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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Cama de Bronzeamento.

Programa Sol Amigo
http://solamigo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=106&Itemid=158
Número: 2030 / Publicado em 26/03/2012 - 09:35

Estudos recentes conclu√≠ram que as pessoas que fazem o bronzeamento artificial regularmente, antes dos 35 anos de idade, apresentam um risco de 75% para o desenvolvimento do melanoma. As camas de bronzeamento podem emitir n√≠veis de radia√ß√£o UV at√© 5 vezes maior que o n√≠vel emitido pelo sol no hor√°rio de pico, durante o ver√£o! (Fonte: Programa Sunsmart - Austr√°lia - 2008). Em 11 de novembro de 2009, foi publicado no Di√°rio Oficial da Uni√£o, N¬ļ 215, se√ß√£o 1 a RDC n¬ļ 56 de 9 de novembro de 2009 da ANVISA, que pro√≠be em todo o territ√≥rio nacional a importa√ß√£o, recebimento em doa√ß√£o, aluguel, comercializa√ß√£o e o uso dos equipamentos para bronzeamento artificial, com finalidade est√©tica, baseados na emiss√£o de radia√ß√£o ultravioleta.

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As L√Ęmpadas Fluorescentes emitem Radia√ß√£o Ultravioleta (R-UV) a Ponto de Causarem Riscos √† Sa√ļde?

Programa Sol Amigo
http://solamigo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=152&Itemid=193
Número: 2029 / Publicado em 26/03/2012 - 09:26

Assim, com base em estudos realizados desde a d√©cada de 80, a conclus√£o de que as l√Ęmpadas fluorescentes n√£o emitem n√≠veis significativos de R-UV e que n√£o aumentam o risco para o desenvolvimento dos principais tipos de c√Ęncer de pele (CEC, CBC e melanoma) permanece at√© os dias de hoje. Podemos ent√£o concluir que a orienta√ß√£o do uso do protetor solar em ambientes iluminados com l√Ęmpadas fluorescentes n√£o possui sustentabilidade cient√≠fica.

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O que √© √ćndice Ultravioleta (IUV)?

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
http://satelite.cptec.inpe.br/uv/#/imgSig.jsp
Número: 2028 / Publicado em 26/03/2012 - 09:18

O √ćndice Ultravioleta (IUV) √© uma medida da intensidade da radia√ß√£o UV, relevante aos efeitos sobre a pele humana, incidente sobre a superf√≠cie da Terra. O IUV representa o valor m√°ximo di√°rio da radia√ß√£o ultravioleta. Isto √©, no per√≠odo referente ao meio-dia solar, o hor√°rio de m√°xima intensidade de radia√ß√£o solar. Como a cobertura de nuvens √© algo muito din√Ęmico e vari√°vel, o IUV √© sempre apresentado para uma condi√ß√£o de c√©u claro. Isto √©, para aus√™ncia de nuvens que, na maioria dos casos, representa a m√°xima intensidade de radia√ß√£o.

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Radia√ß√£o Ultravioleta e Sa√ļde Humana

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
http://satelite.cptec.inpe.br/uv/#/imgSig.jsp
Número: 2027 / Publicado em 26/03/2012 - 09:12

As rea√ß√Ķes da pele humana √† exposi√ß√£o √† Radia√ß√£o UV (R-UV) podem ser classificadas como agudas (imediatas) ou cr√īnicas (a longo prazo). As rea√ß√Ķes agudas, como queimaduras, bronzeamento e produ√ß√£o de vitamina D, se desenvolvem e desaparecem rapidamente; enquanto as cr√īnicas, como fotoenvelhecimento e c√Ęncer de pele, t√™m aparecimento gradual e de longa dura√ß√£o. A diferen√ßa entre ambas as rea√ß√Ķes se deve, principalmente, ao hist√≥rico de exposi√ß√£o da pessoa e a diferentes comprimentos de onda da R-UV, uma vez que a R-UVB √© cerca de 1000 vezes mais ‚Äúagressiva‚ÄĚ do que a R-UVA. Essa diferen√ßa faz com que a R-UVA tenha uma contribui√ß√£o de somente 15 a 20% na quantidade de energia respons√°vel pela queimadura.

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O que é Radiação Ultravioleta?

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
http://satelite.cptec.inpe.br/uv/#/imgSig.jsp
Número: 2026 / Publicado em 26/03/2012 - 08:56

A radia√ß√£o ultravioleta (R-UV) √© a parte do espectro eletromagn√©tico referente aos comprimentos de onda entre 100 e 400nm. De acordo com a intensidade que a RUV √© absorvida pelo oxig√™nio e oz√īnio e, tamb√©m pelos efeitos fotobiol√≥gicos costuma-se dividir a regi√£o UV em tr√™s intervalos: UVA 320 - 400nm, UVB 280 - 320nm e UVC 100 - 280nm.

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Oz√īnio

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
http://satelite.cptec.inpe.br/uv/#/imgSig.jsp
Número: 2025 / Publicado em 27/03/2012 - 14:59

Nos √ļltimos 40 anos, devido √† maior compreens√£o do papel de outras esp√©cies atmosf√©ricas na exist√™ncia do oz√īnio estratosf√©rico, constatou-se que a emiss√£o excessiva de subst√Ęncias antropog√™nicas poderia ter um papel fundamental na redu√ß√£o da concentra√ß√£o do oz√īnio em altitude e, ironicamente, exercer um papel relevante no aumento da concentra√ß√£o do oz√īnio pr√≥ximo √† superf√≠cie. Tal fato est√° intimamente ligado √† sa√ļde dos seres vivos na Terra, j√° que o oz√īnio, al√©m de ser respons√°vel pela absor√ß√£o da radia√ß√£o solar ultravioleta, em concentra√ß√Ķes elevadas tamb√©m pode causar problemas respirat√≥rios em seres humanos.

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Protocolo de Atendimento Inicial no IAM com Supradesnível de ST

Departamento de Clínica Médica - Disciplina de Cardiologia
HC UFPR Março de 2006
Número: 2024 / Publicado em 23/03/2012 - 11:48

O infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAMCS) caracteriza situação clínica de extrema gravidade e com risco de vida, determinada por oclusão de uma artéria coronária epicárdica. Trata-se de uma condição com tratamento específico, capaz de modificar sua história natural, devendo ser instituído o mais precocemente possível. A abordagem inicial no atendimento do IAMCS deve ser rápida e objetiva, iniciando pela avaliação das características da dor torácica e dos sintomas associados, história pregressa relevante, pelo exame físico direcionado e realização do eletrocardiograma (ECG).

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Abordagem Geral no Trauma Abdominal

Pereira J√ļnior GA, Lovato WJ, Carvalho JB, Horta MFV
Medicina (Ribeir√£o Preto) 2007; 40 (4): 518-30, out./dez.
Número: 2022 / Publicado em 20/03/2012 - 20:13

O trauma abdominal √© freq√ľentemente encontrado em situa√ß√Ķes de emerg√™ncia. A falta de hist√≥ria adequada do mecanismo de trauma e a presen√ßa de les√Ķes que podem ter dor irradiada para o abdome ou a altera√ß√£o do estado mental, devido a trauma cranioencef√°lico ou intoxica√ß√£o por drogas depressoras do sistema nervoso central, podem dificultar o diagn√≥stico e o tratamento do trauma abdominal. Os pacientes que s√£o v√≠timas de trauma, freq√ľentemente, t√™m les√Ķes intra e extra-abdominais associadas. Este artigo de revis√£o ir√° discutir a abordagem geral do atendimento dos pacientes com traumas abdominais contusos e penetrantes, incluindo as op√ß√Ķes de testes diagn√≥sticos e as considera√ß√Ķes acerca do tratamento inicial.

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Prevenção nas Enchentes

Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paran√°
Governo do Estado do Paran√°
Número: 2021 / Publicado em 20/03/2012 - 20:03

Antes de tudo, salve e proteja sua vida, a de seus familiares e amigos. Se precisar retirar algo de sua casa, peça ajuda a DEFESA CIVIL (telefone 199) e ao CORPO DE BOMBEIROS (telefone 190). Em caso real de emergência, DISQUE 100 que a telefonista o ajudará.

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Prevenção de Raios

Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paran√°
Governo do Estado do Paran√°
Número: 2020 / Publicado em 20/03/2012 - 20:02

O raio representa graves riscos para as pessoas, principalmente aquelas surpreendidas debaixo de árvores ou em áreas descampadas, ou ainda, que estejam trabalhando próximo a estruturas metálicas. Por ano, quase mil pessoas são vítimas de raios em todo o país - não há uma estatística precisa. A maioria sobrevive, porque são atingidas indiretamente, por uma faísca lateral ou porque estão próximas ou encostadas no ponto que sofreu o choque direto.

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14/09/2020
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