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Protocolos/Algoritmos/Diretrizes/Fluxogramas

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Manual de Eventos Agudos em Anemia Falciforme.

Série A. Normas e Manuais Técnicos - Departamento de Atenção Especializada.
Secretaria de Atenção à Saúde - Ministério da Saúde - Brasília - 2009
Número: 904 / Publicado em 19/06/2012 - 09:38

A doença falciforme é uma das alterações genéticas mais frequentes no Brasil e no mundo e constitui-se em um grupo de doenças genéticas caracterizadas pela predominância da hemoglobina (Hb) S nas hemácias: anemia falciforme (Hb SS), Hb SC, S-talassemias e outras mais raras, como as Hb SD e Hb SE.

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Parte III – Protocolo de Doenças Infecciosas: Pielonefrite (Capítulo 68).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 903 / Publicado em 19/06/2012 - 09:40

Infecção urinária afetando o rim, provocada por bactérias. Afeta as mulheres mais frequentemente que aos homens. As gestantes são particularmente predispostas. É causada pelas mesmas bactérias responsáveis pela cistite, pois a infecção vai da bexiga para o rim através do ureter. A maior parte dos casos deve-se a infecção bacteriana por Gram negativos como Escherichia coli (80%), Proteus mirabilis e Klebsiella pneumoniae.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Intubação Pediátrica (Capítulo 142).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 902 / Publicado em 12/03/2012 - 10:55

Preceder a manobra por oxigenação e ventilação com bolsamáscara. Optar sempre que possível pela via orotraqueal com estabilização manual da cabeça e pescoço. A intubação por via nasotraqueal cega é geralmente impossível em pacientes pediátricos, pois a laringe é anteriorizada.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Fechamento de Ferimentos (Capítulo 141).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 901 / Publicado em 12/03/2012 - 10:55

Avaliar dor, parestesias e perda de função. Pesquisar na história: horário que ocorreu o ferimento, diabetes, imunossupressão, uso de corticosteróides que afetam a cicatrização. Fazer uso de precauções universais.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Cuidados Pós Mordedura Canina (Capítulo 140).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 900 / Publicado em 12/03/2012 - 10:56

Conter hemorragia com compressão direta. Irrigar copiosamente e desbridar tecido desvitalizado. Suturar primariamente lesões de couro cabeludo, face, tronco, braços e pernas. Deixar abertas inicialmente lesões de mãos e pés.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Profilaxia do Tétano (Capítulo 139).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 899 / Publicado em 12/03/2012 - 10:56

Considerar para todo o paciente ferido. A única contra-indicação é história de reação sistêmica grave após dose.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Desfibrilação Manual (Capítulo 138).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 898 / Publicado em 12/03/2012 - 10:56

Consiste na aplicação de energia elétrica de forma não sincronizada para terminar fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular. A desfibrilação faz com que o miocárdio entre em estado de despolarização generalizada e que o nódulo sinusal ou outro marcapasso restabeleça a sequência normal de repolarização-despolarização. É o procedimento prioritário da reanimação sendo realizado, se possível, após a constatação da inconsciência com ausência de pulso carotídeo.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Cardioversão (Capítulo 137).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 897 / Publicado em 19/06/2012 - 09:12

Consiste em devolver ao coração ao ritmo normal utilizando um medicamento, impacto mecânico ou aplicação de energia elétrica. Somente pacientes instáveis devem ser submetidos a cardioversão medicamentosa ou elétrica no ambiente pré-hospitalar.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Monitorização Cardíaca (Capítulo 136).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 896 / Publicado em 19/06/2012 - 09:10

O ECG é o registro da atividade elétrica do coração. O registro desta atividade forma uma série de ondas e complexos que foram rotulados arbitrariamente. A chave do diagnóstico das arritmias é a análise da forma e interrelações da onda P, intervalo PR e do QRS.

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Parte VI – Protocolos de Procedimentos: Pericardiocentese (Capítulo 135).

Fernando Suarez Alvarez, Marcelo Dominguez Canetti, Wilson Braz Corrêa Filho, Danielle Borghi
Secretaria de Saúde e Defesa Civil - Governo do Rio de Janeiro - 2010
Número: 895 / Publicado em 12/03/2012 - 10:57

Indicação: Tamponamento cardíaco com choque refratário a volume ou parada cardíaca.

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