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Aspectos dos Processos de Prescrição e Dispensação de Medicamentos na Percepção do Paciente: estudo de base populacional em Fortaleza, Ceará, Brasil.

Paulo Sérgio Dourado Arrais, Maurício Lima Barreto, Helena Lutéscia Luna Coelho.
Cad. Sa√ļde P√ļblica, Rio de Janeiro, 23(4):927-937, abr, 2007
Número: 234 / Publicado em 16/06/2012 - 21:43

O estudo visa avaliar aspectos da rela√ß√£o m√©dicopaciente e dispensador-paciente, durante a conduta prescritiva e no ato da dispensa√ß√£o de medicamentos, a partir do ponto de vista dos pacientes. Trata-se de um estudo transversal de base populacional realizado em Fortaleza, Cear√°, Brasil, no qual foram utilizadas informa√ß√Ķes de 957 pessoas, sendo que 904 responderam sobre a √ļltima consulta m√©dica; e 831, sobre a √ļltima dispensa√ß√£o. As informa√ß√Ķes coletadas dizem respeito √†s pr√°ticas desses profissionais e do comportamento do paciente, no que diz respeito √†s perguntas e informa√ß√Ķes formuladas para melhor direcionar a escolha e o consumo dos medicamentos. Na escolha da terap√™utica, o m√©dico falha ao n√£o perguntar sobre alergias medicamentosas anteriores (65%) e uso de outros medicamentos (64,1%), e menospreza, na maioria das vezes, os cuidados com as poss√≠veis rea√ß√Ķes adversas (73,3%) e intera√ß√Ķes medicamentosas (58,2%). Na dispensa√ß√£o do medicamento, a situa√ß√£o √© ainda mais grave, pois ela √© realizada, principalmente, pelos balconistas (57,1%). O estudo sugere a baixa qualidade no atendimento m√©dico e farmac√™utico e a apatia do paciente no processo que envolve a prescri√ß√£o e dispensa√ß√£o de medicamentos e seu uso racional.

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Perfil da Automedicação em Idosos Participantes de Grupos da Terceira Idade de uma Cidade do Sul do Brasil

Edézio Antunes Cascaes, Maria Luiza Falchetti, Dayani Galato.
Arquivos Catarinenses de Medicina Vol. 37, no. 1, de 2008
Número: 233 / Publicado em 16/06/2012 - 21:44

Os idosos caracterizam-se como pessoas com diversos problemas de sa√ļde cr√īnicos e que utilizam medicamentos, sendo na sua maioria polimedicados. A ado√ß√£o da automedica√ß√£o √© uma pr√°tica descrita dentro do autocuidado, sendo adotada em pelo menos uma situa√ß√£o pela grande maioria dos idosos. Plantas medicinais e produtos de venda livre s√£o geralmente as alternativas selecionadas para o manejo de sintomas, em especial a dor. √Č importante salientar que esta pr√°tica, quando adotada, deve ser realizada com cautela principalmente nesta popula√ß√£o que esta mais propensa aos problemas relacionados com a farmacoterapia.

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Fitoterapia Baseada em Evid√™ncias. Parte 2. Medicamentos Fitoter√°picos elaborados com Alcachofra, Castanha-da-√ćndia, Ginseng e Maracuj√°

Alexandre R.F., Garcia F.N. & Sim√Ķes C.M.O.
acta farmac√©utica bonaerense - vol. 24 n¬į 2 - a√Īo 2005
Número: 232 / Publicado em 16/06/2012 - 21:45

O uso da fitoterapia tem aumentado consideravelmente. Muitas vezes, estudos n√£o cient√≠ficos e a experi√™ncia popular s√£o valorizados em prefer√™ncia aos ensaios cl√≠nicos, que servem como suporte para as informa√ß√Ķes sobre indica√ß√Ķes de uso, efic√°cia e seguran√ßa dos medicamentos fitoter√°picos. A fitoterapia baseada em evid√™ncias permite uma avalia√ß√£o cr√≠tica do seu emprego, maximizando seus benef√≠cios e minimizando seus riscos. Atrav√©s dessa ferramenta, verificou-se que as evid√™ncias dispon√≠veis, at√© o momento, s√£o fracas para justificar o uso da alcachofra no tratamento da hipercolesterolemia e que a castanha-da-√≠ndia √© uma alternativa promissora no tratamento da insufici√™ncia venosa cr√īnica. As evid√™ncias do ginseng e do maracuj√° s√£o insuficientes para justificar sua utiliza√ß√£o na pr√°tica cl√≠nica.

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An√ļncios de Medicamentos em Revistas M√©dicas: Ajudando a Promover a Boa Prescri√ß√£o?

José Augusto Cabral de Barros e Sabrina Joany
Ci√™ncia & Sa√ļde Coletiva, 7(4):891-898, 2002
Número: 231 / Publicado em 16/06/2012 - 21:46

Sendo a ind√ļstria farmac√™utica uma fonte hegem√īnica de informa√ß√£o sobre medicamentos, ante a inexist√™ncia de fontes alternativas independentes, pode-se inferir que o uso dos produtos farmac√™uticos podem estar tendo uma orienta√ß√£o inadequada, seja na sua prescri√ß√£o, seja na sua dispensa√ß√£o e comercializa√ß√£o, extrapolando suas indica√ß√Ķes t√©cnicas para atender interesses que n√£o propriamente terap√™uticos.

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Intera√ß√Ķes e Associa√ß√Ķes Medicamentosas no Tratamento da Hipertens√£o ‚Äď Bloqueadores Alfa-Adren√©rgicos e Vasodilatadores Diretos.

Campana EMG, Lemos CC, Magalh√£es MEC, Brand√£o AA, Brand√£o AP
Rev Bras Hipertens vol.16(4):231-236, 2009.
Número: 230 / Publicado em 16/06/2012 - 21:47

Com o envelhecimento da popula√ß√£o, a ocorr√™ncia cada vez mais frequente de doen√ßas cr√īnicas e a coexist√™ncia de outras entidades cl√≠nicas, torna-se fundamental, na pr√°tica m√©dica, o conhecimento acerca das intera√ß√Ķes medicamentosas no manejo da hipertens√£o arterial. No conceito moderno do tratamento anti-hipertensivo, o uso de m√ļltiplos f√°rmacos √© mandat√≥rio, pois permite obter efeito sin√©rgico e/ou aditivo dos diversos medicamentos, aumentando as chances de sucesso no alcance das metas press√≥ricas propostas pelas principais sociedades m√©dicas. Entretanto, essa estrat√©gia aumenta tamb√©m o potencial de intera√ß√Ķes medicamentosas delet√©rias no tratamento dessa doen√ßa.

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Estudo da Farmacoterapia Prescrita a Idosos em Instituição Brasileira de Longa Permanência.

Juarez I. Castellar et al
Acta Med Port 2007; 20: 97-105
Número: 229 / Publicado em 16/06/2012 - 21:48

Esse estudo avaliou a medica√ß√£o prescrita a indiv√≠duos idosos residentes em uma institui√ß√£o de interna√ß√£o de longa perman√™ncia do Distrito Federal. A constata√ß√£o da ocorr√™ncia de polifarm√°cia associada a problemas potenciais com a medica√ß√£o prescrita aos sujeitos permite concluir que a farmacoterapia utilizada apresenta valor terap√™utico question√°vel quanto a determinadas medica√ß√Ķes, de modo a sugerir que o modelo de aten√ß√£o m√©dica e farmac√™utica prestado a essa popula√ß√£o necessita de revis√£o.

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Trazodona: Farmacologia e Intera√ß√Ķes Medicamentosas

Cantarelli, M.G.; Marcolin, M.A.
Rev. Psiq. Clín. 33 (6); 329-336, 2006
Número: 228 / Publicado em 16/06/2012 - 21:50

A trazodona, subst√Ęncia com potencial antidepressivo e ansiol√≠tico, continua sendo uma op√ß√£o terap√™utica, inclusive como indutor do sono. A trazodona tem se renovado como uma op√ß√£o n√£o apenas em depress√£o e ins√īnia, mas tamb√©m em certas disfun√ß√Ķes sexuais, demonstrando um padr√£o de intera√ß√Ķes favor√°vel e um perfil de rea√ß√Ķes adversas que pode ser contornado se bem avaliado e conduzido.

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Preval√™ncia e Classifica√ß√£o de Intera√ß√Ķes entre Medicamentos Dispensados para Pacientes em Terapia Intensiva.

Almeida SM, Gama CS, Akamine N
einstein. 2007; 5(4):347-351
Número: 227 / Publicado em 16/06/2012 - 21:51

No per√≠odo estudado foram dispensadas 395 marcas comerciais, representando 258 princ√≠pios ativos, classificados em 10 grandes grupos e 36 subgrupos segundo a Anatomical Therapeutic Chemical. Foram identificadas 409 intera√ß√Ķes medicamentosas, 174 de gravidade alta e 235 de gravidade moderada. As intera√ß√Ķes medicamentosas foram classificadas como farmacocin√©tica (30%), neurol√≥gica (22%) e cardiol√≥gica (18%) que, somadas, chegam a 70% das intera√ß√Ķes medicamentosas rastreadas por meio da base de dados eletr√īnica Micromedex Healthcare Series¬ģ. As demais intera√ß√Ķes classificadas como hematol√≥gica, renal, end√≥crino-metab√≥lica, respirat√≥ria, muscular, gastrointestinal, hep√°tica e outras detiveram os 30% restantes.

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Intera√ß√Ķes entre Hipoglicemiantes Orais e Alimentos.

F√°tima Cristiane Lopes Goularte Farhat, Daniel Merighi Iftoda, Paulo Henrique dos Santos
SA√öDE REV., Piracicaba, 9 (21): 57-62, 2007
Número: 226 / Publicado em 16/06/2012 - 21:26

Dentre os hipoglicemiantes orais estudados, apenas a nateglinida apresenta interação direta e clinicamente importante com os alimentos. Já para os outros medicamentos, a relação entre controle glicêmico e os cuidados quanto à presença de alimentos e horário de administração devem-se às especificidades de seus mecanismos de ação.

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Intera√ß√Ķes de Medicamentos com √Ālcool: Verdades e Mitos

Lenita Wannmacher
Minist√©rio da Sa√ļde - Uso racional de medicamentos: Vol. 4, N¬ļ 12 Bras√≠lia, novembro de 2007
Número: 225 / Publicado em 16/06/2012 - 21:27

O uso n√£o-m√©dico do √°lcool √© prevalente, acarretando potenciais intera√ß√Ķes com variados medicamentos, usados sob ou sem prescri√ß√£o m√©dica. Etanol tamb√©m est√° contido em prepara√ß√Ķes de alguns f√°rmacos, por vezes em concentra√ß√Ķes pr√≥ximas √†s de um drinque de bebida alco√≥lica. Tais intera√ß√Ķes, muitas vezes despercebidas ou negligenciadas, t√™m maior import√Ęncia em crian√ßas, gestantes e idosos, por peculiaridades farmacocin√©ticas e sensibilidades diferenciadas nestes indiv√≠duos, bem como pela polifarm√°cia, quase uma constante na terap√™utica medicamentosa contempor√Ęnea.

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