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Fratura Supracondiliana do Fêmur em Adultos.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 657 / Publicado em 08/03/2012 - 08:35

O tratamento conservador em pacientes portadores de fraturas supracondilianas do fêmur tem mostrado piores resultados quando comparado ao tratamento cirúrgico. Pode-se afirmar que os pacientes submetidos a procedimento conservador apresentam problemas de longa permanência no leito, maiores cuidados de enfermagem, menor independência, aumento dos índices de infecções respiratória e urinária e maior incidência de trombose venosa profunda (TVP). Ao contrário, o tratamento cirúrgico propicia maior independência, melhor restauração articular, mobilização precoce, menor índice de TVP e de infecções respiratória e urinária, além de reintegração social mais precoce.

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Fratura Osteoporótica da Coluna Vertebral: Tratamento por Métodos de Preenchimento Ósseo.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Sociedade Brasileira de Neurocirurgia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 656 / Publicado em 08/03/2012 - 08:36

A fratura por osteoporose da coluna vertebral é caracterizada pela perda da altura do corpo vertebral (parte anterior, média ou posterior) em 20% de sua altura original. As regiões mais comumente acometidas por fraturas por osteoporose são a médio-torácica e a transição tóraco-lombar. A gravidade da fratura pode ser graduada em leve (perda de até 25% da altura do corpo), moderada (perda de 25% a 40%), grave (perda de mais de 40% da altura do corpo).

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Fratura-Luxação Tarsometatarsiana (Lisfranc).

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 655 / Publicado em 08/03/2012 - 08:38

A fratura-luxação da articulação tarsometatarsiana (Lisfranc) (FLTM) é uma lesão rara, provocada por trauma de alta energia, representa 0,2% de todas as fraturas e freqüentemente não é diagnosticada, principalmente em pacientes politraumatizados, nos quais é dada maior atenção ao quadro geral e a lesão do pé é deixada de lado. Esta lesão ao ser provocada por trauma de alta energia é freqüentemente acompanhada da síndrome do compartimento nas primeiras horas e esta complicação também pode não ser diagnosticada, podendo evoluir com deformidade dos dedos do pé.

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Fratura Intra-Articular do Calcâneo.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 654 / Publicado em 09/03/2012 - 18:58

A fratura do calcâneo é a mais comum no tarso e acomete principalmente pacientes adultos jovens em vida economicamente ativa. Essa lesão apresenta um alto grau de complexidade e a sua recuperação é demorada, devido à alta morbidade da fratura.

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Fratura Fechada Traumática Subtrocanteriana do Fêmur no Adulto.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 653 / Publicado em 09/03/2012 - 18:57

De todas as fraturas da extremidade proximal do fêmur, as fraturas subtrocanterianas são as mais difíceis de tratar. Desde 1949, com a descrição realizada por Boyd e Griffin, o trauma ortopédico passou a observar este tipo de fratura da extremidade proximal do fêmur com muita cautela. Os estudos constantemente mostram um elevado índice de complicações na evolução destas fraturas. Epidemiologicamente, estas fraturas têm curvas bimodais. Um pico observa-se entre os adultos jovens e são, predominantemente, fraturas de alta energia cinética. A segunda incidência ocorre nos idosos com fraturas de baixa energia.

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Fratura Fechada da Diáfise do Fêmur no Adulto.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 652 / Publicado em 09/03/2012 - 18:57

A fratura fechada da diáfise do fêmur no adulto é mais freqüente ao redor dos 27 anos de idade, decorrente de acidentes de alta energia, como acidente de carro, acidente de moto, atropelamento e queda de altura. O segundo pico da incidência ocorre ao redor dos 75 anos de idade, sendo mais comum em mulheres e decorre de traumas de baixa energia, especialmente a queda ao solo.

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Fratura Exposta da Diáfise da Tíbia no Adulto.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 651 / Publicado em 09/03/2012 - 18:49

A fratura da diáfise da tíbia é a fratura de osso longo mais freqüentemente tratada pelos ortopedistas. Sua incidência é maior em pacientes jovens e as causas mais comuns são o acidente de trânsito e trauma esportivo. Nos pacientes mais velhos, a causa mais freqüente é a queda. Nos acidentes de trânsito, devido à alta energia envolvida, 40% das fraturas da diáfise da tíbia são expostas, da mesma forma, queda de altura e trauma direto na perna são causas freqüentes.

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Fratura do Sacro no Adulto Jovem.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 650 / Publicado em 09/03/2012 - 18:50

A verdadeira incidência desta fratura - até 1% de todas as fraturas na coluna - é discutida na literatura em virtude da dificuldade de diagnóstico na fase aguda. A dificuldade do diagnóstico clínico inerente deste paciente, portador de múltiplas lesões viscerais ou ortopédicas, em conjunto com radiografias sem alterações esqueléticas evidentes, explica a falha da identificação destas fraturas.

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Fratura do Planalto Tibial.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Colégio Brasileiro de Radiologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 649 / Publicado em 09/03/2012 - 18:50

As fraturas do planalto tibial são um complexo grupo de lesões que desafiam o cirurgião ortopedista. Quando inadequadamente tratadas evoluem com limitação funcional nas mais variadas proporções. As fraturas do planalto tibial, segmento proximal da tíbia, foram inicialmente descritas como “fraturas do pára-choque”, por causa dos traumas diretos, de baixo impacto, provocados por automóveis contra o joelho dos pedestres. Atualmente, são descritos os traumas de alta energia, quedas de grandes alturas e a qualidade do osso (osteopenia e osteoporose) como fatores determinantes. As fraturas do planalto tibial correspondem a 1% de todas as fraturas, correspondendo, nos pacientes com idade acima de 70 anos, a cerca de 8%. As fraturas expostas estão presentes em cerca de 3%.

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Fratura do Pilão Tibial.

Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.
Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.
Número: 648 / Publicado em 09/03/2012 - 18:51

As fraturas do pilão tibial envolvem a superfície articular da tíbia distal, que suporta o peso corporal, ou a metáfise adjacente, ou ambas as regiões. São relativamente pouco freqüentes, representando de 5% a 10% das fraturas da tíbia, e mais ou menos 1% das fraturas da extremidade inferior.

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14/09/2020
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