicação é uma prática descrita dentro do autocuidado, sendo adotada em pelo menos uma situação pela grande maioria dos idosos. Plantas medicinais e produtos de venda livre são geralmente as alternativas selecionadas para o manejo de sintomas, em especial a dor. É importante salientar que esta prática, quando adotada, deve ser realizada com cautela principalmente nesta população que esta mais propensa aos problemas relacionados com a farmacoterapia.

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Fitoterapia Baseada em Evidências. Parte 2. Medicamentos Fitoterápicos elaborados com Alcachofra, Castanha-da-Índia, Ginseng e Maracujá

Alexandre R.F., Garcia F.N. & Simões C.M.O.
acta farmacéutica bonaerense - vol. 24 n° 2 - año 2005
Número: 232 / Publicado em 16/06/2012 - 21:45

O uso da fitoterapia tem aumentado consideravelmente. Muitas vezes, estudos não científicos e a experiência popular são valorizados em preferência aos ensaios clínicos, que servem como suporte para as informações sobre indicações de uso, eficácia e segurança dos medicamentos fitoterápicos. A fitoterapia baseada em evidências permite uma avaliação crítica do seu emprego, maximizando seus benefícios e minimizando seus riscos. Através dessa ferramenta, verificou-se que as evidências disponíveis, até o momento, são fracas para justificar o uso da alcachofra no tratamento da hipercolesterolemia e que a castanha-da-índia é uma alternativa promissora no tratamento da insuficiência venosa crônica. As evidências do ginseng e do maracujá são insuficientes para justificar sua utilização na prática clínica.

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Anúncios de Medicamentos em Revistas Médicas: Ajudando a Promover a Boa Prescrição?

José Augusto Cabral de Barros e Sabrina Joany
Ciência & Saúde Coletiva, 7(4):891-898, 2002
Número: 231 / Publicado em 16/06/2012 - 21:46

Sendo a indústria farmacêutica uma fonte hegemônica de informação sobre medicamentos, ante a inexistência de fontes alternativas independentes, pode-se inferir que o uso dos produtos farmacêuticos podem estar tendo uma orientação inadequada, seja na sua prescrição, seja na sua dispensação e comercialização, extrapolando suas indicações técnicas para atender interesses que não propriamente terapêuticos.

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Interações e Associações Medicamentosas no Tratamento da Hipertensão – Bloqueadores Alfa-Adrenérgicos e Vasodilatadores Diretos.

Campana EMG, Lemos CC, Magalhães MEC, Brandão AA, Brandão AP
Rev Bras Hipertens vol.16(4):231-236, 2009.
Número: 230 / Publicado em 16/06/2012 - 21:47

Com o envelhecimento da população, a ocorrência cada vez mais frequente de doenças crônicas e a coexistência de outras entidades clínicas, torna-se fundamental, na prática médica, o conhecimento acerca das interações medicamentosas no manejo da hipertensão arterial. No conceito moderno do tratamento anti-hipertensivo, o uso de múltiplos fármacos é mandatório, pois permite obter efeito sinérgico e/ou aditivo dos diversos medicamentos, aumentando as chances de sucesso no alcance das metas pressóricas propostas pelas principais sociedades médicas. Entretanto, essa estratégia aumenta também o potencial de interações medicamentosas deletérias no tratamento dessa doença.

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Estudo da Farmacoterapia Prescrita a Idosos em Instituição Brasileira de Longa Permanência.

Juarez I. Castellar et al
Acta Med Port 2007; 20: 97-105
Número: 229 / Publicado em 16/06/2012 - 21:48

Esse estudo avaliou a medicação prescrita a indivíduos idosos residentes em uma instituição de internação de longa permanência do Distrito Federal. A constatação da ocorrência de polifarmácia associada a problemas potenciais com a medicação prescrita aos sujeitos permite concluir que a farmacoterapia utilizada apresenta valor terapêutico questionável quanto a determinadas medicações, de modo a sugerir que o modelo de atenção médica e farmacêutica prestado a essa população necessita de revisão.

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Trazodona: Farmacologia e Interações Medicamentosas

Cantarelli, M.G.; Marcolin, M.A.
Rev. Psiq. Clín. 33 (6); 329-336, 2006
Número: 228 / Publicado em 16/06/2012 - 21:50

A trazodona, substância com potencial antidepressivo e ansiolítico, continua sendo uma opção terapêutica, inclusive como indutor do sono. A trazodona tem se renovado como uma opção não apenas em depressão e insônia, mas também em certas disfunções sexuais, demonstrando um padrão de interações favorável e um perfil de reações adversas que pode ser contornado se bem avaliado e conduzido.

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Prevalência e Classificação de Interações entre Medicamentos Dispensados para Pacientes em Terapia Intensiva.

Almeida SM, Gama CS, Akamine N
einstein. 2007; 5(4):347-351
Número: 227 / Publicado em 16/06/2012 - 21:51

No período estudado foram dispensadas 395 marcas comerciais, representando 258 princípios ativos, classificados em 10 grandes grupos e 36 subgrupos segundo a Anatomical Therapeutic Chemical. Foram identificadas 409 interações medicamentosas, 174 de gravidade alta e 235 de gravidade moderada. As interações medicamentosas foram classificadas como farmacocinética (30%), neurológica (22%) e cardiológica (18%) que, somadas, chegam a 70% das interações medicamentosas rastreadas por meio da base de dados eletrônica Micromedex Healthcare Series®. As demais interações classificadas como hematológica, renal, endócrino-metabólica, respiratória, muscular, gastrointestinal, hepática e outras detiveram os 30% restantes.

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Interações entre Hipoglicemiantes Orais e Alimentos.

Fátima Cristiane Lopes Goularte Farhat, Daniel Merighi Iftoda, Paulo Henrique dos Santos
SAÚDE REV., Piracicaba, 9 (21): 57-62, 2007
Número: 226 / Publicado em 16/06/2012 - 21:26

Dentre os hipoglicemiantes orais estudados, apenas a nateglinida apresenta interação direta e clinicamente importante com os alimentos. Já para os outros medicamentos, a relação entre controle glicêmico e os cuidados quanto à presença de alimentos e horário de administração devem-se às especificidades de seus mecanismos de ação.

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